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domingo, 12 de abril de 2026

DEUS TEM UM BOM PLANO

O esquema de Satanás para matar o Filho de Deus foi derrotado na cruz que ele projetou para Cristo. Se Satanás soubesse que a morte do Messias significaria morte para ele e vida para nós, ele nunca teria crucificado o rei. Ele nunca viu isso chegando.

E para que nunca nos esqueçamos, Jesus deu-nos a nossa própria celebração: “Ele tomou o pão, deu graças e partiu-o, dizendo: ‘Este é o meu corpo que vos foi dado;’ … Ele também tomou o copo, dizendo: ‘Este copo é a nova aliança no meu sangue, que é derramado por vocês.’” (Lucas 22:19-20).

Um corpo quebrado? Sangue derramado? O bem pode vir disso? A Santa Ceia diz: “Sim”. Você tem um bom Deus, que tem um bom plano, e esse plano é revelado em seu bom livro. A confusão e a crise de hoje serão a conquista de amanhã.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “God Has a Good Plan”

domingo, 19 de outubro de 2025

MAIOR CRIME OU MAIOR AMOR?


Sendo este entregue pelo determinado desígnio
 e presciência de Deus, vós o matastes...

At 2.23

A morte de Cristo foi o maior crime da história. Mataram-no por motivo torpe, a inveja. As testemunhas que o acusaram eram falsas. Seu julgamento foi um gritante erro jurídico. O juiz que o sentenciou à morte estava convencido de sua inocência. Judas o entregou por ganância. Os sacerdotes o prenderam por inveja. Pilatos o sentenciou por covardia. Esse maior crime da história, entretanto, não foi um acidente, mas uma agenda. Jesus foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus.

Esse auspicioso fato, porém, não isentou seus executores de responsabilidade, pois o apóstolo Pedro afirmou: “... vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos”. Esta foi a faceta sombria acerca da morte de Jesus Cristo. Há outra e, gloriosa: A morte de Cristo foi a maior expressão de amor. Jesus não foi para a cruz porque Judas o traiu, nem porque os judeus o entregaram, nem mesmo porque Pilatos o sentenciou. Ele foi para a cruz porque o Pai o deu por amor. Ele foi para a cruz porque se entregou, voluntariamente, como sacrifício pelo nosso pecado.

ORE: " Senhor Deus, para ti não há acasos. A história se desenrola sob o comando da tua palavra. E eu creio que a morte de Cristo foi a execução de um plano eterno de amor. Em nome de Jesus.

Fonte: http://www.lpc.org.br

sexta-feira, 18 de abril de 2025

A MORTE DE JESUS

Jesus foi o plano perfeito de Deus! Jesus foi o presente do Criador enviado a todos os homens. Deus depositou sobre seu Filho a esperança de levar o homem ao santuário e abrir o acesso ao céu.

Jesus Nasceu em Belém para cumprir as profecias. Fugiu para o Egito. Foi batizado no Rio Jordão e iniciou seu ministério com milagre, curas, sinais e poder. Seu trabalho consistia em anunciar o Reino de Deus aos homens.

Morreu numa cruz como sacrifício pela humanidade. Deus exigia um cordeiro sem defeito e foi isso que Jesus fez ao se entregar a si mesmo. Tornou-se o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Hoje, convém mergulhar o coração em gratidão e, lembrar que Deus aceitou o sangue de Cristo para que eu tivesse a liberdade de me aproximar dEle. Louvemos a Jesus por sua morte remidora.



sexta-feira, 29 de março de 2024

PELO SANGUE

... E o sangue de Jesus seu filho nos purifica de todo pecado.

1 João 1.7

A Páscoa é a data mais importante do cristianismo. Ela simboliza, para todo cristão, a vitória de Jesus sobre a morte. As consequências desse fato são gigantescas: perdão divino, livre acesso ao Pai, a possibilidade do homem se tornar Filho de Deus e etc.

