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segunda-feira, 2 de março de 2026

NÃO APENAS FOLHAS

De manhã cedo, quando voltava para a cidade, Jesus teve fome. Ao observar uma figueira à beira do caminho, aproximou se dela, mas nada encontrou, a não ser folhas.

Mateus 21.18-19

Quantas vezes nos sentimos como essa figueira: incapazes de frutificar. Há folhas em abundância; o verde revela cuidado e boa terra, mas não há frutos agradáveis.

E, muitas vezes, o coração nem se entristece, porque acredita que isso é suficiente. No entanto, Jesus nos adverte a produzir frutos.

Frutificar pode não ser essencial aos olhos dos homens, mas, para Deus, é de grande importância. O próprio Senhor nos ensina: “ajuntai tesouros no céu”.

Quando produzimos frutos para Deus, esses frutos permanecem para sempre.

O mundo passa. A vida passa. Daqui a pouco estaremos todos mortos, e este mundo deixará de ter a importância que hoje lhe damos. No fim, só uma coisa levaremos deste mundo: os frutos que produzimos para Deus.

Fandermiler Freitas

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

ESCONDERIJO INVIOLÁVEL

Um antigo fidalgo possuía uma enorme fazenda, onde havia uma grande reserva florestal. Contudo, também  nas  proximidades do seu castelo encontravam-se  muitas  árvores  cultivadas. Entre elas estava uma muito especial,  por  conter  algo  de extraordinário valor aquisitivo ali escondido,  no  interior do seu tronco  espesso. Aconteceu  assim:  Encadeou-se  uma forte perseguição, que o envolveu diretamente,  e  chegou  o dia quando então aquele fidalgo precisou fugir,  deixando  o seu castelo acolhedor e tudo quanto tinha acumulado  naquela fazenda.  

Não houve tempo para a tomada  de  grandes  medidas antes da fuga, mas, temendo que os inimigos  descobrissem  o seu mais valoroso tesouro, colocou-o numa  caixa  de  metal, entregando-a a  um  criado  de  absoluta  confiança  para  o esconder  em  um  lugar  seguro. Era  grande  demais tal responsabilidade e o pobre criado ficou  muito  preocupado, sem saber com exatidão qual seria o melhor  lugar  para  se esconder um tesouro de tamanho valor. À procura de uma ideia salvadora,  andava  ele  de  um  para outro lugar, entre as árvores do jardim. De repente ele viu, no tronco de um carvalho ainda em formação, uma brecha  onde caberia aquela caixa preciosa. Buscou-a e ali depositou o tesouro, que permaneceu  fora  do  alcance  dos olhos de quem quer que por ali passasse. Os meses e os  anos foram passando e o carvalho tornou-se grande e  frondoso.  A criançada da redondeza muitas vezes se agrupou debaixo  dele para correr, trepar nos seus galhos e desfrutar  do  frescor natural oferecido por sua sombra. Embora fosse esse o  lugar preferido para brincar, nenhuma criança jamais  descobriu  o seu grande segredo!!! Afinal, transcorridos muitos anos, o fidalgo voltou.

Velhinho e alquebrado, contudo, ele  desejou  reaver  o  seu tesouro precioso. Chamou o velho criado, já  quase  cego,  e caminharam os dois lentamente para o jardim. Chegaram ao  pé do carvalho e já não havia mais a reentrância no seu tronco. O fidalgo ordenou que fosse cortado o carvalho. Quando  ele tombou, foi retirada do seu interior a caixa contendo o  seu mais  valioso  tesouro,  que  por  tanto tempo ficou ali escondido. Abrindo-a, lá estavam, intactas, as  jóias  mais raras que brilhavam à luz do sol! A Palavra de Deus, guardada  cuidadosamente  nos  corações, reflete o mais intenso brilho através dos  nossos  gestos  e ações, praticados em favor do nosso semelhante. 

“Escondi a tua Palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Salmos 119.11).

Desconhecido

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

UM TELEGRAMA DO CÉU

Um secretário da Sociedade Missionária Britânica visitou, em Calcutá, um negociante e pediu-lhe que o ajudasse na obra. Este preencheu um cheque de 250 dólares e o entregou ao visitante. Exatamente nesse momento foi trazido um telegrama. O negociante leu-o, e ficou perturbado.

— Este cabograma diz que um de meus navios naufragou, perdendo a carga. Isto vai alterar substancialmente meus negócios. Terei que dar-lhe outro cheque.

O secretário entendera perfeitamente, e devolveu-lhe o cheque preenchido de 250dólares. O talão de cheques foi de novo aberto, o comerciante preencheu outro, e lhe entregou. Ele leu com espanto. O novo cheque era de 1.000 dólares.

— O senhor não se teria enganado? - perguntou o secretário.

— Não - respondeu o negociante. - Não houve engano algum. 

E a seguir, com lágrimas nos olhos, disse:

— Aquele cabograma era uma mensagem de meu Pai que está nos Céus. Queria dizer: "Não ajunteis para vós tesouros na Terra."

3.000 Illustrations for Christian Service / D. P. Silva - Mil Ilustrações