quarta-feira, 30 de setembro de 2020

CONFIANÇA DE ALEXANDRE E O MÉDICO

A confiança de Dario aumentou ainda mais quando se convenceu de que era por covardia que Alexandre se demorava na Silícia. Mas o que detinha Alexandre naquele lugar era uma doença, atribuída por uns a seu cansaço, por outros a um banho tomado no Cinnus, cujas águas são geladas. Os médicos, persuadidos de que o mal estava acima de todos os remédios, não ousavam ministrar-lhe os socorros necessários, com medo de provocar, se não conseguissem curá-lo, o ressentimento dos macedônios. Só Filipe – o Acarnaniano – venceu esse receio. Vendo o rei em perigo extremo, contando com a amizade que Alexandre tinha por ele e considerando ainda a vergonha porque passaria se não se expusesse ao perigo para salvar aquela vida ameaçada, experimentando, para salvá-la, os últimos remédios e arriscando tudo, propôs-lhe um tratamento e convenceu-o de que devia confiar, se é que desejava tanto sarar e ficar em condições de continuar a guerra.

Nessa ocasião, Alexandre recebera uma carta que Parmenion lhe enviara do campo, avisando-o de que devia pôr-se em guarda contra Filipe. Dizia a carta que Filipe, seduzido pelos ricos presentes de Dario e pela promessa de se casar com sua filha, comprometera-se a provocar a morte de Alexandre. O rei leu a carta e, sem a mostrar a nenhum dos seus amigos, guardou-a debaixo do travesseiro. No momento oportuno, Filipe acompanhado pelos médicos, entrou no quarto, com o remédio que trazia numa taça. Alexandre deu-lhe com uma das mãos a carta de Parmenion, e, tomando com a outra a taça, engoliu o remédio de um só gole, sem deixar transparecer nenhuma suspeita. Foi admirável o espetáculo, uma cena deveras teatral, ver os dois homens, um lendo, outro bebendo, depois de se olharem, mas um e outro de maneira bem diferente. Alexandre, com o rosto risonho e satisfeito, atestava a seu médico a confiança que nutria nele. E Filipe indignava-se contra a calúnia, ora chamando os deuses para provar sua inocência, com as mãos levantadas para o Céu, ora jogando-se sobre a cama de Alexandre e exortando-o a ter esperança e a deixar-se guiar por ele sem receio.

O remédio, provocando forte reação, começou produzindo-lhe um grande abatimento no corpo, tirando-lhe e reprimindo lhe, por assim dizer, todo o vigor até nas fontes da vida; e isto a ponto de Alexandre desmaiar, sem mais voz e apenas com um resto de pulso e de sensibilidade. Mas, os socorros de Filipe fizeram-no logo recuperar as forças e aparecer aos macedônios, cuja inquietação e pavor só cessaram ao tornarem a ver Alexandre". – Alexandre e César.

Fonte: http://www.iasdemfoco.net

RAZÃO HUMANA

 

terça-feira, 29 de setembro de 2020

FÉ QUALIFICADA

João capítulo 4 e versículo 7 descreve um pai que tinha um filho doente. Ele “procurou-o e suplicou-lhe que fosse curar seu filho, que estava à beira da morte.” Direto, urgente. O oficial tinha um pedido e um plano de ação. Na mente dele, os dois andariam lado a lado de Caná até Cafarnaum.

A resposta de Cristo nos surpreende. “Se vocês não virem sinais e maravilhas, nunca crerão”. (João 4:48 NVI). Ele levantou uma bandeira de cautela contra uma fé qualificada que diz “Eu vou crer se…”, “Eu vou crer quando…”. Depois Jesus falou ao pai “Pode ir. O seu filho continuará vivo” (João 4:50 NVI). Esse foi o momento da verdade para o pai, o momento em que ele começou a caminhada mais longa. O homem confiou na palavra falada de Cristo. Agora faça o mesmo. Lembre-se, amigo, você nunca está só.

Max Lucado
Tradução por Dennis Downing
Em Inglês: “Contingent of Faith”

O MOMENTO MAIS PERIGOSO

 

domingo, 27 de setembro de 2020

DEUS É REAL

"Sabei que o Senhor é Deus: foi ele quem nos fez e dele somos" 

Salmo 100.3.

Quando alguém me pergunta sobre como posso estar seguro de quem Deus é na realidade, conto-lhe a história do garoto que estava empinando um papagaio. O dia era propício, o vento estava bom e grandes nuvens encrespadas corriam pelo céu. O papagaio subiu, até ser totalmente envolvido pelas nuvens.

— O que está fazendo? - perguntou um homem ao menino.

— Estou soltando um papagaio - respondeu ele.

O homem, então voltou a perguntar: Você está vendo o papagaio? Tem certeza disso? Você não está vendo o papagaio!

