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sábado, 19 de outubro de 2024

ACERTANDO AS CONTAS COM O PASSADO POR CAUSA DOS FILHOS

Causou espanto na delegacia de Juazeiro, norte da Bahia, na tarde do dia 31/8/2010, a chegada do desempregado Jailton Araújo Costa, de 35 anos, que resolveu se entregar espontaneamente à polícia após 10 anos como foragido da Justiça. Ele tinha sido condenado a cumprir pena de cinco anos por assalto, mas fugiu quando já estava no regime semiaberto.

Segundo o delegado, o homem “entrou na delegacia dizendo que queria se entregar para cumprir o resto da pena. Quando perguntamos quando ele tinha fugido, ele respondeu que fora no ano de 2000”.

O policial verificoi a ficha de Jailton no site da Secretaria de Segurança Pública da Bahia e constatou a existência de dois processos abertos contra ele, por roubo. Jailton cumpria pena na cidade vizinha de Sobradinho, distante 40 quilômetros de Juazeiro.

O condenado revelou ter fugido à pé, como andarilho, até São Paulo, e voltou para a Bahia do mesmo jeito, caminhando mais de 2.000 km. Foram dez meses na ida e sete na volta.

-- Estava com pressa para chegar e pagar logo o que devo --, disse Jailton.

Ele explicou ainda que decidiu voltar porque estava enfrentando muita dificuldade, sem conseguir trabalho e sem documentos, pois não podia revelar a sua identidade. Não podia sequer registrar os dois filhos menores, que deixou na capital paulista com a mulher.

-- Voltei pelos meus filhos. Vou cumprir minha pena até o fim, custe o que custar. Vou limpar meu nome, para poder retornar e registrar os meus filhos -- afirmou.

Jailton nasceu em Sobradinho, onde foi condenado em 1998, cumpriu quase dois anos, quando fugiu para a capital paulista, onde moram alguns dos seus familiares. Em São Paulo chegou a trabalhar como biscateiro, mas nunca pode encontrar um emprego formal com carteira assinada devido à falta dos documentos.

O delegado explicou que o fato de Jailton ter se entregado não torna a pena mais branda. Ao contrário, ele terá que cumprir toda a pena em regime fechado, perdendo assim o benefício do regime semiaberto.

(Fonte: FOLHA DE S. PAULO

quarta-feira, 15 de maio de 2024

O CORPO É MAIS QUE O ALIMENTO

Por isso, eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida... Porque a vida é mais que o alimento

Lucas 12.22-23

Por que o ser humano se preocupa tanto? A gente acorda, vai a luta, sofre, esforça-se, enfrenta os medos, põem a cara para bater, vence, perde. E para que se no final, a gente compreende que precisa de tão pouco para viver? Na verdade, as nossas preocupações, no geral, são vãs e desnecessárias.

A vida é assim... viver nunca foi fácil. Mas Jesus disse algo importante sobre as inquietações do homem - elas precisam obedecer uma ordem para que o coração não seja levado pelo medo do futuro.

1. O alimento não é mais do que o corpo - Quem descobre essa verdade, vive melhor. Não é influenciado pela tristeza de não ter uma boa comida, não fica frustrado com aniversários não realizados, nem com as ceias simples de natal. A felicidade não está no banquete, mas na amizade, no convívio, na oportunidade de viver em harmonia, em encontrar os amigos, a família, os irmãos.

Quando a gente compreende que existe algo maior nas "festas de fim de ano" ou nos encontros do que a comida, vamos aprender a viver melhor e a aproveitar melhor o tempo - As pessoas e suas complexas personalidades são as coisas mais importantes da sua vida!

Não é preciso se preocupar tanto! É preciso viver bem e conviver em paz, em harmonia e com alegria! Neste contexto é mais feliz quem ama mais as pessoas e se preocupa menos com as coisas.

Fandermiler Freitas

quarta-feira, 13 de março de 2024

O MEU SUCESSO É UM FRACASSO!

Pergunta-se ao cristão moderno: muitas pessoas estão comparecendo aos encontros? Você e suas mensagens se tornaram populares? A comunidade cristã está aplaudindo e admirando o seu trabalho? Se sim, então você é um sucesso... mas, pra quem?

O fato do nosso trabalho está crescendo e se espalhando de tal maneira que a nação inteira, ou mesmo o mundo todo, está ouvindo falar de nós, não confirma a satisfação de Deus com o que estamos fazendo. “HONESTAMENTE, ATÉ MESMO UM VÍRUS PODE SE ESPALHAR RAPIDAMENTE E SE TORNAR MUNDIALMENTE FAMOSO”...

