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terça-feira, 6 de outubro de 2015

PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS HOJE É A MAIOR DA HISTÓRIA

O alerta já foi dado antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada.  Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.

Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.

A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.

Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.

A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.

“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.

Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.

Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.

A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa. Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.

De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.

A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados.  Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.

Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.

A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.

Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”. Com informações de Prophecy News

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

IGREJA SOB RISCO II

“Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho, E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas que perseverar até o fim, esse será salvo” 

Marcos 13: 9 e 13

A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados. Veja aqui abaixo alguns projetos de lei, que SE APROVADOS, impedirão a nossa ação a favor do Evangelho no Brasil.

Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

 1. Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do 'imposto de renda' das pessoas jurídicas.

2. Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'.

Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.

3. Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).

Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.

4. Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista

Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
 
5. Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.

Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet.
 
6. Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
 
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
 
7. Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
 
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
 
8. Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
 
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.

Existem outros projetos em andamento, entre eles:
Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.
Estabelecer um dia oficial do 'Orgulho Gay' em todas as cidades brasileiras, entre outros.

O BRASIL É DO SENHOR JESUS CRISTO!!!
Estamos fazendo a nossa parte,
faça também a sua!!!

Comunidade Evangélica Herdeiros da Promessa Divina. – “Uma Igreja com visão de Águia”.
Pastor Eder Galhardo e Equipe.
www.pastoredergalhardo.com
Terra do Avivamento

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

IGREJA SOB RISCO

A fé cristã está sob risco no Brasil. Este é o alerta proclamado por líderes religiosos, igrejas, entidades cristãs, organizações confessionais e milhões de pessoas para quem, em um futuro próximo, as liberdades individuais – aí incluída a religiosa, insculpida como direito fundamental no artigo 5º da Constituição –, podem ser severamente afetadas. Não se trata do risco de uma ruptura institucional, como uma revolução, ou a possibilidade de guinada rumo a um regime avesso ao Cristianismo, como o foi o comunismo ao longo de boa parte do século 20. Não; as mudanças que têm ocorrido são perfeitamente legais, já que baseadas em processos legislativos previstos no Estado democrático de Direito. É aí que mora o perigo. Atualmente, tramitam no Congresso Nacional e em diversas Casas parlamentares estaduais e municipais uma série de projetos que, à primeira vista, visam apenas a promover o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, pluralista e laica. Porém, alguns desses dispositivos podem não só interferir na expressão individual da fé como flexibilizar questões polêmicas para os cristãos, como a prática do aborto e o consumo de entorpecentes, além de introduzir novos entendimentos da ideia de família, dignidade humana e ética cristã – alguns dos quais, inconciliáveis com a Palavra de Deus.

A coisa não para por aí. O conjunto de projetos, propostas e substitutivos legais em tramitação nos Legislativos federal, estaduais e municipais mostra que o funcionamento das instituições religiosas também pode sofrer alterações, sobretudo em relação ao controle sobre os valores arrecadados e o uso desses recursos. As preocupações aumentaram a partir da tramitação do Projeto de Lei (PL) 122/06, a famigerada lei anti-homofobia, que acendeu a centelha de temores em amplos setores católicos e evangélicos. No texto original, ao tipificar como crime o cerceamento das liberdades da pessoa homossexual, a proposta abria margem para que um gay pudesse exigir de um pastor ou padre ser batizado, casado e recebido como membro da comunidade cristã nessa condição, ainda que isso contrarie os princípios da instituição. Os ministros poderiam ser processados, caso suas prédicas contra a homossexualidade fossem consideradas discriminatórias, ainda que baseadas na própria fé e moral cristã.

No dia 20 de novembro, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal votaria o substitutivo apresentado pelo relator da matéria, o senador gaúcho Paulo Paim, do PT. Com a sala lotada de pastores, representantes de entidades religiosas e políticos evangélicos, a proposta foi retirada de pauta. Houve um acordo entre Paim e as lideranças religiosas para tentar um maior entendimento em torno do texto final. É algo que parece impossível de se conseguir. Em tramitação há mais de 12 anos, o projeto, originado da Câmara dos Deputados, é uma amostra da queda-de-braço entre o segmento religioso e o Legislativo quando o assunto são temas ligados à moral e aos costumes. Tem sido assim desde que a Igreja começou a assumir destaque como ator político, a partir da Assembleia Nacional Constituinte de 1986. Organizados em bancadas religiosas suprapartidárias, parlamentares evangélicos e católicos deixam de lado suas diferenças teológicas para atuar em uma convergência de interesses.

Variadas esferas da vida pública têm sido afetadas nos últimos anos por uma série de iniciativas. A questão dos direitos e liberdades individuais e coletivos, por exemplo. Nas grandes cidades brasileiras, antigas práticas evangelísticas, como cultos ao ar livre e a simples distribuição de folhetos, têm sido cerceadas em nome de ordenamentos municipais. Já não se permite, nos trens suburbanos do Rio de Janeiro, a pregação da Palavra de Deus, sob a justificativa de que provoca incômodo e "constrangimento" aos adeptos de outros credos. "Existe um patrulhamento ideológico difuso, incentivado, por um lado, pelo Estado; e por outro, por setores organizados da sociedade, notadamente antipáticos ao Cristianismo", aponta o teólogo Paschoal Augusto Rheinner, membro da Igreja Metodista em Porto Alegre (RS), onde exerce o magistério cristão. Para ele, essa tendência tem se acentuado nos últimos anos. "Ao mesmo tempo em que o país desperta para agendas positivas, como o combate à discriminação de minorias e a valorização dos direitos humanos, ocorre um retrocesso quando vemos os poderes constituídos se envolvendo em questões que não lhe competem."

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