Respondeu-lhe o garoto: Não o estou vendo, mas de vez em quando sinto um puxão; então, eu fico certo de que ele está lá em cima.

Não proceda como o homem em relação a Deus. Encontre-o você mesmo e, então, saberá, pelo puxão maravilhoso e seguro nas cordas do seu coração, que Ele existe com toda a certeza.

Fonte: http://maxmode.blogspot.com

sábado, 26 de setembro de 2020

ANDAR EM OBEDIÊNCIA A DEUS

"Este é o caminho pelo qual devem andar”, quer se voltem para a direita, quer para a esquerda. 

Isaias 30.21

“Vamos por este caminho”, eu disse ao tocar o ombro do meu filho e redirecioná-lo em meio à multidão para seguir a mãe e as irmãs à nossa frente. Fiz isso várias vezes no parque de diversão que estávamos visitando. Meu filho estava ficando cansado e se distraía com mais facilidade. Por que ele simplesmente não as segue?, eu pensava.

E então me veio à mente: Com que frequência faço exatamente o mesmo? Com que frequência me desvio de andar em obediência a Deus encantado pelas tentações de seguir o que quero ao invés de buscar os Seus caminhos?

Pense nas palavras de Isaías enviadas por Deus a Israel: “e seus ouvidos o ouvirão. Uma voz atrás de vocês dirá: Este é o caminho pelo qual devem andar, quer se voltem para a direita, quer para a esquerda” (v.21). Numa parte anterior do capítulo, Deus havia repreendido Seu povo pela rebelião. Mas, se eles confiassem em Sua força, e não nos próprios caminhos (v.15), Deus prometia mostrar-lhes amor e compaixão (v.18).

Uma expressão da generosidade de Deus é a promessa de guiar-nos com Seu Espírito. Isso acontece quando falamos com Ele sobre os nossos desejos e lhe perguntamos, em oração, o que Ele tem para nós. Sou grato por Deus nos guiar pacientemente, dia a dia, passo a passo, à medida que confiamos nele e ouvimos a Sua voz.

Por:  Adam R. Holz
Fonte: https://paodiario.org/

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

FELIZ É O OUTRO

Tem um conto japonês milenar que é mais ou menos assim: Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:

- Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez, também refletia no alto de uma árvore: "Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão."

Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante ideia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão... Então cruzaram... e daí nasceu o peru: que é feio e não voa!

Moral da história: "Se tá ruim, nem vem com gambiarra que piora!"

DENTRO DE NÓS

 


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

ORAÇÃO


Tommy Scrace era um menino de 11 anos. Quando o pastor pediu que todos que tinham ganho alguma alma para Cristo se levantassem na reunião de experiências, Tommy também se levantou.

Um a um, os adultos relataram a maneira como ganharam almas para Deus. Afinal o menino ficou sozinho de pé. Era tão pequenino que o ministro nem notou e foi preciso que alguém o apontasse.

– E o que fez você para ganhar uma alma, meu menino?

Ele respondeu com apenas uma palavra:

– Oração. O pastor pediu mais explicações. O menino se voltou e apontou para seu pai sentado no mesmo banco, ao seu lado. Então contou que vinha orando pelo pai há três anos, quando tinha oito anos de idade. Orou até que seu pai assistiu a uma reunião de oração e se entregou a Cristo. O pastor voltou-se para o pai e perguntou-lhe o que pensava de ser cristão. De seu coração cheio do amor de Cristo o homem respondeu:

– Não há nada como isto.

Tommy usou o método da persistente e efetiva oração. – Go.

 Fonte: http://www.iasdemfoco.net

terça-feira, 22 de setembro de 2020

QUANDO A JUVENTUDE DOMINAVA O MUNDO


Agora, pois, meu filho, o Senhor seja contigo; e prospera, e edifica a casa do Senhor teu Deus, como ele disse de ti.

1 Crônicas 22:11

Alexandre, o Grande, dominou o mundo com a idade de 23 anos; Aníbal comandou as forças cartagineses aos 26; Colombo tinha os seus planos feitos para encontrar a Índia aos 28; João Smith traçou e desenvolveu um império colonial na Virgínia aos 27 anos; Martinho Lutero iniciou a Reforma aos 38 anos; seguiu-se lhe Calvino, com 21; Joana d'Arc fez todos os seus trabalhos e terminou sua missão na fogueira aos 19; Patrick Henry deu o clamor de "Liberdade ou morte" aos 27 anos; Hamilton com a idade  de 32 anos foi o secretário do Departamento do Tesouro; um jovem de 26 anos descobriu a lei da gravidade; Rogério Guilherme foi banido como herético aos 29; e Cristo sofreu a crucificação na idade de 30 anos. – H.H.B.

Fonte:http://www.iasdemfoco.net

HOMENS QUE LUTAM