Hoje em dia, parece haver um critério que as pessoas admiram. Quando outras pessoas olham para nosso trabalho, normalmente estão tentando ver uma coisa. Eles querem ver se somos bem sucedidos ou não. O padrão do mundo é este normalmente:"Há um sucesso visível? A obra está se expandindo? Há alguma evidência concreta de êxito?" Se houver, nossa obra é admirada e aprovada. Se não houver, ela será ridicularizada e desprezada. Este é o padrão do mundo.

Mas o padrão de Deus é completamente diferente. Seu padrão é a obediência. Sua aprovação ocorre se estamos trabalhando de acordo com os Seus planos, se não estamos, então não há aprovação. Os caminhos de Deus frequentemente são misteriosos. Ele não usa os meios e os métodos do mundo. Muitas vezes Suas obras são ocultas, pequenas e inesperadas. Entretanto, com o passar do tempo, elas produzem os resultados mais excelentes.

Jesus, o Filho primogênito de Deus, também foi desprezado e rejeitado pela maioria (Is 53:3). Embora gozasse alguns períodos de popularidade, Ele sabia que os homens frequentemente estavam se congregando com Ele por razões erradas. Quando Ele lhes falava algo mais duro, que exigia um compromisso maior da parte deles, muitos se viravam e O deixavam. NO FINAL DE SEU MINISTÉRIO TERRENO, JESUS ESTAVA SOZINHO.

No auge de Seu trabalho sobrenatural, todos os Seus seguidores O abandonaram. Quem, naquela época, poderia dizer que o trabalho de Jesus e de seus discípulos foi um sucesso? Ele, o líder, foi morto, e todos os Seus seguidores foram dispersos, no entanto, a obra de Jesus Cristo foi o maior acontecimento da história e do cosmo.

O sucesso aparente não é, e nunca poderá ser, a medida de nosso trabalho para Deus.

Alguns trechos do Livro “Deixe meu povo ir!” editora Grão de Trigo

Visite o Site:
http://igrejadetodolugar.blogspot.com.br/2012/09/o-meu-sucesso-e-um-fracasso.html

Postado por Eduardo Alexandre

segunda-feira, 11 de março de 2024

AMANHÃ, É OUTRO DIA

Sempre gostei de gatos, na minha infância vivia com eles no colo. Um dia, já de tardezinha, quase noite, fui juntamente com minha irmã até a vizinha para buscar gelos com o propósito de fazer uma limonada, e levei o gato no colo. Ao chegar à casa da vizinha que na verdade distanciava um quarteirão de casa, o cachorro dela avançou em meu gato, e este por sua vez, correu velozmente até um pé de mamão.

Na minha pouca idade, fiquei desesperada, chamava o gato, espantava o cachorro e nada. O cachorro continuava a latir e o gato a subir cada vez mais alto. Eu não queria sair dali e deixar o meu gato.

Mas era necessário voltar com os gelos para minha mãe, fui chorando de tristeza, achando que nunca mais veria o meu gato. Quando cheguei, minha avó disse:- Pare com a choradeira, amanhã é outro dia, ele volta, e tudo ficará bem. Ainda assim, eu fui deitar chorando. Pela manhã, quando acordei, o meu gato estava ali no quintal. Que alegria! É como diz a palavra:- Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. 

O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo. Salmos 30:5. 

Hoje, quando passo por provações, choros, insônias e preocupações. Reflito a passagem da minha infância, onde fiquei tão ansiosa, com medo de não ver o meu gato nunca mais, e de manhã, lá estava ele. Não fique apreensivo. Não fique preocupado. Deus está no controle de tudo.

Ainda que a noite seja escura e triste, de manhã o sol aparecerá brilhando e aquecendo as nossas vidas, e se for um dia sem sol. A luz do dia já reflete a esperança de um novo amanhecer. Descanse somente em Deus. Amanhã é outro dia. 

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará. Salmos 91:1.

Valéria Belotti

sábado, 9 de março de 2024

UMA LIÇÃO DE VIDA

No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.

Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser.

Ela disse: “ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade.”

Eu ri, e respondi entusiasticamente: “é claro que pode!”, e ela me deu um gigantesco apertão.

Não resisti e perguntei-lhe: “por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?”, e ela respondeu brincalhona: “estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar.”

“Está brincando”, eu disse. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: “eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!”

Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um milkshake de chocolate. Nos tornamos amigos instantaneamente. Todos os dias nos próximos três meses nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela “máquina do tempo” compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.

No decurso de um ano, Rose tornou-se um ícone no campus universitário, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse. Ela adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida! No fim do semestre nós convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Jamais esquecerei o que ela nos ensinou.

Ela foi apresentada e se aproximou do pódio. Quando ela começou a ler a sua fala, já preparada, deixou cair três, das cinco folhas no chão. Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente: “desculpem-me, eu estou tão nervosa! Eu não conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei.”

Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: “nós não paramos de jogar porque ficamos velhos. Nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir o sucesso.

Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia.

Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!

Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos.

Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. Isso não exige talento nem habilidade, é uma consequência natural da vida. A ideia é crescer através das oportunidades.

E por último, não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As lágrimas mais amargas diante de um túmulo, são mais por palavra não ditas do que por palavras ditas, portanto, não tenha medo de viver.

Ela concluiu seu discurso cantando corajosamente “A Rosa”. Ela desafiou a cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano Rose terminou o último ano da faculdade que começara há tantos anos atrás.

Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranquilamente em seu sono.

Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar.

“Ficar velho é obrigatório, crescer é opcional”.

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terça-feira, 10 de outubro de 2023

A BESTA QUE MORA DENTRO


O que você faria se atropelasse com seu automóvel um ciclista? 
Bem, digamos que você decidisse não parar para socorrê-lo. O que você faria se, centenas de metros adiante, notasse que há um braço separado do corpo pendurado em seu para brisa? O estudante de psicologia Alex Siwek decidiu arremessar o membro ao rio, acabando com as chances de reimplante para o ciclista.

O que você faria se encontrasse uma senhora idosa desmaiada na calçada? 
Bem, um homem aqui da região do Capão Redondo, em São Paulo, achou que seria uma boa oportunidade para abusar sexualmente dela.

O que você faria se estivesse sendo julgado por ter cometido uma chacina em uma escola? Qual seria sua atitude? 
Bem, T. J. Lane, agora com 18 anos, apresentou-se ao tribunal com uma camiseta branca sobre a qual escreveu à mão "killer" e passou o julgamento inteiro com um sorriso sardônico. Ao final, pediu a palavra. O que você diria em seu lugar? Qual seria a moral da história, como gostaria de aproveitar esse momento em que os holofotes estão sobre você? Bem, Lane, olhando diretamente para os pais das suas vítimas, disse: "Quero que vocês saibam que a mesma mão que puxou o gatilho que tirou a vida dos filhos de vocês é a que me masturba pensando nisso. F**** you" e então mostrou o dedo médio.

Poderíamos apagar essas três cenas chocantes da cabeça repetindo para nós mesmos que se trata de uma coincidência de fatos protagonizados por pessoas disfuncionais. Pontos fora da curva. Exceções à ampla regra da civilidade, do humanismo reinante e da razoabilidade. Será? Achei curioso ao ligar o rádio do meu carro em um programa desses que mistura esportes com humor e ouvir uma longa discussão entre os participantes não sobre o Corinthians ou a Seleção Brasileira, mas sobre o que está acontecendo com o ser humano. Alguma coisa está muito errada, diziam eles. Não é sintomático que Lane tenha uma legião de fãs na Internet, meninas que o chamam de herói e que adorariam estar na cela com ele.

Com incômoda frequência temos tido lembretes de que por sob o verniz de evolução cultural civilizatória de pessoas até então absolutamente normais existe uma besta, um animal selvagem capaz de se revelar quando menos se espera. 

Temos sido lembrados de que há algo no íntimo que cheira mal, muito mal. Sinto esse cheiro no metrô, em um restaurante chique, na igreja e até mesmo na solidão de meu escritório.

Para a mente pós-moderna, a noção de que precisamos de um Salvador é estranha. Não faz sentido. É talvez por isso mesmo que ela é muito mais urgente hoje do que já foi em qualquer outro tempo. Salva-me, Senhor, do que há dentro de mim!

Levi de Paula Tavares

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

NÃO, UMA BÊNÇÃO DISFARÇADA

"e tendo chegado diante da Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu. Então, passando pela Mísia, desceram a Trôade. De noite apareceu a Paulo esta visão: estava ali em pé um homem da Macedônia, que lhe rogava: Passa à Macedônia e ajuda-nos. E quando ele teve esta visão, procurávamos logo partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciarmos o evangelho" (Atos 16:7-10).

