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terça-feira, 8 de setembro de 2026

MUDANÇAS

Certo dia, caminhava quando cruzei um cortejo.

Muitos carros e pessoas seguiam em direção ao cemitério.

Mais adiante, cruzei com um caminhão de mudanças. Os carregadores levavam sofás, geladeiras, móveis e caixas para um novo lar.

Fiquei pensando naquelas duas cenas. Duas mudanças. Uma levava tudo o que alguém havia juntado durante a vida. A outra não levava nada.

Nem casa. Nem móveis. Nem dinheiro. Nem aquilo que as mãos haviam conseguido guardar. Apenas um corpo.

Então meus pensamentos se dirigiram a Jó:

“Nu saí do ventre de minha mãe e nu partirei; o Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor.” — Jó 1:21

Fandermiler Freitas

domingo, 2 de novembro de 2025

OS ÍNDIOS E O MEDO DO RIO


Conta-se uma história no Brasil sobre um missionário que descobriu uma tribo de índios numa área remota da floresta. Eles moravam perto de um grande rio. A tribo era amigável e carecia de atenção médica. Uma doença contagiosa estava devastando a tribo e pessoas morriam diariamente. Havia uma enfermaria localizada numa outra parte da floresta e o missionário percebeu que a única esperança para a tribo era se deslocarem até a enfermaria para tratamentos e vacinações. Para chegar ao hospital, porém, os índios teriam que atravessar um rio – uma façanha que eles não estavam dispostos a realizar.

Os índios acreditavam que o rio era habitado por maus espíritos. No entendimento deles, entrar na água seria morte certa. O missionário se dedicou à tarefa difícil de convencê-los a entrarem no rio.

Ele explicou como ele havia atravessado o rio e chegou tranquilo. Os índios não acreditaram. Ele levou o povo ao rio e colocou sua mão na água. As pessoas ainda não acreditaram nele. Ele andou nas águas do rio e jogou água em seu rosto. As pessoas olharam atentas, mas ainda hesitaram. Finalmente, ele virou e mergulhou na água. Ele nadou debaixo da superfície até que saiu do outro lado. Tendo provado que o poder do rio era uma farsa  o missionário socou o ar com punho triunfante. Ele havia entrado na água e escapou. Os índios clamaram em alegria e o seguiram para o outro lado do rio.

Jesus viu pessoas escravizadas pelo medo de um poder falso. Ele explicou que o rio da morte não era nada para se temer. As pessoas não acreditaram. Ele tocou um menino e o chamou de volta à vida. Os seguidores ainda não foram persuadidos. Ele sussurrou vida para o corpo de uma menina morta. As pessoas ainda continuaram céticas. Ele deixou um homem morto passar quatro dias no túmulo e daí, o chamou para sair. Será que foi o suficiente? Aparentemente não. Pois era necessário que ele entrasse no rio, submergisse nas águas da morte, até que as pessoas acreditassem que a morte havia sido derrotada.

Mas, depois que ele o fez, depois que ele saiu do outro lado do rio da morte, era hora de cantar ... era hora de celebrar.

- de Max Lucado, do livro "Six Hours One Friday" (Seis Horas de Uma Sexta-feira), Copyright, Max Lucado. Tradução de Dennis Downing para o site www.iluminalma.com.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

O INVESTIMENTO NO CAIXÃO

Quando a pessoa que você mais ama ou ama muito morrer, quanto você estaria disposto a gastar no funeral dele ou dela? Com absoluta certeza, ninguém poupa quando o assunto é o enterro da pessoa que a gente ama. "O melhor caixão, por favor (assoando o nariz num lenço lilás, que combina com o aro dos óculos)... 

Eu amo demais minha mãe!" "Não vou enterrar meu velho pai (lágrimas lavando o rosto) nessa cova! Por favor, arrume a melhor catacumba desse cemitério! Dinheiro não é problema!" Dá gosto ver o amor das pessoas por quem... já está morto. Para o falecido ou falecida, tanto faz ser enterado numa rede no quintal de casa ou na catedral de Roma. 

Mas, para quem está vivo e precisa mostrar o quanto amava, gastar sem pirangagem é o primeiro sinal de devoção. "viu como ela amava a filha? Aquele é um caixão muito do alinhado!". Eu acho isso de uma futilidade que me embrulha o estômago.Quer demonstrar amor por quem você diz amar? 

