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quinta-feira, 4 de junho de 2020

PROMESSAS

E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino.

Marcos 6.23

De vez em quando ouço alguém fazer uma promessa que sei que não vai ser cumprida. É o marido para a esposa, os filhos para os pais, os namorados , os alunos. Porque isto acontece? Porque temos o terrível defeito de agir sem pensar. Basta uma emoção a mais, um pouco de sentimentalismo e a gente pena que o coração é todo amor, dedicação, compromisso... e lá vai a boca falar mais do que devia.

Diz a Bíblia que o Rei Herodes viu uma linda jovem dançar e se encantou de tal forma que prometeu lhe dar o quisesse. Talvez, ele pensasse que ela fosse pedir jóias, terras, propriedades, vestidos, etc. Mas para sua surpresa, ela pediu a cabeça de João Batista num prato.

Deus não se agrada de quem não age pela razão. O homem precisa compreender que suas palavras são muito importantes para serem movidas só pela emoção.Para o Pai, uma promessa sempre é levada a sério. Salomão, sabendo disso, disse: Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o (Ecl 5.4)

Que Deus nos livre das palavras afoitas, ditas no calor do sentimento e nos ajude a olhar a vida de outro modo. Caso contrário, cairemos no mesmo erro de Herodes e acabaremos tragédia.

E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe. (Marcos 6 27-28)

terça-feira, 30 de abril de 2019

POBREZA E PROMESSA


"Fui moço, e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão."
 Salmo 37.25

- Que vai acontecer agora com a gente, mãe? - Charles perguntava. - Como iremos viver sem papai?

O menino de 10 anos estava achando difícil tomar o prato de sopa de hortaliças que a mãe colocara diante dele. E ficou olhando para o lugar vazio do pai na outra extremidade da mesa. Por quanto tempo ele ficaria na prisão? Seu pai era um homem bom. Seu único crime era a pobreza. Ele havia sido preso por causa de dívidas que não pudera pagar.

- Será que teremos de pedir esmola? - Charles perguntou.

Colocando o braço em torno do menino, a Sra. Dickens o apertou contra o peito, e quase não conseguiu esconder sua própria ansiedade. - Não, Charles. Deus nos ajudará. Temos de ter fé em Suas promessas.

E a mãe de Charles Dickens estava sem dúvida com a razão. Deus não os desamparou. Eles foram ajudados. A princípio Charles saía cada manhã para a loja de móveis levando algumas pequenas peças de mobília com que conseguiria algum dinheiro para o alimento. Veio então o dia em que teve de vender todos os seus livros - dez ao todo. Escrevendo sobre esta experiência, ele disse: "Quando vendi meus livros, senti como se meu coração estivesse sendo feito em pedaços." Quando não havia mais nada para ser vendido, Charles saiu à procura de trabalho. Conseguiu emprego numa fábrica de sapatos, e seu trabalho consistia em colar etiquetas. O trabalho era cansativo e as horas se arrastavam. A oficina de trabalho era suja e havia ratos em quantidade. Mas o que ganhava ali dava para sustentar a família até que o pai fosse libertado.

Com a volta do pai as coisas ficaram melhores. Charles foi para a escola e então obteve trabalho como ajudante de um advogado. Nas horas da tarde ele começou a escrever histórias.

Embora logo Charles Dickens tivesse ficado bem de vida, jamais esqueceu os anos de pobreza e de como Deus ajudou sua família. As experiências ajudaram-no a escrever David Copperfield, e 15 outras obras bem conhecidas.
Depois da Bíblia e das obras de Shakespeare, os livros de Charles Dickens, que nasceu neste dia do ano em 1812, têm sido mais editadas do que as de qualquer outro autor.

Deus mantém Suas promessas. Ele supriu às necessidades da família Dickens no distante passado na Inglaterra. E fará o mesmo com você, se confiar em Suas promessas.

