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sábado, 7 de agosto de 2021

É ASSIM QUE DEUS PAGA

O evangelista Spurgeon foi, em certa ocasião, à cidade de Bristol, com o objetivo de pregar em três igrejas, esperando obter nas três coletas, 300 libras, quantia que ele necessitava com urgência para o seu orfanato na cidade de Londres. As coletas renderam realmente essa quantia, e Spurgeon sentia-se feliz, porque assim podia pagar as despesas do orfanato. 

Entretanto, à noite, quando se recolheu para dormir, Spurgeon ouviu uma voz - era a voz do Senhor e lhe dizia: "Dá essas trezentas libras a George Müller". "Mas, Senhor", respondeu Spurgeon, "eu preciso do dinheiro para os queridos órfãos de Londres". Mais uma vez insistiu a mesma voz: "Dá as trezentas libras a George Müller." Só quando respondeu: "Sim, Senhor, levarei o dinheiro a George Müller", é que conseguiu adormecer.

Na manhã seguinte dirigiu-se ao orfanato de George Müller e o encontrou de joelhos, orando, tendo diante de si uma Bíblia aberta. O célebre pregador, pondo a mão sobreo ombro do outro disse: "George, Deus me mandou entregar a você este dinheiro". "Oh", exclamou Müller, "querido Spurgeon, eu estava a pedir ao Senhor precisamente essa importância."

Os dois homens de ação alegraram-se muito. Mas a história continua. Quando Spurgeon voltou a Londres, encontrou uma carta sobre a mesa. Abriu-a, e verificou que ela continha 300 guinéus. Ora, como um guinéu vale uma libra e um shilling, Spurgeon tinha então, trezentas libras e trezentos shillings. "Aqui está", exclamou ele com muito regozijo. "O Senhor me devolveu as 300 libras com juros de 300 shillings". É assim que Deus paga.

Mensageiro da Paz, fevereiro de 1958 / D. P. Silva - Mil Ilustrações

sexta-feira, 21 de junho de 2019

NÃO ACRESCENTE UM PONTO DE INTERROGAÇÃO

"porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" 
Filipenses 2:13

"Quando Deus determinar um tempo, não o mude para um ponto de interrogação."

Quem está dirigindo nossas vidas? Quem está determinando o "que" e o "quando" em nossos dias? Se a nossa resposta for vacilante ou se for apenas "nós mesmos" então estamos com problemas espirituais. O Senhor é quem deve traçar nossos caminhos, guiar-nos conforme Sua vontade, receber o "sim, Senhor" em todos os momentos e circunstâncias.

Quando o Senhor nos diz: "Ame ao próximo", não devemos acrescentar "não seria apenas os que nos fazem bem?" Quando Cristo nos orienta: "Não temas, crê somente", não devemos pensar em "e as lutas e dificuldades?" Quando Ele nos manda: "Ide e pregai", não devemos questionar com um " como ir, se não sei falar bonito?" E, se a Palavra de Deus nos diz: "O tempo é agora", não devo dizer jamais, "Posso fazer amanhã?"

A vontade do Senhor é soberana, e vem acompanhada de ricas promessas, de maravilhosas bênçãos, da certeza de vitórias e de felicidade.

O costume de acrescentar um ponto de interrogação em tudo nos faz viver cercado de incertezas, de frustrações, de possíveis derrotas. Quem crê aceita de imediato, caminha até de olhos fechados, enxerga o fruto antes de ser plantada a árvore. Com fé somos mais fortes, choramos menos, sorrimos mais, agradecemos com frequência, desfrutamos da alegria da vitória antes mesmo de a luta começar.

Troquemos o ponto de interrogação por um de exclamação e digamos sempre: "Obrigado, Senhor!" "Eis-me aqui, Senhor!"

