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sábado, 6 de junho de 2026

MANTENHA A CALMA E PERSEVERE

Nos dias que antecederam a guerra com a Alemanha, o governo britânico encomendou uma série de cartazes encorajadores. O primeiro cartaz foi distribuído em setembro de 1939: Sua coragem, sua alegria, sua resolução nos trarão a vitória.

Logo foi produzido um segundo cartaz: A liberdade está em perigo. Defenda a mesma com todas as suas forças.

Um terceiro pôster nunca foi divulgado ao público, mas foi guardado para uma crise extrema, como uma invasão da Alemanha. Nunca foi visto até quase sessenta anos depois. Dizia: Mantenha a calma e persevere.

A soberania de Deus não nega a nossa responsabilidade. Isso a fortalece. Confie em Deus para fazer o que você não pode. Obedeça a Deus e faça o que puder. Apenas… mantenha a calma e persevere.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Keep Calm and Carry On”

segunda-feira, 25 de maio de 2026

NÃO SE PERTURBE O SEU CORAÇÃO

Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim.

— João 14:1

Todo dia é uma batalha.

Acordamos cedo, corremos contra o tempo, enfrentamos o barulho das ruas, o peso das responsabilidades, as cobranças da vida. Há dias em que o coração parece viver cercado entre o medo, a ansiedade, a dor e a realidade.

E no fim de tudo, muitas vezes sobra apenas aquela sensação silenciosa de fragilidade. Como se a alma estivesse cansada demais para continuar.

Foi olhando para homens assim — cansados, aflitos, inseguros — que Jesus disse aos seus discípulos: “Não se perturbe o coração de vocês.”

Essas palavras atravessam o tempo porque vão além das circunstâncias. Não significam ausência de problemas, mas presença de confiança. Jesus não prometeu uma vida sem lágrimas, sem perdas ou sem noites difíceis. Ele apenas mostrou que existe um lugar onde o coração pode descansar mesmo em meio à tempestade.

Talvez este seja o segredo do homem que aprende a viver em paz:

Quando a tristeza chegar — não se perturbe.

Quando a dor bater à porta — não se perturbe.

Quando houver separações, medos ou incertezas — não se perturbe.

Porque a verdadeira paz não nasce do controle da vida, mas da confiança em Deus.

Quando olhamos para os discípulos, percebemos isso. Eles sofreram, choraram, foram perseguidos, enfrentaram perdas e prisões. Mas havia dentro deles algo que o mundo já não podia destruir: um coração firmado em Cristo.

E talvez seja esse o grande segredo:

não permitir que o caos do lado de fora seja maior do que a fé que habita do lado de dentro.

Fandermiler Freitas

sábado, 2 de maio de 2026

ACALME MEU PASSO

Acalme meu passo, Senhor.

Desacelere as batidas do meu coração, acalmando minha mente.

Diminua meu ritmo apressado com uma visão da eternidade do tempo.

Em meio às confusões do dia a dia, dê-me a tranquilidade das montanhas.

Retire a tensão dos meus músculos e nervos com a música tranquilizante dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.

Ajude-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.

Ensina-me a arte de tirar pequenas férias: reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir uma música preferida.

Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a Tua presença constante no meu coração.

Acalme meu passo, Senhor, para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo e calar-me para escutar a Tua voz.

Obrigado Senhor, pelo dia de hoje, pela família que me deste, pelo meu trabalho e sobretudo pela Tua presença em minha vida.

ASSIM SEJA...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

SOSSEGA O CORAÇÃO

 

“Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas.”


Lucas 10.41

Com estas palavras Jesus repreendeu o comportamento de Marta, irmã de Lázaro, e continua repreendendo o nosso, quando nos igualamos a Marta quanto ao viver ansioso.

“Tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo...”

Quando permitimos ser movidos por esta roda de inquietação da alma, ficamos sobrecarregados de cuidados, e não raro, a consequência disto é o nosso afastamento da comunhão com Deus e falta de confiança na Sua providência. 

Não permanecemos calmos, sossegados, tranquilos, em toda e qualquer circunstância, por uma confiança plena no cuidado de Deus, se é que chegamos a aprender isto algum dia.

As águas do rio correrão o seu curso, sempre adiante, e não voltarão atrás.

Nadar contra a correnteza dos problemas da vida, não é e nunca será uma atitude sábia para enfrentá-los.

Trabalharemos muito, nos afadigaremos nas coisas necessárias, mas que isto seja feito com paz de mente e de coração, sabendo que o Senhor luta por nós, todas as nossas batalhas, quando demonstramos a nossa confiança n`Ele, pela nossa paz e calma espirituais.