Quando paro para pensar naquele domingo em Jerusalém quando Jesus reviveu, meu coração não entende como Deus conseguiu assistir toda a cena do gólgota sem se manifestar e, a minha alma jubila de gratidão por Jesus derramar o seu sangue por mim amar.

É preciso dizer que tudo o que foi conquistado na cruz, foi pelo sangue de Jesus. Sangue puro e inocente e pelo grande amor do Pai que foi capaz de nos amar a tal ponto de permitir seu Filho amado tornar-se o nosso cordeiro pascal.

Renascer Praise, Pelo Sangue



Fandermiler Freitas

quinta-feira, 28 de março de 2024

UM ATO DE AMOR

Na década de 1960, no auge da Guerra do Vietnã, um orfanato situado em uma aldeia administrada por missionários foi atingido por um bombardeio. Dezenas de crianças morreram na hora e muitas outras ficaram feridas. Entre elas estava uma menina de oito anos, em estado muito grave. Essa criança precisava de sangue com urgência, mas rapidamente os médicos missionários descobriram que ninguém da equipe era compatível com aquele tipo sanguíneo.

Então, eles se reuniram com os moradores da aldeia e com a ajuda de um intérprete, explicaram a situação da menina. Contudo, a maioria dos moradores não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Depois de testarem o tipo sanguíneo dos poucos candidatos, a equipe médica chegou à conclusão de que somente um menino tinha condições de ajudar a criança.

Após realizarem os procedimentos necessários, deitaram o garoto em uma cama ao lado da menina e inseriram uma agulha em sua veia. Enquanto o sangue era coletado, ele continuava quietinho, com os olhos fixos no teto. Depois de alguns minutos, o menino deu um pequeno soluço e com a mão que estava livre, tapou o rosto tentando esconder as lágrimas. O médico, então, pediu para o intérprete perguntar ao menino se ele estava sentindo dor. Ele respondeu:

_ Não, moço. Pode continuar.

Porém, não demorou muito para que o soluço e as lágrimas voltassem. Preocupado, o missionário pediu para ao intérprete para descobrir o que estava fazendo aquele garotinho chorar. O enfermeiro conversou tranquilamente com ele e, em seguida, explicou ao médico o porquê do choro:

_ Ele achou que ia morrer. Ele não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.

Espantado, o médico missionário se aproximou da criança e, com ajuda do intérprete, perguntou:

_ Se você achava que iria morrer, por que se ofereceu para doar seu sangue?

Com o coração cheio de amor, o menino respondeu:

_ Porque ela é minha amiga e eu preferia morrer no lugar dela.

Esse menino foi àquele lugar determinado a salvar a vida da amiga, mesmo achando que para isso, teria que morrer. Do mesmo modo, Jesus veio à terra para salvar as nossas vidas. Ele sabia que teria que derramar o Seu sangue numa cruz, mas mesmo assim não pensou duas vezes em fazê-lo. O Seu amor pela humanidade e o desejo de nos salvar foi muito maior do que o medo da morte.

"Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda seremos salvos da ira de Deus por meio dele!" (Romanos 5:7-9)

"Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos" (1 João 3:16).

Fonte: http://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/um-ato-de-amor#ixzz43tDnnKNE

sábado, 8 de abril de 2023

A COROA

E, tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e em sua mão direita uma cana; e, ajoelhando diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, Rei dos judeus.

Mateus 27.29

Jesus Enfrentou a morte com coragem e determinação. Cumpriu todas as exigências para salvar o pecador e seus sangue tem todo o poder de apagar o passado e tornar o homem puro diante de Deus. Os discípulos sepultaram o mestre e voltaram para Jerusalém tristes e desanimados.

O sábado foi de silêncio e medo. A tristeza de quando se perde alguém que se ama e o pavor do amanhã invadiam a alma. Lembranças percorriam os corredores do coração como se fossem flechas atiradas, ferindo o corpo e fazendo as lágrimas gritarem de vez em quando.