Five Minute Biographies, Dale Carnegie, págs. 143-146.
When They Were C!1i1dren, Helena Welch, págs.96-102.

domingo, 14 de maio de 2017

DEUS CUMPRE SUAS PROMESSAS

Alguns meses atrás eu estava na cidade do Rio de Janeiro. Por causa da reputação das grandes cidades, o povo é inclinado a desconfiar dos estranhos. Entrei apressado na estação de Alfredo Maia para comprar uma passagem para S. Paulo e reservar um leito. Cada homem e mulher que estava na comprida fila era um estranho para mim. Na venda de passagens encontrei outro homem estranho também. Eu nunca o vira antes, e mesmo agora não o estava vendo bem. Pedi informações acerca do trem e do preço e ele cobrou 90 reais por uma passagem de ida e volta para S. Paulo, e 30 reais pelo leito. Tirei o dinheiro e o entreguei ao estranho, e ele me deu a passagem que era a garantia de uma viagem de ida e volta a S. Paulo, de primeira classe. Duvidei eu dele? Não, antes entreguei-lhe o dinheiro e recebi a passagem sem qualquer hesitação. 

Tomei minhas malas e dirigi-me para o trem. Perto do portão o condutor, outro estranho, fez-me parar e me pediu a passagem. Desconfiei dele? Nem um pouco ... O trem estava repleto de passageiros igualmente estranhos para mim. Eu não tinha nenhuma ideia de quem estaria dirigindo a grande locomotiva durante aquela noite enquanto estivesse dormindo, mas fui deitar sem preocupação. O velho trem corria através da escuridão sobre pontes, em túneis, curvas, e eu dormia calmamente, confiando minha vida aos estranhos. Não tinham eles prometido, por meio daquele bilhete, que eu chegaria ao meu destino? Sim, tinham prometido e eu confiava em sua promessa. 

Deus tem feito centenas, milhares de promessas em Sua palavra. Estão registradas para nós. Cremos nelas? Nós que confiamos em homens frágeis, sujeitos a errar, confiamos em Deus também? Se vocês sentissem uma forte dor no lado direito do abdome, ao consultar o médico ele lhes poderia dizer que era necessária uma imediata operação de apendicite. Vocês podiam estar longe de casa, entre estranhos, não obstante subiriam à mesa de operação e poriam a vida nas mãos de médicos e enfermeiras estranhos. Nem sempre podemos confiar nos homens, mas Deus "não retarda a Sua promessa". II S. Pedro 3:9. Se temos fé nos homens, por que não crer em nosso Pai celestial? A fé em Deus é uma das condições para que nossas orações sejam respondidas. "De fato, sem fé é impossível agradar a Deus". Heb. 11:6. 

George Müller, certa vez, estava contando a um amigo como sua fé se desenvolvera em vinte e cinco anos. O amigo estava curioso para saber o segredo. O Sr. Müller levantando bem alto uma velha Bíblia, respondeu: "Amigo, eu conheço o Livro e o Deus do Livro, porque o li acerca de cem vezes." Vocês já experimentaram esta receita? A Bíblia diz que "a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". Romanos 10:17. É por causa da negligência na leitura da Bíblia que predomina a incredulidade em nossa geração.

do livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro, 1966

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

DEUS CUMPRE SUAS PROMESSAS


Alguns meses atrás eu estava na cidade do Rio de Janeiro. Por causa da reputação das grandes cidades, o povo é inclinado a desconfiar dos estranhos. Entrei apressado na estação de Alfredo Maia para comprar uma passagem para S. Paulo e reservar um leito. Cada homem e mulher que estava na comprida fila era um estranho para mim. Na venda de passagens encontrei outro homem estranho também. Eu nunca o vira antes, e mesmo agora não o estava vendo bem. Pedi informações acerca do trem e do preço e ele cobrou 90 reais por uma passagem de ida e volta para S. Paulo, e 30 reais pelo leito. Tirei o dinheiro e o entreguei ao estranho, e ele me deu a passagem que era a garantia de uma viagem de ida e volta a S. Paulo, de primeira classe. Duvidei eu dele? Não, antes entreguei-lhe o dinheiro e recebi a passagem sem qualquer hesitação. 