Chame essa pessoa, abrace ela, beije ela, cheire ela, ouça ela com atenção, deixe um pouco o trabalho e valorize um final de semana com ela, todo para ela! A gente está disposto a gastar tanto depois da morte... por que não investir em vida? O grande investimento no caixão nada mais é que mecanismo de compensação estúpido. Na verdade, a gente ama mesmo é dinheiro, sucesso, fama, a gente mesmo. 

Por isso, repito: aproveite enquanto ele ou ela está vivo. Diga que o ama. Diga como ela é uma bênção para você. Não por telefone, nem por e-mail. Face a face e com tempo. Assim age quem verdadeiramente ama. Assim vive quem tem não tem um cifrão no lugar do coração.

Escrito pelo Pr Geraldo Magela

sábado, 2 de novembro de 2024

PARA A ETERNIDADE

O magnata de uma via férrea estava morrendo. Seu filho estava ao lado dele, junto à cama. O homem, em seus últimos momentos, falou: 

— Filho, segure minha mão.

Ele a pegou, enquanto seu pai continuava:

— Filho, você está segurando a mão do homem que se tornou o maior dos fracassos dentre todos os homens deste mundo.

Seu filho retrucou:

— Pai, por que você fala assim? Você é presidente de uma companhia ferroviária que vale milhões de dólares. Você tem milhares de amigos.

Então ele respondeu: 

— Eu vivi por um tempo e não para a eternidade. Eu não me preparei para o mundo vindouro. Tudo que eu tenho eu vou deixar aqui. Tudo é muito escuro e frio. - Logo a seguir ele morreu. 

Ele era, sim, um homem pobre. Costumamos medir o sucesso de uma pessoa pelos bens que ela consegue reunir em sua vida. Se os possui em abundância, julgamos ser bem sucedida. Se não apresenta nenhum grande patrimônio, logo a taxamos de fracassada. Mas nem sempre isso corresponde à realidade.

Fonte: http://www.pastorwalterpacheco.com.br

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

TODOS MORREMOS

Este coração sentirá uma última batida. Estes pulmões se encherão com um último suspiro. A não ser que Cristo volte antes, eu morrerei. E você também. Salmo 89:48 diz “Que homem pode viver e não ver a morte, ou livrar- se do poder da sepultura?”. Jovem e velho, bom e mau, rico e pobre. Nenhum gênero escapa, nenhuma classe é isenta. Júlio César morreu. Elvis morreu. John Kenedy morreu. Princesa Diana morreu. Todos nós morremos.

Em Hebreus 9:27, o escritor foi franco: “o homem está destinado a morrer uma só vez”. Faça exercício o quanto quiser. Coma comida saudável. Fique longe do sol, distante do álcool, e afastado das drogas. Faça o que puder, você morrerá. A morte parece um destino tão final. Até que lemos as palavras do anjo na história da ressureição de Jesus: “Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito!” (Mateus 28:6).

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “We All Die”

segunda-feira, 19 de junho de 2023

TEMOR DA MORTE

O medo da morte termina quando você sabe que o céu é seu verdadeiro lar. Em todas as minhas viagens aéreas, nunca vi um passageiro chorar quando o avião pousou. Nunca. Ninguém se agarra aos braços e implora: “Não me faça sair. Deixe-me ficar e comer mais amendoins!” Estamos dispostos a sair do avião porque o avião não tem endereço de correspondência permanente.

Nem este mundo. Filipenses 3:20 diz: “Somos cidadãos do céu, onde vive o Senhor Jesus Cristo”. Por que você não faz isso? Por que você não dá a Deus a sua morte? Imagine seu último momento. Visualize seu último suspiro. Ofereça a Deus. Deliberadamente. Regularmente. “Senhor, recebo a tua obra na cruz e na tua ressurreição. Confio-te a minha saída da terra.” Com Cristo como seu amigo e o céu como seu lar, o dia da morte se torna mais doce do que o dia do nascimento!