Não estou naquela casa com os discípulos, mas meu coração sempre volta o olhar para a cruz e se detém na coroa do mestre. Ela não era de ouro ou diamantes. Era de espinhos... de espinhos e feriam, faziam sangrar.

Uma coroa que tinha como objetivo humilhar e machucar tocou meu coração, porque ela era para ser minha e me ferir.

A Coroa - Raiz Coral.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

O MAIS ESCURO DOS DIAS

"Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades;... e pelas Suas pisaduras fomos sarados."

Isaías 53:5.

Para muitos que estava observando, este foi o dia mais inesquecível da vida. Para a figura central do drama foi um dia de agonia e horror. Para os amigos do Homem foi um dia de tristeza e desespero. Para os soldados romanos foi um longo dia que teve início nas primeiras horas da manhã dessa sexta-feira, quando foram ao Jardim de Getsêmani para prender o Homem.

Agora o mais escuro dia da história humana estava quase findo. O Homem estava suspenso na cruz entre dois ladrões. Sua mãe permanecia próximo chorando. Os soldados lançavam sortes sobre Suas vestes. A multidão se colocou sobre as rochas do Gólgota para vê-Lo morrer.

A carne do Homem estava lanhada pelos golpes que Ele havia recebido. Sangue corria da cabeça ferida. A dor fazia vergar-Lhe o corpo. Ele linha sede. Seus ressequidos lábios proferiram as palavras:

"Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?" "Ele salvou aos outros, e a Si mesmo não Se pode salvar. Desça agora da cruz, se é o Cristo, o Rei de Israel, para que vejamos e creiamos", a multidão zombava.

Cristo poderia ter descido da cruz. Ele não precisava morrer de morte tão cruel e padecer tamanha afronta. Não precisava suportar a tortura e a vergonha.

Mas ali ficou Ele, por você e por mim. Foi punido para que você pudesse ser livre. Sofreu, para que você fosse salvo. Ele morreu, para que você pudesse viver.

Não podemos ter certeza absoluta de que o dia 7 de abril do ano 30 A O seja a data correta da morte de Cristo. Alguns bons estudiosos acham que sim. Outros, igualmente bons estudantes, pensam que foi dia 27 de abril do ano 31 A.D. Mas tenha acontecido no dia de hoje ou em qualquer outra data, não importa realmente. O importante é que aconteceu. Jesus morreu - e Ele o fez por você e por mim. Por quê?

Porque nos ama; ama a você e ama a mim.

Como é possível que exista semelhante amor, jamais o compreenderemos plenamente. Apenas podemos exclamar com emoção: "Maravilhoso amor!"

SDABAC, vol 5, págs. 251-254.

domingo, 22 de janeiro de 2023

ELE TOMOU O MEU PECADO


Denalyn e eu havíamos desfrutado de um bom jantar num restaurante local. Quando recebemos a conta, um membro da igreja nos avistou e veio até nós. Depois que conversamos alguns momentos, ele tomou a nossa conta. “Eu cuido disso,” ele falou. Sabe o que? Eu o deixei fazer o que queria. Eu deixei ele cuidar da conta.

Um dia ficaremos diante de Deus. Todos nós estaremos presentes. Todos nós teremos que dar conta das nossas vidas… cada pensamento, cada ato, cada ação. Se não fosse a graça de Cristo, isso para mim seria um pensamento aterrorizante. No entanto, segundo a Escritura, Jesus veio “tirar os pecados do mundo” (João 1:29). Naquele dia, eu apontarei para Cristo. Quando minha lista de pecados é produzido, eu indicarei a ele e direi “Ele cuidou.” Deixe ele cuidar dos seus.

Max Lucado

quinta-feira, 2 de abril de 2015

QUINTA-FEIRA

Quinta-feira chegara, os discípulos se reuniram numa casa em Jerusalém. Foi feita uma ceia. Todos estavam à mesa. Eles comiam tranquilamente como foi um dia normal, mas Jesus pegou o pão, partiu e falou sobre sua dor sofrimento e morte. Depois, encheu um cálice com vinho e comparou-o com seu próprio sangue.