Paulo Barbosa

sábado, 15 de maio de 2010

REAÇÃO DO PECADO


1 Samuel 15: 22 “...Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar;...”

Olhando a vida de Saul, podemos tirar várias lições para nossas vidas em Cristo. O primeiro rei de Israel, era uma pessoa de aparência impressionante. Alto e bonito, tudo indicava que ele seria um rei perfeito. O seu reinado, portanto, demonstrava a verdade que a condição do coração é muito mais importante que a aparência externa.

Mas sua falha como rei veio da sua desobediência às instruções divinas. A história narrada em 1 Samuel 15 ilustra bem esta fraqueza de Saul. No início do capítulo, Deus mandou Saul destruir completamente os amalequitas, tanto as pessoas quanto os animais. Os amalequitas haviam feito uma emboscada para o povo de Israel quando eles saíram do Egito, atacando os fracos e os que ficavam para trás e Saul seria o instrumento do castigo de Deus.

O capítulo mostra que Saul e o exército de Israel lutaram, sim, contra Amaleque, mas que pouparam a vida de Agague, rei dos amalequitas, e os melhores animais. A reação de Saul à bronca do Senhor através de Samuel é interessante. Saul cumprimentou Samuel após a batalha, dizendo, “escutei as palavras do Senhor” 1 Samuel 15:13, mas Samuel o perguntou a respeito dos animais. Saul então tentou outro jeito; ele alegou que o povo havia guardado os melhores animais para sacrificar ao Senhor.

Samuel lembrou Saul do mandamento do Senhor de destruir totalmente os amalequitas. Saul reafirmou a sua obediência, mas finalmente reconheceu que os animais salvos “pelo povo” para o sacrifício deveriam ter sido destruídos. Samuel, porém, não permitiu que Saul, o líder do povo, os culpasse e o informou que a obediência é melhor que o sacrifício. Enfim Saul confessou que havia pecado, reparando que ele temia o povo e assim permitiu que poupassem o rei e os animais.

De grande interesse para mim é o comportamento de Saul depois de confessar o pecado. Ele implorou a Samuel que fosse com ele para que ele pudesse adorar ao Senhor, aparentemente diante do povo. Quando Samuel se recusou, Saul pegou e rasgou as suas vestes. Samuel explicou a Saul que de maneira parecida, o reino lhe seria arrancado, mas Saul ainda implorou a Samuel “honra-me, diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel” 1 Samuel 15:30. Parece que Saul estava mais preocupado com os pensamentos dos outros sobre seu rei do que com o remorso pelo seu pecado. A rebeldia causou o seu pecado; o orgulho evitou com que ele reagisse corretamente ao seu pecado.

Todos nós pecamos. Nossa reação ao conhecimento do pecado é crucial. Aqueles que compreendem a verdadeira natureza do pecado, que é uma afronta ao nosso Criador, são levados a tristeza pelo seu pecado. Aqueles que veem o pecado como “nada demais” irão procurar proteger as suas reputações. O orgulho muitas vezes não os deixará reconhecer o seu pecado. A tristeza que vem de Deus, portanto, leva os homens ao arrependimento e a humildade e permite a confissão do pecado 1 João 1:9- “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. Qual é a nossa resposta ao pecado?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

OBEDECER A DEUS


Gênesis 26:4-5 - “Porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis”

Através da Bíblia, a única abordagem que agrada a Deus é lhe obedecer no que ele manda. Porém esta questão envolve muito mais do que isso. Deve-se lembrar que ao lidar com a palavra de Deus, estamos lidando com Deus. A coisa que Deus exige é uma reverência para com ele que comove até a obediência, seja esta obediência em relação a uma proibição, ou uma questão de honrar o silêncio de Deus, ou de examinar as Escrituras para ter certeza daquilo que ele quer.

Quando Deus repetiu a Isaque as promessas dadas a Abraão, ele disse que cumpriria estas promessas, “Porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis” Gênesis 26:4-5. Quando Saul falhou em cumprir o que Deus lhe havia dito, Samuel disse a ele: “Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” 1 Samuel 15:22.