Muitas vezes, com certeza, já ouvimos, de algum amigo, a frase: "Eu espero que você consiga exatamente o que quer". Será que já paramos para refletir sobre ela? Estamos, constantemente, desejando coisas de que não necessitamos ou que não são boas para nós. "Nossos olhos são maiores do que nossos estômagos".

O "não" de Deus frequentemente é uma bênção disfarçada e pode levar a uma missão maior, como o apóstolo Paulo descobriu ao receber o chamado do homem da Macedônia.

Como reagimos ao ouvir um "não" em nossas pretensões? Fechamos o semblante? Murmuramos por mais um fracasso? Deixamos transparecer nosso mau-humor culpando a todos pela nossa frustração?

Muitas vezes esse "não" tem sabor de vitória. Ele pode valer muito mais do que um "sim". Ele pode ser o primeiro passo para uma grande conquista. Quando o "não" vem do Senhor, devemos sorrir e cantar porque Ele terá algo maior e mais grandioso para nós. Basta apenas que confiemos nEle, que saibamos compreender o que realmente deseja e aguardar as maravilhas que seguirão a esse "não" abençoado.

O segredo para uma vida abundante e feliz é esperar sempre a vontade de Deus. Se vivermos dessa maneira, tanto o "sim" como o "não" terão o mesmo valor e trarão o mesmo regozijo para o nosso coração.

Você murmura quando Deus responde "não" ou agradece a Ele por mostrar-lhe que seu propósito estava equivocado?

Paulo Roberto
http://www.iluminalma.com

segunda-feira, 24 de julho de 2023

A OPALA NA VITRINE

Um homem viu na vitrine de uma joalheria várias pedras preciosas. Observou diamantes, esmeraldas, rubis e tantas outras pedras lindas e atraentes. Porém, no meio daquelas pedras de rara beleza e alto valor, estava também uma pedra opaca que por diferente, chamou-lhe a atenção. 

Movido pela curiosidade, perguntou ao joalheiro porque aquela pedra sem brilho estava exposta na vitrine como uma pedra preciosa. O joalheiro, sem dizer palavra alguma, tomou a pedra da vitrine e a apertou por alguns instantes na concha da sua mão. Depois de alguns minutos, ao abrir a mão, aquela pedra estava brilhando, revelando uma beleza singular e encantadora. Aquela pedra era uma opala. A opala só brilha quando é tocada, quando é cercada de calor e de contato. 

Assim são as pessoas. Ninguém pode brilhar vivendo isolado. Precisamos uns dos outros. Engana-se quem pensa que pode ser feliz, ter alegria e até conhecer o amor sem o próximo. Todos precisam de família, de amigos. É só na complexidade da união que se estabelece os laços de amizades que aquecem a alma.

Que Deus nos ajude a sermos mais compreensivos, amigos e verdadeiros com as pessoas e nos dê a capacidade de perdoar e aceitar o próximo com seus defeitos e exageros. São todos opalas que necessitam do contato para que venhamos a ser tudo o que Deus planejou para nós.

sábado, 11 de março de 2023

O SENHOR ESTAVA AÍ?

Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele pesa todas as suas veredas..


Provérbios 5.21
 
Ao chegarmos à casa de duas irmãs para uma visita pastoral, meu esposo e eu paramos pasmados com o vozerio. Aquelas irmãs, sem notar a nossa presença, agrediam o vizinho com insultos grosseiros. Até palavras obscenas feriram nossos ouvidos, machucando ainda mais o vizinho atônito.

Sugeri ao meu esposo que fôssemos embora; o constrangimento seria grande demais quando nos vissem. "Agora é que precisam mais do pastor com um bom conselho". Ele respondeu cumprimentando as irmãs em seguida. A mais velha começou a chorar, enquanto a outra, muito vermelha de vergonha, procurava ocultar o rosto.

- Pastor, o senhor estava aí?

- Minhas irmãs, muito antes de nós, Deus já estava aqui. Ele é onisciente e onipresente. Vê e ouve tudo.

Autor: Carolina C. - Revista Visão Missionária, 4T2002.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

DOMINADO PELO AMOR

Dirigia a Penitenciária do Estado de São Paulo o prof. Flamínio Fávero. Cristão evangélico, implantara naquela casa um regime novo, substituindo o castigo pela bondade.

Desde o começo de sua gestão como diretor procurou manter, para com os sentenciados, uma atitude bondosa e paternal. Eles começaram a tratá-lo do “nosso pai”.

Tal orientação, porém, não satisfazia a certas pessoas que tudo fizeram para prejudicar a obra do diretor.