A Bíblia narra que cantaram um hino e Jesus os conduziu ao monte das Oliveiras. Uma lua cheia iluminava as parreiras. Foi ali que o Mestre proferiu João Capítulo 15, comparando o Pai com o agricultor e cada um de nós com um ramo. Alguns secos em sem frutos; outros verdes e repletos de cachos de uvas.

Não sei o que passou no coração de Judas para trair Jesus, mas não posso julgá-lo, pois eu mesmo, muitas vezes, também o faço e, às vezes, por menos de 30 moedas de prata. Judas traiu-o com um beijo e eu?

A multidão cercou Jesus e o levou preso. Quinta-feira termina assim... Os discípulos dispersos, Judas com suas moedas, Jesus na casa do Sumo sacerdote. O plano de Deus seguia calmamente em direção a salvação.

Hoje, mais de dois mil ano, precisamos agradecer a Deus por todo o sofrimento e por Jesus permanecer firme no propósito de nos oferecer a possibilidade de entra pela porta que conduz o homem ao céu.

Fandermiler Freitas

domingo, 29 de abril de 2012

OS LADRÕES DA CRUZ

Olhemos, neste momento, para a montanha solitária onde estão cravadas três cruzes. Jesus está no meio. Ao Seu lado dois ladrões. O Mestre está a pregar o Seu último sermão. O Seu púlpito é uma cruz. O Seu auditório, apenas duas pessoas: dois homens que nunca quiseram saber nada de Jesus; dois ladrões que, em decorrência dos seus erros, estão ali, pendurados na cruz, à espera da morte.

Mas, porque razão estes dois ladrões foram castigados assim? Aqui há algo que precisamos entender. De Jerusalém saíam dois caminhos: um descia para Jericó que estava na parte baixa e o outro, subia para o Gólgota.

No primeiro caminho, quem ia para Jericó era frequentado por ladrões que se escondiam nas sombras da noite para matar, roubar e violentar. Daí surgiu a parábola do Bom Samaritano que nos fala de um homem que foi assaltado no caminho que descia para Jericó (Lucas 10:25-34).

O que esses homens que se escondiam nas trevas da noite não sabiam é que por terem descido para Jericó, teriam que subir para o Calvário, porque mais cedo ou mais tarde a sociedade os prenderia e seriam julgados e condenados.

Como era essa condenação? Eram condenados com a pena de morte, a pena de crucifixão.
Hoje, não podemos compreender plenamente o que isso significava. Na realidade a pena de morte por crucifixão não era tão simples como a morte na cadeira eléctrica, na câmara de gás ou por fuzilamento.

Esta morte era cruel, terrível, miserável – a pior das mortes. A sociedade tinha inventado este tipo de morte para vingar-se dessa gente ameaçadora e que colocavam a vida em perigo de pessoas inocentes. As pessoas cansavam-se!

Se roubarem o nosso carro, não ficamos irados?
Não sentimos raiva quando entram na nossa casa e levam os nossos bens? Não fica com raiva, quando essa gente a quem não fizemos nada de mal invade a nossa privacidade e matam os nossos queridos?

Por isso, a sociedade em Jerusalém, cansada dos abusos desses marginais, inventou uma morte cruel. E em que consistia a morte por crucifixão?

Deitavam a cruz no chão e sobre ela amarravam o condenado. Pregavam as suas mãos e pés. Mas ninguém morre porque alguém lhe fez dois buracos nas mãos. Se os pregos fossem colocados na cabeça, no coração, seria diferente, mas nas mãos o máximo que pode acontecer é sangrar.

Então, o objectivo desse tipo de morte, ao pregar-se as mãos e os pés, não era matar imediatamente, mas castigar da pior forma possível. Veja como isso acontecia.

Depois de pregarem o condenado, levantavam a cruz. Então as coisas começavam a ficar difíceis para o bandido, porque com o peso do corpo as carnes começavam a rasgar-se, o sangue começava a sair em torrentes e devido ao sangramento, o ladrão enfraquecia, ficava debilitado.