O coração de um filho amável procura obedecer ao pai. Se amarmos a Deus, vamos querer fazer a sua vontade, independente de como ele expressá-la. Jesus falou daqueles que estavam dispostos a fazer a vontade do Pai João 7:17. A prova mais verdadeira da devoção a Deus não é simplesmente fazer a sua vontade, mas fazer a sua vontade porque assim desejamos.

Que Deus noa ajude!

quinta-feira, 25 de março de 2010

TENTAR CRESCER


Mateus 12:13 - “Então disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra”.

É verdade espiritualmente, como também fisicamente, que para o crescimento significativo é exigido exercer esforço. É inconsistente dizer que queremos crescer sem fazer nada a respeito. A passividade cria apenas a fraqueza e leva à estagnação.

É bem verdade que Deus não fez nenhuma promessa de misericórdia aos preguiçosos e negligentes. A sua misericórdia é oferecida a nós mesmo diante de nossas melhores tentativas, mesmo fracas e imperfeitas. Uma vida que cresce em direção a Deus é uma coisa ativa, não é meramente uma situação passiva da qual se pode desfrutar. Para ser um cristão, e querer crescer, deve-se andar em Cristo.

Aqueles que andam para frente são aqueles que esticam as mãos para as coisas que estão pela frente Filipenses 3:13b “esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão”. Paulo encorajou a Timóteo: “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto” 1 Timóteo 4:15. O evangelho, as “boas novas” da nossa salvação, não deve ser simplesmente ouvido e apreciado, tem que respondê-lo. Não só de início, mas para sempre, o evangelho deve ser “obedecido”.

É uma pena que tantos indivíduos passaram a pensar na religião com a doutrina correta, como se a vida em Deus tivesse a ver apenas com o pensamento da mente e nada a ver com a atividade do corpo. Mas a carne não é má, e o desfrutar da graça de Deus pela fé não evita a exigência da obediência corporal. Nossos corpos, de fato, podem ser um aliado valioso no nosso crescimento espiritual. Nossos corpos podem nos auxiliar e nos sustentar na nossa busca por Deus. Na própria vida de Jesus, vemos uma ligação óbvia entre a sua força interior e os hábitos de suas atividades externas. Se ele teve que se esforçar, nós devemos esperar crescer e tornar-nos fortes por meios meramente passivos? Corporalmente, como também mentalmente, devemos buscar a Deus com diligência.

terça-feira, 16 de março de 2010

NOÉ FEZ O QUE DEUS ORDENOU

Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara.

Gêneses 6: 22

A história de Noé não termina com esta avaliação positiva pela parte de Deus. Ele provou a sua fé, cumprindo uma tarefa fenomenal. Deus ordenou que ele construísse uma arca de aproximadamente 130 metros de comprimento, certamente o maior navio da antiguidade. Dá para imaginar as atitudes de outras pessoas enquanto este “louco” construía seu navio em terra seca, longe de qualquer mar. As pessoas do mundo podem nos tratar como loucos quando insistimos em fazer a vontade de Deus. Os servos de Deus não têm lugar neste mundo.

Enquanto Noé recusou seguir o caminho do mundo, ele foi muito atento à vontade de Deus. Quando Deus mandou fazer a arca, Noé obedeceu: “Assim fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” 6:22. Por esta fé obediente, ele é usado como exemplo ao longo da história bíblica. O autor de Hebreus resumiu a história da fé de Noé: “Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé” Hebreus 11:7.

Além de fazer a arca, Noé pregou a palavra de Deus segundo o que está registrado em 2 Pedro 2:5 “e não poupou o mundo antigo, mas preservou Noé, pregador da justiça,...”. Talvez as tendências dos homens de medir o sucesso de um líder religioso pelo tamanho de uma igreja rejeitariam um pregador como Noé. Apenas sete pessoas, a própria família, deram importância à mensagem que ele pregou. Devemos lembrar que Deus não mede o sucesso por padrões humanos.