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Dread of Death”

domingo, 13 de fevereiro de 2022

PREPARATIVOS

E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo… 

João 14.3

Enquanto olhávamos o corpo de meu sogro em um caixão na capela funerária, um de seus filhos pegou o martelo que era do pai e o colocou ao lado de suas mãos. Anos depois, quando minha sogra morreu, um dos filhos colocou um jogo de agulhas de tricô sob os dedos dela. Esses doces gestos nos consolaram ao lembrarmos como usavam essas ferramentas enquanto viviam.

Sabíamos que não iriam precisar destes itens na eternidade. Não tínhamos ilusões, como os egípcios da antiguidade, de que as ferramentas, dinheiro ou armas enterradas com alguém preparariam melhor a pessoa para a vida seguinte. Você não pode levar nada! (Salmo 49:16,17; 1 Timóteo 6:7).

Mas meus sogros tinham se preparado para a vida eterna. E isso ocorreu anos antes, quando eles confiaram em Jesus como seu Salvador.

O planejamento para a vida eterna não pode começar no momento de nossa morte. Cada um de nós deve preparar o coração aceitando o dom da salvação proporcionado pelo sacrifício de Jesus na cruz.

Ao mesmo tempo, Deus também fez os Seus preparativos: “E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também” (João 14:3). Ele prometeu preparar um lugar para nós passarmos a eternidade com Ele.

Deus nos dá tempo para nos prepararmos para a eternidade.

por Cindy Hess Kasper

quinta-feira, 6 de maio de 2021

MAIS VALE GASTAR COM AQUILO QUE É MAIS IMPORTANTE

Uma mulher reclamou que criar e educar o filho era uma despesa tremenda. "Ele come como um leitão; rasga sapatos, camisas e calças sem saber como. Eu vivo apenas para comprar comida, roupas e material escolar".

Aos onze anos, o menino ficou doente e morreu. Quando a criança faleceu, morreu junto a razão que ela tinha para viver e lutar, e ela faleceu logo em seguida.

Tudo o que está vivo e cresce, custa. O que está doente custa mais. O que está morto não custa nada. Mas também não inspira nem move os demais. O mesmo acontece com a igreja. É melhor gastar dinheiro em “roupas novas” porque as pessoas crescem, do que usá-las em “remédios” porque estão doentes. E cientes sempre de que uma obra morta não tem custo algum, apenas lágrimas de luto.

 José Luis Martínez - 502 Ilustraciones Selectas (adaptado)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

"NÃO QUERIA SABER DE MORRER"

Um grupo de estudantes estava reunido na sala de anatomia de certa Faculdade de Medicina. Tinham uma pequena folga; e, rindo, discutiam os casos do dia. Os despojos humanos diante de si não afetavam sua jovialidade. Não lhes ocorria que também eles em breve poderiam ser cadáveres tão inanimados e impotentes como o que tinham para dissecar.

O mais notável do grupo era o Costa. O mais folgazão de todos. As caçoadas que lhe irrompiam dos lábios vinham entremeadas de nomes vãos e expressões injuriosas à Majestade divina. Os colegas não lhe faziam a mais leve observação para que refreasse sua linguagem. Completamente indiferente ao pecado em que incorria, encostou-se à parede com a agulha, já usada na dissecação do cadáver, presa descuidadamente no avental. A prosa foi-se animando, surgindo uma discussão sobre um assunto qualquer em que ele tomava parte saliente.

Estando a falar apaixonadamente, levantou a mão bruscamente para fazer um gesto, e, ao assim fazer, aconteceu ferir a mão na ponta da agulha, a qual lhe abriu fundo arranhão. Um silêncio profundo se fez na sala; todos empalideceram. "Olhe, Costa, isso é muito perigoso!", observou-lhe então gravemente um dos colegas. "Bem sei que é!", confirmou ele assustado. "Que devo fazer?"

"Vamos imediatamente procurar o médico", disseram os companheiros; e como um relâmpago partiram a buscá-lo. Foi um momento de ansiedade terrível enquanto aguardava o prognóstico, que foi logo dado.

O Costa sabia agora que a morte inexorável o fulminaria irremediavelmente em menos de 24 horas. Toda a ciência do mundo não lhe podia valer. Grande desespero e terror se apoderaram do Costa tão logo se viu frente a frente com a inesperada morte. Não nos atrevemos a relatar os horrores que se passaram dele até soltar o derradeiro suspiro. Podemos apenas repetir as palavras de um seu colega, testemunha de suas últimas horas: Foi um quadro pavoroso quando se viu desenganado, porque nem por nada queria saber de morrer. – Guia do Viajante.

