domingo, 1 de março de 2020

COMO GRÃO DE MOSTARDA

Nos Evangelhos, encontramos Jesus falando sobre a fé que promove milagres. "Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível" (Mt 17.20).

Mas como podemos entender essa “fé como grão de mostarda”?

Primeiramente, imaginamos uma fé grandiosa, mas já sabemos que não é, pois o grão de mostarda era uma semente minúscula. Também não se trata apenas de ter uma pequena fé, pois no mesmo episódio Jesus havia repreendido seus discípulos por sua pouca fé.

Creio que o Senhor não se referia somente ao tamanho da fé; seu discurso era mais abrangente. Jesus subentendeu ali a qualidade, o tipo de fé – “como um grão de mostarda” e não "do tamanho de um grão de mostarda".

A semente de mostarda, embora muito pequena, num curto período de tempo transformava-se num arbusto cheio de galhos. Mesmo insignificante, o seu resultado era notável, reconhecido por todos.

O grão de mostarda possuía, em si mesmo, o potencial de produzir uma grande planta.

Da mesma forma deve ser a nossa fé. Por menor que seja, se for uma fé provinda de Deus e colocada em Deus, produzirá frutos evidentes. A fé, tal qual o grão, possui no seu âmago o poder transformador, a condição de produzir muito além do que se pode imaginar.

Essa fé não se apoia em nada humano, seja sentimento, percepção ou inteligência. Não necessita de esforço próprio, mas é a fé simples, ativa e producente, fundamentada em Jesus.

Aprendemos que é necessário "desenvolver a fé"; isso nada mais é do que viver o Evangelho, aperfeiçoar o caráter de Cristo em nós.

Não precisamos de uma medida específica de fé para promover milagres. Mais importante do que o tamanho da fé é o seu alicerce, Jesus, e as ações produzidas naturalmente através dela. O próprio Senhor afirmou: "Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas..." (Jo 14.12).

Rosane Itaborai 

PROBLEMAS


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

O MAR MORTO

Fabuloso e quase incrível é o valor dos sais minerais que há no interior e ao derredor do Mar Morto, como o estão avaliando químicos que supõem conhecê-lo. 

Logo que Jerusalém foi conquistada em 1917 pelo General Allenby, um geólogo britânico começou a investigar as riquezas do Mar Morto. O cientista tem em mãos um relatório pormenorizado dos vários minerais, e também a extensão e o valor deles.

Somos agora informados de que naquele local desolado acha-se enterrado o valor de um trilhão e duzentos bilhões de dólares de sais aproveitáveis. É-nos dito que há o valor de 260 milhões de dólares em crômio, de grande utilidade nos domínios médicos; de potassa há o valor de 70 bilhões de dólares; e de cloreto de magnésio há o valor de 825 bilhões de dólares, e grandes valores de outros minerais. É-nos dito que a riqueza que jaz naquele solo é de maior valor do que todo o ouro que se sabe ter sido extraído das entranhas de toda a Terra. 

O que estes minerais podem significar para o mundo, especialmente naquele dia profético em que os desertos florescerão como a rosa, se vê no fato de que já se estão construindo jardins nas vizinhanças do mar que por si mesmos produzem quase além dos mais arrojados sonhos do homem. 

Seleto.
 

GRAÇA DIVINA


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

PERSISTIR

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçamo-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta. 
Mateus 10:16

Quão triste de ser para um atleta desistir de uma maratona a poucos metros da linha de chegada.

Todos nós já desistimos de alguma coisa; porém, depois de algum tempo, lembramos que se tivéssemos resistido mais um pouco, teríamos conseguido finalizar.

Perseverança é a palavra que define a atitude de permanecer firme. A palavra era usada no mundo grego para definir a capacidade que uma planta possui de sobreviver em circunstâncias desfavoráveis.

Os hebreus estavam querendo abandonar a confiança em Cristo (Não lanceis fora a vossa confiança, que tem uma grande recompensa Hb 10:35), por isso o autor desta carta os exorta a perseverar (porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa HB 10:36). Ele dá duas razões porque os hebreus deveriam perseverar: a primeira razão era o estímulo dos santos (“tão grande nuvem de testemunhas”) , e a segunda, o exemplo de Cristo que suportou a cruz.

Quando olhamos para a situação de Jesus na cruz, não vemos, humanamente, uma situação favorável. Pregos foram cravados em suas mãos e pés, a multidão blasfemava contra ele, feriram-no com uma lança em seu lado, e até desafiaram-no a descer da cruz. Se ele não tivesse resistido, suportado, perseverado, teria descido da cruz.