Que Deus nos ajude!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O PERIGO DA NEGLIGÊNCIA MISSIONÁRIA


Jonas 1:3 – “Jonas se dispôs, mas para fugir da presença do Senhor,...”

Este é o tema que estamos estudando na Escola Bíblica Dominical junto com os adolescentes, e já estamos debatendo este tema a dois domingos, e ele contém ensinamentos maravilhosos para nossas vidas. Estamos assimilando baseado em Jonas 1, onde percebemos a negligencia deste servo por simplesmente ter contato com determinado povo, preferindo assim tomar sua própria direção.

Se analisarmos tais versículos, perceberemos que Jonas não era um covarde, nem um homem indeciso e sem personalidade, mas qual era então, o problema de Jonas? Ele falhou por se deixar guiar por conflitos raciais de um falso senso de patriotismo. O povo Assírio era um grande inimigo de Israel, e Deus queria pregar àquela nação, mas era justamente o que Jonas desejava evitar. Salvar o inimigo, nem pensar!

Esta história serve para nos lembrar que ninguém pode impedir a graça salvadora de Deus estendida a todos os homens. Mas tem gente que se ilude achando que pode escolher seu próprio caminho, fugindo da vontade de Deus. Esse foi o grande erro de Jonas, pois o caminho da desobediência o levou cada vez mais para baixo: para o fracasso.

Que possamos entender que o caminho da desobediência, à primeira vista, parece ser o caminho mais fácil, mas na verdade é a “estrada do fracasso” que nos conduz sempre para baixo, para o “fundo do poço” como aconteceu com Jonas ao perceber sua negligência, foi parar no porão do navio.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A DECISÃO


Daniel 1:8. - "Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei"


Daniel e alguns outros jovens foram tirados do lar e levados cativos por babilônicos. Daniel e três amigos foram selecionados para um programa especial de treinamento para prepará-los para ocuparem postos no governo babilônico. Que oportunidade para melhorar sua situação!

Mas havia um problema. Daniel percebeu que algumas das comidas do plano do rei não eram permitidas pela lei que Deus tinha dado. Este jovem enfrentou uma decisão importante. Ele poderia comer essa comida. Sem dúvida, poderia justificar esta "pequenina" infração da lei de Deus. Esta poderia ser a única desculpa dele. E além do mais, será que ele devia obediência ao Deus que permitiu que ele fosse levado para o cativeiro? Que mal poderia haver em comer um pouco da comida proibida por uma lei? E até porque ele estava tão longe de casa, quem jamais saberia?

Ele poderia recusar a comida do rei. Seus companheiros poderiam ridicularizá-lo, zombar de sua atitude. Pior ainda, o rei ou seus funcionários poderiam expulsá-lo do programa de treinamento ou mesmo puni-lo por desobediência. Será que valeriam a pena esses riscos?

Esta era uma grande decisão para um jovem longe de casa. Muitas pessoas, mesmo algumas mais velhas, não teriam demonstrado a coragem de tomar posição pelo Senhor. Quando as pessoas não querem fazer o que é certo, elas podem inventar muitas desculpas que pareçam plausíveis. Mas Daniel queria proceder corretamente. Ele não estava procurando desculpas, nem estava preocupado com sua própria segurança. Queria, mais do que tudo, agradar a Deus. "Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei" Daniel 1:8.

Daniel foi recompensado por sua fé e convicção. Durante mais de 65 anos, ele ocupou algumas das mais poderosas posições nos governos da Babilônia e da Pérsia.Nós enfrentamos desafios semelhantes. Num mundo cheio de impureza moral, podemos procurar desculpas para justificar o pecado, ou podemos determinar, como o fez Daniel. A decisão correta tem sua recompensa: um lugar eterno de honra no reino do céu!

