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segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

NATAL

Conta-se de dois peregrinos que decidiram visitar a imortal cidade de Belém, por ocasião das celebrações do Natal. Partiram muitos meses antes, de modo que a chegada coincidiu com as festas natalinas. 

Um deles só pensava na viagem, na chegada a Jerusalém, a Belém e demais cidades e lugares santos, marcados por milênios de grandiosa história, o berço do Cristianismo. E, nesse espírito, fez sua peregrinação: em demanda dos santos lugares, não parou em outros lugares; nada viu na viagem longa e demorada, só lhe interessava chegar. O outro, à medida que caminhava e percorria as estradas, ia observando os lugares por onde passava. Quando descobria alguma necessidade, algum problema a resolver, demorava-se ali e ajudava a resolver o problema e a atender à necessidade. Por isso, pobre dele, jamais chegou a Belém para participar dos festejos natalinos, no mesmo lugar onde Jesus nasceu há dois mil anos. 

No entanto, dos dois, foi o segundo quem realmente festejou o Natal de forma apropriada. O primeiro só viu a festa, só a teve no dia de Natal; o segundo, embora não visse os acontecimentos de Belém, participou integralmente e durante toda a viagem do verdadeiro espírito de Natal. E, enquanto o outro viveu aqueles dias só para si, este viveu a viagem inteira para os outros, dando-se e proporcionando a muitos a felicidade do amor que nasce também em Belém, na pessoa daquele menino querido.

Fonte: conbcd.com.br

sábado, 24 de dezembro de 2022

UMA HISTÓRIA DE NATAL

A história de John Pierpont é uma seqüência de fracassos. Após formar-se na Universidade de Yale, iniciou sua carreira de professor, mas faltava-lhe energia para manter a ordem na classe. Por isso, fracassou como docente. Tentou a advocacia, mas era excessivamente escrupuloso, e os colegas mais espertos sempre levavam a melhor sobre ele. E mais uma vez fracassou. Resolveu ser comerciante, mas vendia muito barato e não sabia dizer não aos pedidos de fiado. Também fracassou.

Talvez o pastorado fosse o lugar ideal para uma pessoa tão generosa. Por isso, John Pierpont matriculou-se no curso de Teologia da Universidade de Harvard. Formou-se e foi ordenado pastor, mas fracassou também no pastorado. Tentou a política, porém não conseguiu eleger-se para nenhum cargo.

John Pierpont faleceu em 1866, com oitenta e um anos de idade, alquebrado por inúmeras frustrações. Seu corpo foi sepultado no Cemitério de Mount Auburn, em Cambridge, Massachusetts. E sobre seu túmulo há uma pequena lápide de granito, onde está escrito: JOHN PIERPONT - POETA, PREGADOR, FILÓSOFO, FILANTROPO. Ele viveu seus últimos anos num emprego muito humilde, numa das subseções do Ministério da Fazenda, em Washington, abrindo e fechando gavetas de arquivos.

Mas o nome de John Pierpont ficou gravado na história não por seus fracassos, mas por um grande sucesso. Numa fria tarde de inverno, enquanto caía a neve, ele escreveu numa partitura as notas de Jingle Bells, a canção que celebra a alegria de se deslizar pelo escuro gelado das noites brancas, num trenó puxado por um cavalo. Quase cento e cinqüenta anos após o falecimento de John Pierport, milhões de pessoas ao redor do mundo são embaladas por essa linda canção de Natal. Apesar de tantos fracassos, uma única canção foi o suficiente para gravar na História o nome de John Pierpont.

Muito mais importante do que ter o nome gravado na História é tê-lo escrito no Livro da Vida. Neste livro estão gravados os nomes daqueles que viverão eternamente felizes com Jesus. “Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Apocalipse 21.3,4). Foi para nos garantir essa felicidade que Jesus veio ao mundo. Ele nasceu, viveu e, por fim, morreu pregado em uma cruz para pagar pelos nossos pecados e nos garantir a salvação. A Bíblia diz: ”Dificilmente alguém morreria por um justo. Mas Deus prova o seu própria amor para co­nosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda peca­dores. Logo, muito mais agora, sendo justi­ficados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira” (Romanos 5.7-9).

- Rev Adão – Igreja Presbiteriana de Campinas http://www.ipcamp.org.br/

sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

SER CRISTÃO É SER UM PEQUENO CRISTO NESTA TERRA

E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. 
Mateus 1.21

E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens. 
Lucas 2.52


O Natal representa o nascimento de Cristo dia após dia em nossa vida. Ser cristão é ser um pequeno Cristo nesta terra, um discípulo de Jesus que vive de acordo com o que Ele ensinou com sua própria vida.

Querido irmão, que o Natal seja uma data especial para você e para todos os seus familiares. Que neste dia, vocês possam repensar sobre o que o nosso Senhor e Salvador veio ensinar-nos com sua vida e com seu relacionamento com Deus e com os homens!

Que o amor, o perdão, a alegria, a paz, a bondade, a mansidão, a tolerância, a compaixão e o domínio-próprio sejam constantes em nosso viver diário! Que a intimidade com Deus, a unção, a autoridade e o poder divino sejam desenvolvidos em nossa vida diariamente até chegarmos à estatura de Cristo!

Meu desejo de todo o coração é que você e sua família tenham Jesus reinando em sua vida, para que as marcas dele estejam impregnadas em tudo o que fizerem, em suas palavras e atitudes. E, assim, todos verão e sentirão a diferença em seu viver, sendo atraídos para Deus por sua vida, seu modo de ser e de agir.

Que Deus o abençoe cada dia mais!

Um forte abraço e Feliz Natal!

pastora Elizete Malafaia

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

A PROMESSA DE BELÉM

Um presente notável pode chegar num pacote comum! Foi assim em Belém.

Não pensamos muito no apóstolo Paulo em nossas reflexões Natalinas. Mas devíamos. As palavras dele em Filipenses 2:5-11 são o resumo mais eloquente da promessa Bíblica de Belém: “Cristo Jesus, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!

Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “The Bethlehem Promise”