Instrumento de insufladores, um sentenciado, certo dia, revoltou-se contra os guardas e, armado de faca, mostrava-se perigoso. Esgotados os recursos para submetê-lo, resolveram chamar o diretor. Este residia longe, mas atendeu prontamente ao chamado. A primeira coisa que fez foi pedir aos guardas que se retirassem, que o deixassem só com o sentenciado ameaçador. Fizeram-lhe ver o perigo. Não importava. Saíssem.

A sós, frente a frente com o criminoso irado, dirigiu-lhe o prof. Flamínio Fávero palavra de conselho, chamando-o à razão. O homem mostrava-se irredutível. O diretor entrou na cela. O preso advertiu-o a que não entrasse, não respondia por algum desatino, podia feri-lo... O diretor, falando mansamente, lembrava-lhe a amizade que lhe dispensara. O preso ameaçava. Às tantas disse que se entregaria desde que não sofresse nenhum castigo. O diretor disse-lhe que nada poderia prometer-lhe, que largasse a faca. Sucedeu, então, o inesperado. O homem atirou a faca longe de si, rendeu-se e, chorando, disse ao diretor:

— Doutor, eu com o senhor vou até o inferno.

O amor dominara-o. É grande o seu poder.
 
(Extraído de VASSÃO, Amantino Adorno. Esteiras de Luz. Rio de Janeiro: Juerp, 1971

terça-feira, 31 de agosto de 2021

PARABÉNS PARA VOCÊ

Ora, para aquele que está entre os vivos há esperança (porque melhor é o cão vivo do que o leão morto). Eclesiastes 9:4.

Não há pior situação para uma pessoa senão aquela quando não se tem mais esperança. Lutou com todas as suas forças, brigou com todos os inimigos, bateu em todas as portas e até agiu heroicamente em diversos momentos.

E nada! Os amigos se foram - se é que estiveram. Restando somente o "entregar-se" ao acaso. Com certeza esta não é a posição ideal. Mesmo porque não retrata a verdade. Se você está vivendo, respirando, ainda há esperança! Se as tuas forças se enfraqueceram, não quer dizer que você não as tenham mais. Se os teus olhos não conseguem enxergar a saída, não significa que não exista mais saída. Por quantas vezes você enfrentou situações semelhantes e continuou vivendo? Se lembra daquela vez em que quase desistiu? E se tivesse desistido? Certamente teria que experimentar arrependimento.

Desta vez não é diferente! Mais uma vez você irá se recompor, humildemente falará com Deus em oração, em Nome de Jesus e começará a perceber que estratégias do céu estão a sua disposição. Quando as portas estiverem fechadas e tiver a tentação de desistir, lembre-se de que há uma porta e que pode ser você ainda não tenha batido nela. Jesus é a porta. Como se estivera em um quarto sem porta e janelas, procure um canto qualquer deste quarto, localize Jesus através da oração e da fé e passe por Ele. Ele é a porta. Pronto! Você saiu, parabéns!

Por Pr. Douglas Vilcinskas

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

O SENTIDO DA VIDA


“Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” 

1 Coríntios 10:31

Li que 50% dos cristãos acreditam que a felicidade e a realização pessoal são o propósito da vida. Em outras palavras, eles acreditam que Deus os colocou na Terra para que pudessem ser felizes e ter realização pessoal. Mas não é isso o que a Bíblia ensina. A Bíblia nos ensina que fomos criados para dar glória a Deus.

O profeta Isaías disse: “Todo o que é chamado pelo meu nome, a quem criei para a minha glória, a quem formei e fiz.” (Isaías 43:7). Nós fomos criados para dar glória a Deus. Portanto, devemos glorificá-Lo em tudo o que fazemos com nossas vidas, como o apóstolo Paulo nos lembra: “A fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória.” (Efésios 1:12).

Paulo também nos diz: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” (1 Coríntios 10:31). Ele diz também: “Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês.” (1 Coríntios 6:20).

Fomos criados para glorificar a Deus, em todas as situações e circunstâncias. Assim é não porque Deus precisa de nosso louvor, mas porque NÓS PECISAMOS louvá-Lo para encontrarmos o sentido da vida. Portanto, deveríamos refletir um pouco a respeito disso e perguntar: “Como posso glorificar a Deus? Tenho buscado a vontade de Deus para minha vida? Tenho andado da maneira que Ele quer que eu ande? Tenho feito o que Ele quer que eu faça?” É nesse compromisso de Lhe dar glória que a nossa vida encontra o propósito, o significado e a felicidade que procuramos.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

ALIMENTADOS PELA GLÓRIA

“E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” 

II Coríntios 3.18

As plantas são seres autotróficos, ou seja, produzem o seu alimento a partir de material inorgânico em conjunção com a luz solar.