Qual será nossa decisão hoje?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

QUERER X REALIZAR


Filipenses 2: 13 - "porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade"


Não é fácil vencer a tentação. As dificuldades são, às vezes, tão grandes que muitos desistem da batalha e cedem aos caprichos. Talvez você mesmo já deve ter falado, desesperadamente: "Eu quero melhorar, mas eu não consigo me livrar deste pecado." Depois de lutar, sem sucesso, contra vícios e maus hábitos, algumas pessoas encontram conforto ou desculpas nas palavras de Jesus: "...o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca" Mateus 26:41. Outros se identificam com a lamentação frustrada de Paulo: "...pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo" Romanos 7:18.

Mas não devemos justificar nossos fracassos dessa maneira. Jesus estava comentando sobre o cansaço e fraqueza dos apóstolos, que não conseguiram acompanhá-lo na hora das provações. Paulo descreveu a frustração que ele sentia como judeu abaixo da lei, antes do livramento oferecido em Cristo. Nenhum desses versículos descreve a circunstância do cristão nos dias de hoje. Tudo mudou quando Jesus morreu e ressuscitou.

Ao invés de tentarmos justificar nossos erros com exemplos de pessoas que viviam antes da vitória de Jesus, devemos ouvir as palavras animadoras de outras passagens. Em Romanos 8, Paulo mostra a situação atual do cristão: "...não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito" vs. 4. Os que seguem a Jesus são "mais que vencedores" vs. 37. Em Filipenses 2, Paulo comunica seu sincero desejo que os cristãos andem como luzes no mundo. Ele diz que devemos desenvolver a nossa própria salvação, mas nos relembra que é Deus quem dá a vitória: "porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" vs.13.

Como servos de Deus, precisamos deixar de pensar como perdedores. Podemos nos sentir fracos, mas Deus é forte. Se nós, de verdade, buscamos o caminho do Senhor, ele nos ajudará a vencer como está escrito em 1 Coríntios 10:13 – "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além de vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar."

Que possamos bucar em Deus o nosso fortalecimento a cada dia mais.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

FUGIR DE DEUS


Jonas 1: 3a – “Jonas se dispôs, mas para fugir da presença do SENHOR, ...”


O livro de Jonas relata uma história fascinante, com uma mensagem poderosa e que serve de exemplo para cada um de nós. Deus disse a Jonas para ir à ímpia cidade de Nínive para adverti-la contra a destruição. O profeta temia e desprezava os ninivitas tanto, que tentou fugir de Deus e da sua responsabilidade dada por Deus. E esta tentativa de fuga, acontece conosco em nossas vidas.

Jonas e muitas pessoas não entendem que não há lugar para se escapar de Deus. Ele encontrou um barco que podia levá-lo a milhares de quilômetros para longe de Nínive, mas ele não podia esconder-se de Deus. Jonas achou-se no meio do mar e depois na barriga de uma baleia, porém nunca achou um lugar onde Deus não o pudesse ver.

Depois de quase morrer dentro da baleia, Jonas se arrependeu e obedeceu a ordem do Senhor. Ele pregou aos ninivitas e Deus poupou a cidade. Jonas, que ainda desprezava o povo daquela grande cidade, queixava-se da misericórdia e compaixão de Deus. Ele não entendia que a mesma misericórdia que o salvou do ventre da baleia também deveria salvar os ninivitas da ira de Deus.
Deus é muito maior do que esse profeta reconhecia. Ele vê tudo Hebreus 4:13 “e não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as cousas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos que prestar contas”. Ele quer salvar a todos 2 Pedro 3:9. Sua misericórdia e amor ultrapassam a nossa capacidade de entender Efésios 3:17-21.

O grande e poderoso Deus merece nossa completa submissão e nossa contínua adoração.

sábado, 16 de maio de 2009

UM INVESTIMENTO CARO

Atos 17:6,7 – “Porém, não os achando, arrastaram Jáson e alguns irmãos à presença dos magistrados da cidade, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, os quais Jáson acolheu; e todos eles procedem contra os decretos de César, dizendo haver outro rei, que é Jesus.”