Fonte:http://www.iasdemfoco.net

quinta-feira, 25 de junho de 2020

DESPEDIDAS

Adeus. Ninguém quer dizê-lo. E a morte é o adeus mais difícil de todos. Depois que a nossa igreja teve cinco funerais em sete dias, a tristeza teve um impacto em mim. Eu me corrigi, “Veja Max, fique tranquilo. A morte é uma parte natural da vida.” Daí, eu me corrigi de novo. Não é verdade. O nascimento é. Respirar é. Gargalhadas, fortes abraços e beijos para dormir fazem parte da vida. A morte? Não fomos criados para dizer adeus.

O plano original de Deus não tinha nenhum adeus, nenhum respiro, batimento cardíaco ou dia final. Não importa como você tenta enxergar – dizer adeus é sempre desagradável. Mas, Deus já avisou. Todos os ‘adeus’ têm um tempo limite de existência. Ele decretou uma reunião familiar. E que reunião será! Apocalipse 21:4 diz que naquele dia “Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima.” Esta longa jornada chegará ao fim. Você O verá, e você os verá. Não é essa a nossa esperança?

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Goodbyes”

quarta-feira, 18 de março de 2020

DA MORTE À VIDA

Certo fidalgo dos tempos antigos mantinha em seu castelo um bobo profissional, cuja obrigação era divertir a todos por meio de pilhérias, macaquices e palhaçadas. Ora, o fidalgo se lembrou de presentear o bobo com um bastão como distintivo de seu oficio, que devia sempre trazer consigo até que porventura aparecesse outro mais apalhaçado que ele próprio, devendo, então, passá-lo ao tal em sinal de ultra primazia na arte de fazer bobices.

Passando alguns anos, o fidalgo adoeceu gravemente, e foi logo desenganado por seu médico assistente. Mondou então chamar o bobo e com ele manteve o seguinte diálogo:

– Então, meu bobo, estou em véspera de uma viagem!

– Comprida ou curta?

– É comprida.

– E quando pretende voltar? Dentro de um mês?

– Não!

– Dentro de um ano, então?

– Não.

– Nem dentro de um ano? Quando então é que volta?

– Não volto nunca mais!

– O quê?! Meu senhor não volta nunca mais?

– É verdade! Não volto nunca mais!

– E que preparativos fez meu senhor para viagem tão longa?

– Nenhum.

– Será possível? Pois meu senhor pretende retirar-se para sempre e nada preparou para viagem tão longa? Olhe! Tome o bastão! É seu desde já! Que eu, sendo bobo de profissão, nunca cairia em tamanha insensatez!

Guia do Viajante.

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

DEUS DEU, DEUS TOMOU...

Ao anoitecer de um sábado, um rabi, mestre de invejável cultura e admirável bondade, entretinha-se na escola pública ensinando a Santa Lei a seus discípulos, sem imaginar que em sua casa, a tristeza e o luto haviam se hospedado.

Dois de seus filhos haviam morrido enquanto trabalhavam, pastoreando ovelhas no alto de um monte e a mãe chorava inconsolável, aos pés dos dois cadáveres. Mesmo petrificada pela dor, vinha-lhe à mente o pobre e idoso marido, cuja saúde a preocupava tanto, que logo iria defrontar o tremendo espetáculo.
O respeito à vontade divina e a caridade de esposa deram-lhe, porém, grande força de alma. 

Cobriu com um lençol os filhos e, orando, pôs-se a esperar o marido. 

À noite, mal entrou em casa, o marido indagou pelos filhos. A esposa, com o rosto lavado de lágrimas, desviou dele seus olhos e, com uma desculpa qualquer, serviu-lhe o vinho e o círio para a prece. O marido cumpriu o ato religioso e insistiu em saber dos filhos. Com mais uma desculpa, a mulher ofereceu ao marido, há muitas horas em jejum, umas fatias de pão. O marido provou um pedacinho e a questionou porque parecia tão triste. 

Armando-se de coragem, com um respirar profundo a esposa disse: 

- Eu, meu marido, preciso muito de um conselho teu. Já a algum tempo, um nosso amigo me procurou e deixou sob minha guarda algumas joias, extremamente valiosas. Veio hoje reclamá-las. Ai de mim! Não contava que viesse tão cedo. Devo restituí-las? 