Durante quanto tempo essa pessoa ficava pendurada na cruz? A lei dizia que o seu corpo só poderia ser retirado da cruz depois de morto. E quanto tempo durava esse processo até à morte? Dependia da resistência do condenado. Alguns resistiam seis horas, outras doze horas, vinte e quatro horas. Alguns resistiam dois, três dias, sem comida, sem bebida e a sangrar. A única autorização era passar-lhe de hora em hora um pouco de vinagre nos lábios, mais nada.

Ali ficava ele pendurado. De dia o Sol queimava. Imagine o sangue a secar nas mãos, as moscas pousavam em cima do seu corpo ensanguentado e ele sem mãos para se mexer, defender-se. E, com a febre a aumentar, sentia muita sede...

Quando a noite chegava, o frio gelado como uma chicotada castigava o seu corpo ferido e seminu. Alguns contraiam pneumonia e morriam. Outros enfraqueciam lentamente, gota a gota.

Era uma morte terrível, porque além de se sentir intensa dor, o crucificado tinha tempo necessário para lembrar-se de toda a sua vida passada, de todos os seus erros. Chegava um momento em que ele não aguentava mais. Chegava a um momento em que ele gritava aos soldados lá em baixo: “Por favor, tenham piedade de mim, matem-me, matem-me, dêem-me o golpe final, não aguento mais!”

Mas os soldados diziam: “Não! Tu tens de morrer lentamente e lembrar-te de tudo o que fizeste no caminho de Jericó. Como roubaste, assaltaste, mataste gente inocente, pacífica e que nunca te fez nada. Morre aí, derrama a tua vida gota a gota.”

Agora eu quero que imaginem comigo o Calvário. Três cruzes lá na montanha. Dois tinham motivos suficientes para morrer; o do meio era o que mais tinha motivos, porque o da direita e o da esquerda pelo menos morriam somente por eles, mas o do meio morria pelos outros.

Uma das coisas impressionantes em Jesus é que ao nascer foi rodeado por animais (Lucas 2:6,7) e, ao morrer, por criminosos. Ao morrer, não escolheu ficar ladeado dos melhores cidadãos, dos homens mais ilustres. Não escolheu morrer rodeado por homens famosos, como artistas da TV, jogadores de futebol, políticos. Ao morrer, foi rodeado por dois bandidos. Porque foi deste modo?

Jesus foi sempre coerente. Quando esteve nesta Terra andou e com os excluídos da sociedade, os considerados pecadores. Quando lemos o Novo Testamento vemos que Jesus anda com ladrões, publicanos, prostitutas, a ralé, os párias da sociedade. Que mãe gostaria de ter um filho assim?

Lucas 15:2 “E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.” Jesus misturava-se com pecadores. Viveu entre pecadores. Mas o que mais nos impressiona é que quando morreu, escolheu morrer entre pecadores. Morreu cravado, pregado entre dois ladrões. Dois seres humanos em quem a sociedade tinha perdido toda a esperança de recuperação e por isso iam morrer.

Dois seres humanos selvagens, imorais, sem sentimentos, que passaram toda a vida no pecado. Ou se calhar desviaram-se do caminho certo? Até aos 17 ou 20 anos iam à Sinagoga com os pais! Depois zangaram-se com alguém na Sinagoga e foram-se embora!

Mas, Jesus parece que escolheu, (Gál. 1:4) porquê? “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas 19:10) Ele escolheu morrer entre os pecadores porque tinha uma missão. Queria transformar a vida daqueles homens. Aí estava a grandeza do ministério de Cristo.
* Viveu entre pecadores para os salvar,
* e morreu entre pecadores para os salvar.

Quando Se separava da multidão era unicamente para receber poder do Seu Pai e logo saía para pregar, transformar vidas e mostrar o amor maravilhoso do Pai.