Jason descobriu rapidamente que ser cristão pode sair caro. Ele vivia em Tessalônica e conheceu Paulo e Silas quando eles passaram por lá em sua segunda viagem missionária. Numa questão de semanas, o Evangelho lançou raízes entre os judeus e gregos na cidade. O número de crentes começou a crescer rapidamente. Entre eles estava Jason.

Quando estourou um tumulto contra a pregação de Paulo, uma multidão irada apareceu em frente à portas de Jason. Como Paulo e Silas estavam fora, eles o levaram junto com outros novos crentes sob custódia. Ele era acusado de ajudar e proteger os homens que estavam desafiando a autoridade de Roma. As acusações tinham muito pouco de verdade em si mesmas, mas foram aceitas. Jason e os outros tiveram que ficar presos antes que pudessem voltar para casa.

Jason é um dos muitos “heróis” desconhecidos que fielmente desempenharam e desempenham seu papel para ajudar a espalhar o Evangelho pelo mundo. Quando Jason abriu a sua casa, ele não podia saber o quanto esse gesto custaria. Você pode não receber muita atenção por seu serviço a Cristo, mas Deus quer incluí-lo em sua obra, como uma peça importante nesta divulgação. Vidas serão transformadas por causa de sua coragem e fidelidade no serviço de Deus.

terça-feira, 12 de maio de 2009

A SÍNDROME DE MARTA

Lucas 10:40 – “...Então, se aproximou-se de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe , pois, que venha ajudar-me.”

Marta era perfeccionista. E conhecemos bem um tipo. Sempre agonizam sobre detalhes. Escrevem listas enormes de afazeres quase todos os dias. Se apressam em tentar certificar-se de que tudo saia bem. Eles são fanáticos pela ordem e detestam bagunça. Planejam e preparam compulsivamente. São obcecados por não deixar as coisas saírem dos trilhos. Pessoas como Marta acham difícil relaxar, mesmo nas férias. Seu senso de valor está atado ao que elas fazem ou ao quanto realizam.

Quando Jesus fez a visita, o nível de stress de Marta deve ter atingido o teto. Ela queria que tudo saísse perfeito. Mas suas prioridades estavam claramente fora de ordem. O Senhor estava em sua sala de visitas, e ela estava na cozinha freneticamente preocupada em cozinhar uma refeição!
Jesus gentilmente lembrou Marta sobre a importante verdade: é mais importante gastar tempo com Deus do que fazer coisas por Ele. Deus nos quer mais do que nossas atividades, nosso trabalho, etc.

Talvez você sofra a “síndrome de Marta”. Você fica tão preso ao serviço que raramente gasta tempo com o salvador. Coloque como alvo gastar pelo menos alguns minutos cada dia tranquilamente na presença de Deus. Enquanto você permite que Deus lhe fale através da sua palavra, verás mais claramente as coisas que na vida mais importam.

Lc 10:42b“...Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.

Não permita que as coisas urgentes da vida obscureçam as importantes.

sábado, 2 de maio de 2009

OBEDECENDO AO CHAMADO

João 11: 43 “E, tendo dito isto, clamou em alta voz e disse: Lázaro, vem para fora!”


Uma cena como a que João descreve em Betânia se repete no mundo todo dia. Uma família enlutada reúne-se próximo ao túmulo. Os amigos estão silenciosos, sem saber o que dizer. Seus olhos desconsolados e o bater de seus pés produzem mais distração do que conforto. Nesse dia, levadas pela dor e pelo dever, as pessoas vêm de Jerusalém e das redondezas para dar seus pêsames a um cidadão de Betânia.

Lázaro, o amigo de Jesus, estava morto. Sua rápida doença superou a medicina disponível. Jesus havia sido avisado, mas não chegou a tempo. A morte, por outro lado, não quis esperar. O corpo foi rapidamente enfaixado e posto numa tumba. Quatro dias mais tarde, chegou Jesus.