É bem conhecido o processo da fotossíntese, pelo qual os vegetais produzem a glicose através da luz do sol.

Há nisto uma bela ilustração do modo pelo qual nosso espírito se alimenta, diferentemente de nosso corpo físico, que é heterotrófico e depende de material orgânico para a sua alimentação.

O nosso espírito também se alimenta de luz – da luz da glória de Jesus Cristo, que é o nosso Sol de Justiça.

Quando contemplamos a sua glória em espírito, através do mover do Espírito Santo em nós, somos fortificados, alegrados, pacificados e damos saltos de crescimentos espirituais, nos tornando mais semelhantes a Jesus.

Silvio Dutra

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

ANTES E AGORA

No qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos. 

Colossenses 3:11.

Antes eu buscava as bênçãos do Senhor, mas agora é o Senhor.
Antes era o que eu sentia; agora é a Sua Palavra.

Antes eu queria os dons; agora, o Doador.
Antes eu queria a cura; agora me basta o próprio Jesus.

Tudo em todos para sempre; somente Cristo louvarei.
Tudo está em Cristo; só Ele é tudo para mim.

Antes era o esforço penoso; agora, a confiança perfeita.
Antes era uma salvação incompleta; agora é a perfeição.

Antes me segurava Nele; agora Ele me segura firmemente.
Antes estava sempre à deriva; agora minha âncora está firme.

Antes era um planejamento incessante; agora a oração da fé.
Antes era um preocupação constante; agora Ele cuida de tudo.

Antes era o que eu queria; agora é o que Jesus disser.
Antes era uma petição constante; agora, adoração incessante.

Antes era eu que trabalhava; agora Ele age por mim em mim.
Antes eu tentava usá-lO; agora Ele que me usa.

Antes eu queria o poder; agora tenho o Todo-poderoso.
Antes trabalhava por vaidade; agora, tão somente para Ele.

Antes tinha esperança de conhecer Jesus; agora sei que Ele é meu.
Antes minha luz era intermitente; agora brilha intensamente.

Antes esperava a morte; agora anseio por Sua volta.
Antes eu era um crente; agora sou um filho de Deus em Cristo Jesus.

Antes eu vivia; agora morri, por isso Cristo vive em mim.
E minhas esperanças estão firmadas no Céu.

Amém, Amém, Glória a Deus.

Bom dia para você - Graça e Paz.

Claudio Morandi

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

LANCE FORA

E levantaram a Jonas, e o lançaram ao mar, e cessou o mar da sua fúria.Jonas 1.15

Tem dias na vida que tudo vai mal. A gente procura consertar uma coisa aqui, outra começa a dá errada ali. Era assim a situação vivida por aqueles marinheiros. O mar agigantava-se com ondas cada vez maiores, o vento soprava cada vez mais violento e o navio parecia que não resistiria mais. Os homens fizeram de tudo que a experiência mandou: 

1. "Então temeram os marinheiros, e clamavam cada um ao seu deus," (V.5) - Alguém com certeza era religioso e, buscou na fé uma solução para o problema. Realizaram culto, vigília, novenas;

2. "e lançaram ao mar as cargas, que estavam no navio, para o aliviarem do seu peso,"( V.5) - Com certeza, um navio mais leve é mais fácil de manobrar em condições tão adiversas.

A situação, no entanto, não melhorou, pelo contrário, o mar tornara-se ainda mais revolto. Os homens então perceberam que aquilo não era obra da natureza, mas a mão de Deus que pesava sobre alguém

3. "Vinde, e lancemos sortes, para que saibamos por que causa nos sobreveio este mal" (V.7) - Ele começaram a pergunta-se quem, dentre eles, teria trago todo aquele mal. "E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas." 

Algumas vezes na vida é preciso a gente entender que as coisas só começarão a melhorar quando tivermos a coragem de lançar fora tudo aquilo que nos distancia de Deus.

A Bíblia diz que os marinheiro lançaram Jonas ao mar e o mar cessou a sua fúria.

Fandermiler Freitas

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A LÓGICA DE EINSTEIN

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: "Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!"

Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou: "Eu sei como ele conseguiu."

Todos perguntaram: "Pode nos dizer como?"

- É simples: - respondeu o velho. - Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

Albert Einstein