Assim, nunca nos devemos esquecer de que o nosso Senhor Jesus que conhecia tudo, que sabia tudo, gastou a Sua vida para transformar pecadores e exalou o último suspiro acreditando nos piores seres humanos.

Isso quer dizer que o ministério de Cristo teve resultado? Sim e não! Não, porque um dos ladrões, olhou para Ele e disse: “Se Tu és o Cristo salva-te e salva-nos.” - “Se tu és o Cristo”- lembram-se do que Satanás disse a Cristo lá no deserto? “Se tu és o Cristo, lança-te ...” - Lembram-se do que os sacerdotes disseram? – “Se tu és o Cristo, desce da cruz.” E, agora, o ladrão disse: “Se tu és o Cristo, salva-te...”

O problema desse homem é que ele não sentia necessidade espiritual, estava consciente, apenas, da sua necessidade física. Não estava arrependido, não confessou. Ele somente queria alívio para a difícil situação em que se encontrava.

Esse homem mostra a realidade de todos os tempos. Milhões de pessoas seguem a Jesus simplesmente por interesses terrenos. Porque Jesus pode curar ou derramar uma bênção para encontrar um bom emprego, ou porque pode tirar o filho da miséria em que está a viver ou porque pode trazer o marido ou a mulher de volta.

São as motivações ocultas que muitas vezes trazemos no coração. Qual é a nossa motivação para seguir a Jesus? Pense no raciocínio do primeiro homem: “Se tu és o Filho de Deus, salva-me. Porque se me salvares, se me tirares da cruz, acreditarei que Tu és o Filho de Deus. Se tu me curares, saberei que tu és o Filho de Deus. Se não me curares, então qual é o mérito em Te seguir?”

Quer isto dizer que desejar ser curado é errado? Claro que não! Peça a Deus um milagre. Acredite no poder divino, mas não faça disso a motivação para seguir a Jesus. Quero segui-Lo sem esperar nada d´Ele. Quero segui-Lo simplesmente porque Ele me amou primeiro. E você? 


Cruz - trazendo a arca 

domingo, 18 de outubro de 2009

JESUS MORREU POR NÓS


Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo: Tremeu a terra, fenderam-se as rochas.

Mateus 27.51


Chegamos a mais um domingo e novamente relembramos aquele dia em que o nosso Senhor se entregou livremente por cada um de nós.


Jesus foi condenado à morte pelo de inquietar as autoridades da época e para cumprir a promessa de Deus, de que um libertador viria para restituir a liberdade aos homens que haviam se desviado pelo seu próprio caminho levando-os à perdição. Quando o filho do Homem estava na Cruz realizando a vontade de seu Pai, foram registrados vários fenômenos, e que foram descritos por Mateus no seu livro.


Durante todo o capítulo 27, são registrados momentos de forte desprezo para com o filho de Deus. Os escárnios, isto é, as zombarias que sofreu o Jesus também são relatadas como pode ser visto nos versículos 28 a 31. Além do escárnio, Jesus foi tratado como mais um condenado ao ser crucificado com dois salteadores, um à direita e outro à esquerda.


Contudo apesar dos homens o rejeitarem, pensado que fosse mais um condenado por justa causa, algumas coisas ao redor não trabalharam juntas para mostrar ao mundo que o crucificado, era diferente. O céu escureceu por cerca de três horas, a separação entre Deus e o homem simbolizado por um véu, rasgou-se de alto a baixo, a terra tremeu, as rochas se fenderam, e fenômenos sobrenaturais ocorreram mencionado no livro de Mateus: “Abriram-se os sepulcros e muitos corpos de santos que dormiam, ressuscitaram.”.


Certamente não foi uma morte qualquer, foi a do filho de Deus! Foi necessária assim, somente uma pessoa inculpável poderia resgatar condenados. Lá no Calvário, no lugar da Caveira, Deus mostrou ponto mais alto de sua misericórdia em favor da humanidade – O sacrifício do seu unigênito.


Tenha um bom domingo!