Muitos falaram de Lázaro e com Lázaro, mas não temos registro de uma única palavra dele. Só sabemos que ele ouviu Jesus. Mesmo quando a morte os separou, Lázaro respondeu a voz de Jesus. Jesus o ressuscitou dos mortos!

Olhando para este acontecimento registrado na palavra de Deus, podemos entender que mesmo quando tudo estiver dito e feito, o que realmente vai importar é o que Deus realizou através de nós. Não poderemos receber muito crédito. Temos o convite de Cristo para participar de sua obra, mas não podemos esquecer que ele fará muito mais do podemos imaginar. Nossa obediência ao chamado de Jesus fará a diferença em nossas vidas.

Que você possa ouvir o chamado de Cristo ao ouvir ou ler a sua palavra, e possa responder aos comandos de Cristo, o salvador!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PROMESSAS QUE NÃO DEVERIAM SER FEITAS


Juízes 11:32 – “Assim, Jefté foi de encontro aos filhos de Amom, a combater contra eles; e o SENHOR os entregou nas mãos de Jefté.”

Uma promessa é uma promessa. Mas algumas, como a promessa de Jefté de sacrificar em holocausto quem quer que saísse para cumprimentá-lo em seu retorno, nunca deveriam ser feitas. Nos tempos bíblicos, uma premessa feita a Deus tinha tanta força quanto um contrato escrito entre duas partes, não que tenha perdido o valor ao longo dos tempos. Jefté, um bravo guerreiro, fez um pesado voto a Deus em retribuição à sua ajuda na conquista dos amonitas. Não está claro por que Jefté sentiu-se compelido a fazer essa promessa; de qualquer maneira, ela era desnecessária.


Não sabemos o que aconteceu a sua filha, a primeira pessoa que veio ao encontro dele, se foi queimada como oferta ou separada como virgem, negando assim qualquer esperança de descendentes a Jefté, uma vez que era filha única. O que sabemos é que seu voto trouxe-lhe um desgosto indescritível.

No meio da agitação pessoal, é fácil fazer promessas tolas a Deus. Quantas vezes você já pegou começando uma oração: “Deus, se o Senhor me tirar dessa, prometo que vou...?”. Essas promessas podem parecer muito espirituais quando são feitas, mas geralmente produzem apenas culpa e frustração quando somos forçados a cumpri-las. Jefté nos lembra do preço de fazer “acordos”, eles só trazem desapontamento. Ao invés de desejar promessas a Deus para o futuro, comprometa-se a obedecer-lhe hoje.

Deus não quer promessas para o futuro, mas obediência hoje.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A RECOMPENSA DO TRABALHO CRISTÃO


Hebreus 6:10 - “porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho...”

Sabemos que todo trabalhador tem direitos a benefícios, e um de seus direitos que dificilmente alguém abrir mão, são as tão faladas férias. Passamos o ano trabalhando e queremos férias para quem sabe, fazer a tão sonhada viagem, gozar mais tempo com a família, até para realizar um tratamento de sua saúde. E esta é digamos, a recompensa para quem tem uma vida ativa, seja no trabalho ou na escola, afinal, como diz o ditado, não somos de ferro.

Mas a palavra de Deus nos fala que Ele “não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho...”. Nesta mensagem quero te mostrar um trabalho especial, que é o de divulgar a palavra de Deus. Nós fomos salvos para servir, e o próprio Jesus deu exemplo, servindo em todos os dias de sua vida. O serviço cristão se por um lado é um dever, por outro significa privilégio de quem crer em Cristo, e este trabalho não tem férias como recompensa, mas nos concede uma recompensa muito mais além do que este mundo pode nos conceder, que é a coroa da vida. Se no trabalho cristão não há férias, no entanto há satisfação 1Cor. 9:17 “...faço de livre vontade...”, o crente serve com prazer ao Senhor não por obrigação. Neste trabalho não há férias, mas há compensação 1Cor 9:25 “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível.”