O exemplo de Jesus Cristo deve está bem vivo em nossa mente, para não descermos da cruz. Sempre podemos suportar um pouco mais. Lembre-se disso para chegar ao final.

Pr. Roberto

A ÁRVORE


terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

CORAGEM DE ADÉLIA

Há uns 50 anos, o Vale do Urso, tinha a fama de um dos mais depravados lugares da América do Norte. Ali reinava a bebida e a imoralidade. Os assassinatos eram freqüentes, e quando a jovem Adélia Fox resolveu ir para lá como missionária, todos ficaram grandemente surpresos. Lá chegando Adélia realizou a primeira reunião no prédio da escola. A sala era pequena mas ficou repleta de homens armados de armas e garrafas. Ameaçaram em altas vozes o missionário, mas ficaram sobremodo surpreendidos quando viram a atraente jovem levantar-se no palco. O silêncio reinou. A reunião não poderia produzir melhores resultados. Gostaram da bela música que ela cantou, das palavras meigas e desembaraçadas que lhes falou.

Depois da reunião diversas famílias a convidaram para hospedar-se em suas casas. Ela aceitou o convite da esposa do fabricante do cachaça, o homem conhecido como o mais perigoso e valente do lugar. O menor dos seus filhos estava doente. A jovem Adélia cuidou da criança, tomando todas as providências necessárias para aliviar as suas dores e combater a doença. De tal modo se dedicou que os pais da criança se tornaram seus amigos fiéis. Fizeram-lhe uma casa onde dava as aulas e, pouco a pouco, ela foi ganhando a amizade e confiança de todos.

Surgiu então um episódio interessante. Houve uma eleição para decidir se naquele estado seria ou não permitida a venda legal de bebidas alcoólicas. Adélia convocou uma reunião urgente; e fortemente apelou aos seus ouvintes para que votassem contra a venda do álcool, mostrando-lhes como o álcool é prejudicial ao indivíduo, à família, etc. 

O fiel amigo, fabricante de bebidas, estava escutando pensativo. Quando a missionária explicou que muitas crianças morrem em conseqüência deste horrível vício dos pais, este homem levantou-se muito vermelho. 

— A senhora quer dizer que estou matando meus filhos, D. Adélia? - perguntou com raiva.

Adélia orou apressadamente ao Senhor, pois o homem estava enfurecido naquele momento.

 Sim senhor - respondeu calmamente.

O homem ficou atordoado, e confuso – e então jogando o chapéu no chão, num gesto de raiva, declarou: "Nunca jamais beberei álcool! Nem mais o fabricarei e venderei. Que Deus me ajude a agir assim!"

E a votação naquele dia foi na grande maioria contra a venda de álcool.

O QUE TE SALVA


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

COMO VOCÊ ENXERGA A SUA VIDA?

O modo de você definir a vida determina o seu destino. Sua perspectiva irá influenciar o modo de você investir seu tempo, gastar seu dinheiro, usar seus talentos e valorizar seus relacionamentos.

Uma das melhores formas de compreender os outros é perguntar-lhes: “Como você enxerga a sua vida?”. Já me disseram que a vida é um circo, um campo minado, uma montanha russa, um quebra-cabeça, uma sinfonia, uma jornada e uma dança. ou “A vida é um jogo de cartas: você tem de jogar com o que lhe deram”.

Se eu perguntasse como você imagina a vida, qual figura lhe viria à mente? Tal imagem é a sua metáfora de vida. É a visão da vida que você tem, consciente ou inconscientemente. Sua velada metáfora de vida influencia sua vida mais do que você percebe. Ela determina suas esperanças, valores, relacionamentos, metas e prioridades. Por exemplo: se você pensa que a vida é uma festa, seu principal valor é divertir-se. Se você vê a vida como uma corrida, certamente valorizará a velocidade e provavelmente estará apressado a maior parte do tempo. Se você vê a vida como uma maratona, valorizará a resistência. Se você vê a vida como uma batalha, ou um jogo, vencer será muito importante para você.

Qual a sua visão da vida? Qual a sua visão da vida? Você pode estar baseando sua vida em uma metáfora falha. Para cumprir os propósitos que Deus lhe deu, você terá de contestar o pensamento convencional e substituí-lo pelas metáforas bíblicas da vida. A Bíblia diz: “Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus.” Rm 12:2

A Bíblia oferece três metáforas que nos ensinam a visão que Deus tem da vida: a vida é um teste – Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade. Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém; a vida é uma incumbência de confiança – Nosso tempo sobre a terra, nossa energia, nossos corpo, inteligência, oportunidades, relacionamento e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administramos; e a vida é uma atribuição temporária – Para usar sua vida da melhor forma possível, você não deve nunca esquecer que a vida é extremamente breve, e que a terra é apenas uma residência temporária, então não fique muito apegado.