- Ó minha esposa! Estou a desconhecer-te! Essa sua dúvida é pecaminosa!

- Mas já me afeiçoei tanto a elas... 

- Não te pertencem! 

- Queria-lhes tanto bem... Talvez tu também...

- Ó mulher! - exclamou atônito o marido. Que dúvidas essas suas! Que pensamentos! Querer apropriar-te do que não te pertence, sonegar um depósito, coisa sagrada! 

- É assim que pensas? balbuciou a esposa, chorosa.

Enxugando os olhos e novamente buscando forças em seu coração, disse a mulher:

- Muito preciso de teu auxílio para fazer esta dolorosa restituição. Vem ver as joias depositadas, que ambos fomos chamados a restituir. 

Suas mãos geladas tomaram as mãos do marido e o levaram ao quarto onde os filhos se encontravam. Ergueu os lençóis e disse:

- Aqui estão as joias. Reclamou-as Deus!

Em sua mútua dor, um encontrou no outro o ombro para chorar e aceitar, com resignação, os insondáveis (mas sempre misericordiosos) desígnios de Deus.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

ÚLTIMO SUSPIRO

Israel reuniu suas forças e assentou-se na cama. Gênesis 48.2 

A morte violenta ou a morte de uma pessoa jovem é sempre trágica. Mas, estar ao lado de quem está morrendo pode ser uma experiência incrível. Segurar sua mão, compartilhar uma canção, uma prece e ouvir a palavra de Deus, reunidos ao redor de uma cama, onde o tempo e a eternidade se encontram, é um privilégio. José ouviu que seu pai, Jacó, estava morrendo. 

Ele correu para junto dele. A Bíblia, então, registra algo que familiares, amigos, médicos e enfermeiras têm visto ao longo dos anos. Pais frágeis e à beira da morte erguem suas forças quando um filho ou filha os vem visitar mais uma vez. Algumas palavras finais são ditas, alguns gestos de amor exprimidos e logo há o silêncio, quando o pulmão pára de respirar. É bom parar à beira da cama de Jacó por alguns instantes. 

Jacó, o traiçoeiro, relembra à seu poderoso filho de que existe um Deus, ainda mais poderoso: "O Deus Todo-Poderoso apareceu-me em Luz, na terra de Canaã, e ali me abençoou". E continua descrevendo em detalhes as promessas de Deus. E, então, Jacó inclui os filhos de José entre seus próprios filhos. "Eles são meus", ele diz. O Natal é uma boa época para lembrar que o Pai, por meio de Jesus, nos adota como seus filhos. Ele diz: "Eles são meus". 

Pense: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum." (Salmo 23) 

Ore: Deus Eterno, somos finitos e mortais. Voltaremos ao pó de onde viemos. Que nossas últimas horas sejam de paz, que o sofrimento não nos roube a esperança e a fidelidade a ti. Em nome de Jesus. Amém

Cada Dia
www.cadadia.com.br

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

FRASES QUE PESSOAS FAMOSAS NA HISTÓRIA DIZERAM ANTES DE MORRER

JESUS: “Está consumado!”

BEETHOVEN: “Já é tarde.Não posso ouvir.”

BOCAGE (poeta): “Rasga os meus versos. Crê na eternidade.”

CASEMIRO DE ABREU (poeta): “Pois a morte é só isso?”

DANTE ALIGHIERI (escritor): “Vinde a mim, ó Deus!”

GEORGE JACQUES DANTON (político francês): “Mostrarás a minha cabeça ao povo, que vale a pena.”

D.PEDRO II: “Que Deus faça feliz o meu Brasil.”

EMÍLIO DE MENEZES (poeta): “Estou morrendo ás prestações.”

ELIZABETH, RAINHA DA INGLATERRA: “Todo o meu reino, Senhor, por mais um minuto de vida!”

FREDERICO I da Prússia: “Nu vim ao mundo e nu partirei. Não quero vestir a minha farda.”

GOËTHE (poeta alemão): “Deixem entrar a luz!.”

LIMA BARRETO (jornalista e escritor): “Levem minha mãe daqui que eu quero morrer.”

LUIZ XIV: “Pensei que fosse difícil morrer.”