Não estou nesta mensagem descartando as férias, afinal, é um direito que temos, então, vamos desfrutar. Mas, a minha intenção é o de alertar a nós mesmos a aproveitarmos estas férias para nos aproximarmos cada vez mais do Senhor que nos concedeu o dom da vida, saúde durante todos estes tempos, pois, se você o buscar e aceitá-lo como Senhor, terá a recompensa de boas férias e ainda mais que isso, estar próximo do Senhor e ter a certeza da realização de suas promessas.

domingo, 21 de dezembro de 2008

PRONTA OBEDIÊNCIA


Mateus 1:24 – “Despertando José do sono, fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu sua mulher.”

Que atitude José tomou, uma decisão ímpar. Sua noiva estava grávida, e ele não era o pai. Só havia uma coisa a fazer: abandonar Maria secretamente e continuar sua vida como se nada tivesse acontecido. Mas esta não era a vontade de Deus, por isso teve ele um sonho no qual um anjo do Senhor lhe explicou a gravidez de Maria e a importância da criança. José ouviu e obedeceu.

Depois que a criança nasceu, um anjo disse a José para sair de Israel apressadamente e ir para o Egito, fugindo da morte nas mãos de Herodes. José novamente ouviu e obedeceu.

Imagine por um momento o que teria acontecimento se José houvesse ignorado a clara revelação de Deus. Suponha que José tivesse acordado dos sonhos e tentado explicar desta maneira: “como eu posso ter certeza de que este sonho foi de Deus? Mas talvez eu devesse apenas esperar por mais evidências.” Você pode imaginar as bênçãos que José teria perdido ou os perigos que ele teria encontrado?

Para nós, obediência pode não parecer tão urgente. Não somos confrontados com acontecimentos que mudarão o mundo ou escolhas de vida ou morte com muita freqüência. Mas o princípio permanece verdadeiro: Deus quer nos guiar e abençoar, mas nós só podemos saber a extensão completa de nossas bênçãos se seguirmos as suas ordens.

Somente quando obedecemos a Deus, é que experimentamos verdadeiramente suas bênçãos.

domingo, 30 de novembro de 2008

VENCENDO O INIMIGO


Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.
Gênesis 4.7

Em toda luta que enfrentamos durante nossa vida há sempre alguém ou alguma coisa a ser vencida, ou no mínimo, a ser superada.

Quando dois times se encontram numa disputa de campeonato, só um será o vencedor, não existe meio termo, não se pode deixar nada para fazer no dia seguinte, o vencedor deverá dá o máximo de si e conquistar a vitória naquele dia.

Em nossa vida cristã, não é diferente. Temos muitos inimigos, adversários, obstáculos a serem superados. E cada um deles deve ser vencido todos os dias.

Aqui está Caim, ouvindo Deus lhe aconselhar: você tem que fazer o bem! O mal está junto a você, não o ouça!

Semelhante a este homem, quantas vezes Deus nos tem advertido com a sua Palavra: não toque nisso, não fale assim, não se comporte desse modo, haja com amor. Quando eu falo Deus, estou me referindo a seres usados por Ele: seu pai, mãe, pastor, amigos, hinos, a Bíblia em suas leituras e outras formas que você consegue ouvir o Criador falando.

Por esta razão, devemos está atentos a voz de Deus e como servos sermos obedientes: “Hoje, se vocês ouvirem a sua voz, não endureça o coração...”(Hb 3.7).

Deus nunca quer o mal para os seus filhos, mas é tão difícil entender e aceitar esta verdade. Muitas vezes, consideramos que seremos prejudicados se ouvirmos a Sua voz. Outros, chegam a discutir e não aceitando a Palavra se vão, lembre-se do discurso de Jesus, quando muitos discípulos o abandonaram.

Como você tem reagido a Palavra de Deus, com obediência ou com argumentos vazios que só mostram sua rebeldia?