Essas idéias são os fundamentos da vida dirigida pelos propósitos de Deus.

Rick Warren, em “UMA VIDA COM PROPÓSITOS”

domingo, 23 de fevereiro de 2020

A FORÇA DO PERDÃO

Em meio da confusão da guerra na Coréia tem havido episódios edificantes. Eis, por exemplo, o caso daquele pastor de aldeia que presenciou o fuzilamento de seus dois filhos, por um oficial norte-americano. Este os reconhecera como cristãos e por isso julgou por bem eliminá-los.

Mais tarde as tropas desse oficial foram rechaçadas e ele foi feito prisioneiro, sendo condenado a fuzilamento, pela prática de crueldades. Então o pastor, a quem aquele havia assassinado os dois filhos, intercede suplicantemente por sua vida: "Meus filhos estão mortos. Agora quero que ele seja meu filho. Irá morar em minha casa, e terei por ele o cuidado que tive por meus filhos".

O rogo do pastor foi atendido, e o jovem oficial testemunhou o cristianismo praticado na vida. O amor perdoador de Deus veio ao seu encontro, na pessoa daquele humilde pastor aldeão.

Por sua vez o oficial americano, que recebera a ordem de mandar fuzilar o coreano, confessou: "O senhor faz uma coisa que eu não compreendo. Se isto é verdadeiro cristianismo, também eu quero tornar-me cristão". – Kraft und Licht.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

O FLAUTISTA QUE NÃO TOCAVA

Há muitos anos atrás, na velha China, viveu um homem que era membro da orquestra do Imperador, embora não soubesse tocar uma nota sequer. Obtivera esse lugar, de flautista por sinal, através de conhecimentos pessoais. E, assim, por muitos anos, onde quer que se encontrasse a orquestra, achava-se ali o falso musicista, o qual, colocando o instrumento em seus lábios, dava a impressão que executava belos números. Com esse emprego, ganhava o suficiente para viver confortavelmente.

Mas veio o dia quando o Imperador desejou ouvir um solo de cada componente da orquestra. O flautista, quando soube da notícia, desmaiou, e quanto mais se aproximava o dia da sua apresentação, mais desesperado ficava. Por algum tempo, tomou lições de um profissional, mas em vão; não tinha ouvido para música, nem tampouco talento. Planejou dizer que estava doente, mas lembrou-se de que o médico da corte poderia desmenti-lo. Na manhã em que deveria comparecer perante o monarca, para executar o seu solo, o pretenso flautista pôs fim à sua vida, ingerindo forte dose de veneno. Essa foi a origem de um antigo provérbio chinês, que diz: "Ele não ousou enfrentar a música".

Não é sem razão que a Palavra de Deus adverte: "Sabei que o vosso pecado vos há de achar". Núm. 32:23.

CAMINHOS


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

PERDÃO

Conta-se que João Wesley, viajando certa vez em um transatlântico, ouviu um ruído incomum na cabina vizinha, ocupada pelo General Oglethorpe, então Governador do Estado de Geórgia. Wesley foi à cabina para saber o que acontecia e soube que o criado do general tomara todo o vinho predileto do Governador.

– Eu ordenei, explicou o general, que ele seja atado e entregue à justiça, porque o senhor deve saber, Sr. Wesley, que eu nunca perdôo!

– Neste caso, respondeu Wesley, eu espero que o senhor nunca peque!

O general ficou confuso com a objeção, e, pondo a sua mão no bolso, tirou de novo as chaves de sua bagagem e atirou-as ao criado, dizendo: "Toma aí, vilão, e comporta-te melhor no futuro."

Oglethorpe revelou, assim, ser pobre na arte de perdoar.

A BELEZA


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

FUGINDO DO PECADO

Uma menina, no tempo em que a conversão das crianças não era motivo de tanta oração como agora, pediu para ser aceita como membro da Igreja Batista.

– Você era pecadora antes da transformação de que agora fala? perguntou-lhe um idoso diácono.

– Sim, senhor, foi a resposta.

– E agora, ainda é pecadora?

– Sim, senhor, sinto que sou maior pecadora que nunca.

– Então, que transformação se operou em você?

– Não sei explicar exatamente – disse ela – mas eu costumava ser uma pecadora que corria atrás do pecado, e agora sou uma pecadora que foge do pecado.

Eles a aceitaram e, por muitos anos, foi ela uma luz brilhante e irradiante, e está agora onde não mais existe pecado de que fugir.

– A.B. Webber

ÚNICAS COISAS