MARGARET MICHELL, autora de E O Vento Levou: “Agora, é minha alma que Deus leva.”

MOZART: “Deixai-me ouvir uma vez ainda esses sons que foram por tanto tempo a minha consolação e a minha alegria.”

QUINTINO BOCAIÚVA (jornalista e político): “Para este frio não há cobertor.”

TOBIAS BARRETO (filósofo e poeta): “Até a morte tem a sua lógica.”

ALFREDO TAUNAY (escritor e musicólogo): “Chegou a morte. Devemos tirar-lhe o chapéu”.

MARIA ANTONIETA (rainha, mulher de Luís XVI): “Malvado! Malvado! Não me descomponhas!”

YAROSLAWSKI (presidente do movimento internacional dos ateus): “Por favor, queimem todos os meus livros. Vejam o Santo! Ele já espera por mim, Ele está aqui.”

ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES (político): “Por favor, não me deixem morrer”.

DAVID HUME (ateista): “Encontro-me nas chamas!”


fonte:reporter net

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

INVISÍVEIS, MAS NÃO AUSENTES

Quando morreu, no século XIX, Victor Hugo arrastou nada menos que dois milhões de acompanhantes em seu cortejo fúnebre, em plena Paris.



Lutador das causas sociais, defensor dos oprimidos, divulgador do ensino e da educação, o genial literato deixou textos inéditos que, por sua vontade, somente foram publicados após a sua morte.



Um deles fala exatamente do homem e da imortalidade e se traduz mais ou menos nas seguintes palavras:



A morte não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra. Na morte o homem acaba, e a alma começa.



Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto. Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?



Eu sou uma alma. Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser. O que constitui o meu eu, irá além.



O homem é um prisioneiro. O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro.



Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz.



Assim é o homem. O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade. Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?



Por que não possuirá ele um corpo sutil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?



A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo. É por demais pesado para esta Terra.



O mundo luminoso é o mundo invisível. O mundo do luminoso é o que não vemos. Os nossos olhos carnais só vêem a noite.



A morte é uma mudança de vestimenta. A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.



Na morte o homem fica sendo imortal. A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo peso que faz nela.



A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.



As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz, aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.



O ponto de reunião é no infinito.



Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.



Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.


Fonte: A França chora seu maior poeta, do livro Victor Hugo e seus fantasmas, de Eduardo Carvalho Monteiro, ed. Eme

sábado, 7 de novembro de 2015

NÃO SOMOS NIVELADOS PELA MORTE FÍSICAS

É comum ouvirmos muitos dizerem que não há qualquer sentido em nos esforçarmos e prosperarmos neste mundo, porque afinal todos serão tragados pela morte, que é inexorável, de modo que segundo o parecer deles não há qualquer diferença entre os homens.

Todavia, não é isto o que nosso Senhor Jesus Cristo e os apóstolos nos ensinam nas Escrituras, porque se há morte física, há também morte espiritual e eterna, e foi principalmente deste último tipo de morte que Jesus veio nos salvar. 

Todo aquele que nele crê, segundo suas próprias palavras, passou da morte para a vida e já não morre mais. 

A morte espiritual e eterna a que estão sujeitas todas as pessoas foi vencida por Jesus para que passemos, perante Deus, do estado de mote para o de vida eterna e abundante.

Isto já no momento mesmo em que nos convertemos a Cristo, e para todo o sempre.

Os que nele creem “já não podem mais morrer” conforme Ele nos tem assegurado em Sua Palavra.

Ora, então há vantagem em que o jovem guarde o seu coração e se lembre do Seu Criador ainda nos dias da sua mocidade, porque há grande recompensa nisto, pois o que está em jogo é o prêmio da sua própria vida, pela vitória permanente sobre a morte, ainda que venha a morrer fisicamente. 

“Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.” (Lucas 20.36)

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” (João 11.25)

“Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.” (João 3.14) 

Silvio Dutra

sexta-feira, 17 de julho de 2015

CARTA ESCRITA ANTES DE MORRER

Esta carta foi deixada por uma jovem de 14 anos chamada Jéssica (minha vizinha), ela morreu em um acidente de moto (na BR 116 – Pelotas) aos 14 anos de idade no dia 29 de outubro de 2007. Eu tive em minhas mãos a carta manuscrita, e o mais interessante é que a história por ela escrita parece ser o registro da historia da sua própria vida.