Silvio Dutra 

sexta-feira, 7 de março de 2025

SOSSEGA CORAÇÃO

“Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas.”


Lucas 10.41

Com estas palavras Jesus repreendeu o comportamento de Marta, irmã de Lázaro, e continua repreendendo o nosso, quando nos igualamos a Marta quanto ao viver ansioso.

“Tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo...”

Quando permitimos ser movidos por esta roda de inquietação da alma, ficamos sobrecarregados de cuidados, e não raro, a consequência disto é o nosso afastamento da comunhão com Deus e falta de confiança na Sua providência. 

Não permanecemos calmos, sossegados, tranquilos, em toda e qualquer circunstância, por uma confiança plena no cuidado de Deus, se é que chegamos a aprender isto algum dia.

As águas do rio correrão o seu curso, sempre adiante, e não voltarão atrás.

Nadar contra a correnteza dos problemas da vida, não é e nunca será uma atitude sábia para enfrentá-los.

Trabalharemos muito, nos afadigaremos nas coisas necessárias, mas que isto seja feito com paz de mente e de coração, sabendo que o Senhor luta por nós, todas as nossas batalhas, quando demonstramos a nossa confiança n`Ele, pela nossa paz e calma espirituais.

Silvio Dutra 

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

OS DOZE PRATOS

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.

A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.

Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.

Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse: "Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem."

Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas vidas e ferimos com duras palavras a quem amamos? Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão que deveríamos ter?

Que neste dia, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando por um prato quebrado...

Autor Desconhecido

sábado, 25 de março de 2023

O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Numa cidade do interior havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava numa modesta pensão, onde era admirado e querido. 

Para testá-lo, um dia, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o convidariam a um jantar. 

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender à mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, da qual o homem gostava muito. 

A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de servir. Mas ela serviu todos os demais, e quando chegou a vez dele, foi para outra mesa. 

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o. 

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha. 

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos o observavam discretamente, para ver sua reação. Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:
 
- O que o senhor deseja?
 
Ao que ele respondeu, naturalmente:
 
- A senhora não me serviu a sopa.
 
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
 
- Servi, sim senhor! 

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos… Todos pensaram que ele iria brigar… Suspense e silêncio total. Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente:
 
- A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! 

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura. 

Precisamos de pessoas com essa sabedoria! (Desconheço a autoria)

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

SOSSEGA CORAÇÃO


“Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas.”

Lucas 10.41

Com estas palavras Jesus repreendeu o comportamento de Marta, irmã de Lázaro, e continua repreendendo o nosso, quando nos igualamos a Marta quanto ao viver ansioso.

“Tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo...”

Quando permitimos ser movidos por esta roda de inquietação da alma, ficamos sobrecarregados de cuidados, e não raro, a consequência disto é o nosso afastamento da comunhão com Deus e falta de confiança na Sua providência. 

Não permanecemos calmos, sossegados, tranquilos, em toda e qualquer circunstância, por uma confiança plena no cuidado de Deus, se é que chegamos a aprender isto algum dia.

As águas do rio correrão o seu curso, sempre adiante, e não voltarão atrás.

Nadar contra a correnteza dos problemas da vida, não é e nunca será uma atitude sábia para enfrentá-los.

Trabalharemos muito, nos afadigaremos nas coisas necessárias, mas que isto seja feito com paz de mente e de coração, sabendo que o Senhor luta por nós, todas as nossas batalhas, quando demonstramos a nossa confiança n`Ele, pela nossa paz e calma espirituais.

Silvio Dutra 

sábado, 17 de setembro de 2022

DEIXE A RAIVA SECAR

Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males. O Senhor lhe pague segundo suas obras.

II Timóteo 4.14

Certa vez uma menina ganhou um lindo brinquedo no dia do seu aniversário, mas uma amiguinha o levou para sua casa sem permissão e o destruiu antes mesmo dela brincar uma única vez com ele. Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou:

- Você se lembra daquela vez que você chegou em casa com lama no seu sapato? Você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela lhe disse para deixar o barro secar, pois assim ficaria mais fácil limpar.

- Sim, mamãe, eu me lembro.

- Pois é, meu amor, com a raiva é a mesma coisa. Deixe-a secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo, em reposição ao que havia quebrado, pelo que se desculpou. E a menina respondeu:

- Não faz mal, não, minha raiva já secou!

Anônimo

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

OS DOZE PRATOS

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande beleza artística e decorativa.



Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita.



A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.



Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel.



Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.



Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse: "Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos nada valem."



Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.



Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas vidas e ferimnos com duras palavras a quem amamos? Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão que deveríamos ter?



Que neste dia, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando por um prato quebrado...



Autor Desconhecido