Tomei minhas malas e dirigi-me para o trem. Perto do portão o condutor, outro estranho, fez-me parar e me pediu a passagem. Desconfiei dele? Nem um pouco ... O trem estava repleto de passageiros igualmente estranhos para mim. Eu não tinha nenhuma ideia de quem estaria dirigindo a grande locomotiva durante aquela noite enquanto estivesse dormindo, mas fui deitar sem preocupação. O velho trem corria através da escuridão sobre pontes, em túneis, curvas, e eu dormia calmamente, confiando minha vida aos estranhos. Não tinham eles prometido, por meio daquele bilhete, que eu chegaria ao meu destino? Sim, tinham prometido e eu confiava em sua promessa. 

Deus tem feito centenas, milhares de promessas em Sua palavra. Estão registradas para nós. Cremos nelas? Nós que confiamos em homens frágeis, sujeitos a errar, confiamos em Deus também? Se vocês sentissem uma forte dor no lado direito do abdome, ao consultar o médico ele lhes poderia dizer que era necessária uma imediata operação de apendicite. Vocês podiam estar longe de casa, entre estranhos, não obstante subiriam à mesa de operação e poriam a vida nas mãos de médicos e enfermeiras estranhos. Nem sempre podemos confiar nos homens, mas Deus "não retarda a Sua promessa". II S. Pedro 3:9. Se temos fé nos homens, por que não crer em nosso Pai celestial? A fé em Deus é uma das condições para que nossas orações sejam respondidas. "De fato, sem fé é impossível agradar a Deus". Heb. 11:6. 

George Müller, certa vez, estava contando a um amigo como sua fé se desenvolvera em vinte e cinco anos. O amigo estava curioso para saber o segredo. O Sr. Müller levantando bem alto uma velha Bíblia, respondeu: "Amigo, eu conheço o Livro e o Deus do Livro, porque o li acerca de cem vezes." Vocês já experimentaram esta receita? A Bíblia diz que "a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". Romanos 10:17. É por causa da negligência na leitura da Bíblia que predomina a incredulidade em nossa geração.

do livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro, 1966

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PROMESSAS QUE NÃO DEVERIAM SER FEITAS


Juízes 11:32 – “Assim, Jefté foi de encontro aos filhos de Amom, a combater contra eles; e o SENHOR os entregou nas mãos de Jefté.”

Uma promessa é uma promessa. Mas algumas, como a promessa de Jefté de sacrificar em holocausto quem quer que saísse para cumprimentá-lo em seu retorno, nunca deveriam ser feitas. Nos tempos bíblicos, uma premessa feita a Deus tinha tanta força quanto um contrato escrito entre duas partes, não que tenha perdido o valor ao longo dos tempos. Jefté, um bravo guerreiro, fez um pesado voto a Deus em retribuição à sua ajuda na conquista dos amonitas. Não está claro por que Jefté sentiu-se compelido a fazer essa promessa; de qualquer maneira, ela era desnecessária.


Não sabemos o que aconteceu a sua filha, a primeira pessoa que veio ao encontro dele, se foi queimada como oferta ou separada como virgem, negando assim qualquer esperança de descendentes a Jefté, uma vez que era filha única. O que sabemos é que seu voto trouxe-lhe um desgosto indescritível.

No meio da agitação pessoal, é fácil fazer promessas tolas a Deus. Quantas vezes você já pegou começando uma oração: “Deus, se o Senhor me tirar dessa, prometo que vou...?”. Essas promessas podem parecer muito espirituais quando são feitas, mas geralmente produzem apenas culpa e frustração quando somos forçados a cumpri-las. Jefté nos lembra do preço de fazer “acordos”, eles só trazem desapontamento. Ao invés de desejar promessas a Deus para o futuro, comprometa-se a obedecer-lhe hoje.

Deus não quer promessas para o futuro, mas obediência hoje.