Atenção:

Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa, jogavam bolinhas de gude, quando Joel o menino mais novo, disse ao irmão Juliano: Juliano eu te amo e nunca quero me separar de você. Sem dar muita importância ao que Joel disse, Juliano pergunta: Quer continuar jogando, ou falar besteiras? E os dois continuaram jogando ate anoitecer.

À noite o senhor Nelson, pai dos garotos, chegou do trabalho, estava muito exausto e mau humorado, pois não havia conseguido fechar um negócio importante. Ao entrar, Joel olhou para seu pai, sorriu e disse: "Papai, olá tenho uma coisa para lhe dizer..." Nelson, no auge do mau humor disse: "Joel eu estou exausto e nervoso, então não me venha com besteiras!" "Mas papai..." insiste Joel. "Já falei moleque!" Com as palavras ásperas do pai Joel ficou magoado e foi chorar no canto do quarto.

Na hora do jantar, dona Neiva, a mãe dos garotos, sentindo falta do filho, foi procurá-lo pela casa, até que o encontrou com os olhinhos cheios de lágrimas. Dona Neiva, espantada começou a enxugar as lágrimas do filho e perguntou: "O que foi Joel? Por que choras?" Joel olhou para mãe com expressão triste e lhe disse: "Mamãe, meu pai e meu irmão não prestam atenção em mim, mas mamãe eu a amo muito e não quero me separar de você!" Dona Neiva sorriu para o filho e disse: "Meu amado filho, você é muito especial, eu o amo muito, ficaremos juntos para sempre." Joel sorriu deu um beijo na mãe e foi se deitar.

No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, dona Neiva pergunta ao marido: "Nelson, o Joel esta muito estranho hoje, não acha?" Nelson muito estressado diz a esposa: "Esse menino só esta querendo chamar atenção. Deita e dorme mulher!" Então todos se recolheram e dormiram sossegados.

As duas horas da manhã, Joel se levanta, vai ate o quarto de seu irmão Juliano e fica observando o irmão dormir. Juliano, incomodado com a claridade, acorda e grita com Joel: "Seu louco apaga essa luz e me deixa dormir." Joel em silêncio obedeceu ao irmão, apagou a luz e se dirigiu ao quarto dos pais. Chegando, acendeu a luz. Seu Nelson acordou e perguntou ao filho: "O que aconteceu Joel?" Joel, em silencio só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai que nada havia ocorrido. Então seu Nelson, irritado, perguntou: "O que foi moleque chato?" Joel continuou em silêncio. Nelson já muito irritado berrou: "Então vai dormir seu doente!" Joel então apagou a luz e se dirigiu ao seu quarto e se deitou.

Chorando começou a chamar pelo pai: "Papai, papai..." algum tempo depois tudo silenciou-se.

Na manha seguinte, todos levantaram cedo. O seu Nelson iria trabalhar, a dona Neiva levaria os meninos para a escola. Mas Joel não se levantou. Seu Nelson, bufando entrou no quarto do garoto e gritou: "Levanta seu vagabundo!" Joel nem se mexeu. Então Nelson avança sobre o garoto e puxa com força o cobertor do menino com o braço direito levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebe que Joel estava com os olhos fechados e pálido. Nelson assustado colocou a mão sobre o rosto de Joel e pode notar que o seu filho estava gelado. Desesperado, gritou chamando a esposa e o filho Juliano para ver o que havia acontecido com Joel. Infelizmente o pior. Joel estava morto e sem qualquer motivo aparente. Dona Neiva, desesperada, abraçou o filho morto e não conseguia nem respirar de tanto chorar. Juliano desconsolado segurou firme a mão do irmão e só tinha forças para chorar. Nelson, em desespero, soluçando e com os olhos cheio de lágrimas, percebeu que havia um papelzinho dobrado no bidê ao lado da cama.

Nelson pegou então o pequeno pedaço de papel e havia algo escrito com a letra de Joel. Dizia o seguinte:

“Outra noite Deus veio falar comigo através de um sonho, disse a mim que apesar de amar minha família e ela me amar, teríamos que nos separar. Eu não queria isso mas Deus explicou que seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com medo. Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa: Juliano não se envergonhe de amar seu irmão. Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo. Papai, o senhor de tanto trabalhar se esqueceu de viver, mas nos momentos que eu tanto te irritei eu só queria lhe dizer: Eu te amo muito. E amo também todos vocês!!!

Moral da história: Presta atenção no que as pessoas lhe dizem ou querem lhe dizer, pois pode ser a ultima vez que você ouvira a voz dela. E do mesmo modo, presta atenção no que Jesus quer lhe falar hoje, pois amanhã pode ser tarde para você!

Daniel Popping

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MORREU ACABOU?

Se assim fora, no caso de seres morais, que têm plena consciência do valor do que é certo e do que é errado, e principalmente da sua existência, não haveria qualquer razão para temer um possível juízo futuro da parte de Deus.

Qual vantagem teria o que faz o bem sobre aquele que vive para praticar o mal?

Afinal, as vicissitudes da vida não atingem tanto a um quanto o outro?

Todavia, a nossa própria constituição moral e o tribunal instalado por Deus na nossa consciência, são os indicadores de um acerto de contas final, no qual haverá um julgamento de caráter eterno para recompensar os que praticam o bem com galardões e a vida eterna, e os que praticam o mal com castigos e uma condenação também eternos.

Concluímos então que não haveria qualquer sentido em sermos o que somos (seres morais) caso houvesse uma aniquilação total da nossa existência depois da morte física.

O espírito prossegue eternamente e comparecerá perante Deus para que suas obras sejam julgadas pela justiça perfeita divina.

Se não houvesse um juízo final de um Juiz perfeito, poderíamos dizer que isto configuraria a maior injustiça do universo, porque mesmo em nós, que somos imperfeitos, há uma clamor para que haja justiça tanto para recompensar o bem, quanto para punir o mal.

Por isso o próprio Deus puniu o pecado com um castigo de valor eterno e infinito, para que pudéssemos ser perdoados e satisfazer à demanda da justiça divina, quando Ele levou o seu próprio filho amado, Jesus Cristo, à cruz, para morrer no nosso lugar.

Silvio Dutra

sexta-feira, 7 de junho de 2013

MORRO PARA QUE VIVAS

Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa na arca, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração"

Gn 7.1.



Em junho de 1770, Porto do Príncipe, capital do Haiti, foi destruído por um terremoto. Em certa casa, a fiel serva correu para salvar a criança do seu patrão. Enquanto as paredes ruíam, ela agarrou nos braços a criança, e o telhado se abateu sobre ela. Os destroços atingiram de cheio a serva fiel, mas o bebê escapou ileso.



O corpo curvado da nobre mulher protegeu o infante, mas com o sacrifício de sua própria vida. Sua morte foi a salvação do pequenino ser que se achava aos seus cuidados. Ela morreu a fim de que a criança vivesse. Igualmente, na morte sacrificial de Cristo nossas vidas são salvas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O BOBO DA CORTE

Era uma vez um bobo da corte, tão bobo, mas tão bobo que o rei resolveu fazer uma brincadeira com ele.
Deu-lhe um bastão de madeira, no qual estava esculpida a seguinte frase: "EU SOU O BOBO MAIS BOBO DO MUNDO"; e ordenou-lhe:

- Bobo, você vai carregar este bastão todos os dias da sua vida, até que encontre alguém mais bobo que você. Quando isso acontecer, passe o bastão para aquele que for mais bobo que você e diga-lhe que eu ordenei que ele faça o mesmo.
E o tempo se passou. As pessoas viam o bobo carregando aquele bastão e zombavam dele. O bobo tentava passar o bastão a todos que encontrava, mas ninguém era tão bobo assim. Um dia o rei ficou doente e o bobo foi visitá-lo, pois gostava muito dele.
- Pois é, meu amigo. Estou velho e doente; logo vou morrer, disse-lhe o rei.

- Não, meu senhor, o rei nunca morre.

- Como você é bobo, meu amigo. É claro que até o rei morre. É por isso que até hoje você carrega o bastão que lhe dei. 

- E para onde o rei vai, depois que morre?

- Não faço a menor idéia, bobo.

- O senhor sabe que vai morrer, mas não sabe para onde vai?

- É isso mesmo, bobo.

- Então, meu senhor, com o devido respeito, esse bastão agora é seu.