quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
NAS NUVENS
Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
Filipenses 4.11-12
É incrível como somos afetados pelo que nos cerca. A alegria e a tristeza são resultados do que temos ou estamos vivenciando. O mundo ensina isso. Propagandas sugerem que a felicidade está em se ter um carro, um bem, uma roupa ou em viajar por lugares exóticos.
O Apóstolo Paulo, no entanto, tinha uma ideia bem diferente das coisas: Ele acreditava que a vida não se resumia em ter bens ou estar em diferentes lugares. Essas coisas não produziam a felicidade. Ofereciam sim, momentos de paz, conforto e descanso. A alegria de Paulo estava em olhar para as coisas do alto e em servir a Deus. Ouça o que ele nos disse: em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. Atos 20.22-24.
Os Filhos de Deus têm uma visão diferente da vida. Eles passam por tragédias, dores, necessidades, aflições, mas não perdem a alegria. Eles ficam tristes, mas não infelizes. Padecem da ilusão, mas não perdem a esperança. Sofrem a injustiça, são humilhados, atacados, passam fome, sentem o abandono, mas nunca se desesperam.
É como se estivessem sempre andando nas nuvens. A terra não os atinge, mesmo que o coração doa e a alma sofra, jamais os olhos se fecham numa redoma de tristeza, porque ele sabem que Deus controla tudo.
Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Rm 8.18
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
domingo, 27 de dezembro de 2020
SEGUINDO O LÍDER
Se alguém quer ser meu seguidor, negue a si mesmo, tome diariamente sua cruz e siga-me.
Lucas 9.23
No espaço aéreo sobre a nossa casa, três caças rasgam o céu, voando tão próximos que parecem ser apenas um. “Uau”, digo ao meu marido, Dan. “Impressionante”, ele concorda. Vivemos perto de uma base da Força Aérea e não é incomum ver essas manobras.
Toda vez que esses jatos voam, no entanto, faço a mesma pergunta: “Como podem voar tão juntos e não perder o controle?”. Aprendi que a razão óbvia é a humildade. Confiando que o líder está viajando na velocidade e trajetória correta, os pilotos dos aviões que acompanham o líder submetem-se a qualquer desejo pessoal de mudar de rota ou de questionar o trajeto determinado pelo líder. Em vez disso, eles entram em formação e o seguem bem de perto. O resultado? Uma equipe bem melhor.
Não é diferente para os seguidores de Jesus. Ele diz: “…Se alguém quer ser meu seguidor, negue a si mesmo, tome diariamente sua cruz e siga-me” (v.23). O caminho do Senhor foi de autonegação e sofrimento, o que pode ser difícil de seguir. Mas, para sermos discípulos eficazes, somos convidados a deixar de lado os desejos egoístas e juntarmos diariamente os fardos espirituais, servindo primeiro aos outros em vez de a nós mesmos, seguindo Jesus de perto.
Essa caminhada humilde e próxima com Deus nos dá uma visão e tanto. Seguindo a Sua liderança e permanecendo bem perto dele, podemos ser semelhantes a Cristo. Assim, os outros não nos verão, mas verão o Senhor. Uma simples palavra para definir isso: “Uau!”.
Patricia Raybon
sábado, 26 de dezembro de 2020
NÃO PASSEIES PELO PÂNTANO
“Você vai se arrepender!” Eu ignorei o alerta sem nem virar. Para que eu ia me arrepender? Eu tomei o atalho.
Eu estava a caminho de um piquenique. As mesas ficaram do outro lado de um pântano. O departamento de parques havia gentilmente construído uma ponte sobre o pântano. Mas quem precisava de uma ponte? Eu aventurei a minha passagem. A lama engoliu os meus pês. Coisas rasteiras nadaram ao meu redor. Eu acho que vi um par de olhos me observando. Eu comecei a dar ré, meus chinelos engolidos no abismo. Eu saí, coberto em lama, picado por mosquitos e com rosto vermelho.
Eu andei até a mesa de piquenique. Foi um piquenique miserável, mas foi um provérbio certeiro. A vida vem com vozes. Vozes levam a escolhas, e escolhas têm consequências!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
O MENINO QUE VIU COMO JESUS
A seguinte história foi contada sobre uma família que parou numa lanchonete no dia de Natal. Eles estavam viajando, longe de casa, e pararam para descansar e almoçar. A família de Nancy eram os únicos com crianças na lanchonete.
Nancy conta como foi: "Eu coloquei Joãozinho, de dois anos, numa cadeira de bebê e notei que a lanchonete era calmo e todo mundo estava comendo e conversando. De repente Joãozinho gritou "Oi, amigo."
Meu filho bateu na mezinha da cadeira e seus olhos estavam alegres e animados. Ele estava sorrindo e gaguejando. Eu olhei ao redor e vi a pessoa para quem ele falou. Num canto, perto da porta, estava sentado um mendigo. A roupa do homem estava suja e manchada.
Eu podia ver os dedos de um dos seus pés num sapato desgastado. Seu cabelo estava assanhado. Sentamos um pouco longe dele, mas eu imaginei como era o cheiro do homem. O mendigo acenou no ar meio doido. "Olá meu amiguinho. Oi homenzinho. Tudo bem?" ele falou para Joãozinho.
"O que é que a gente faz,"? eu perguntei a meu marido.
"Oi. Olá," gritou Joãozinho para o homem.
Todo mundo na lanchonete olhou para a gente e depois para o homem. Nosso almoço chegou e daí o homem realmente começou a gritar. "Meu amiguinho! Você conhece 'Atirei um pão no ga-tô-tô'"… ?
Ninguém achou graça no mendigo. Ele obviamente estava bêbado. Eu e meu marido ficamos constrangidos. Mas, não queríamos criar uma cena. Tentamos ignorar o velhinho. Comemos em silêncio. Mas, Joãozinho não. Ele cantou tudo que sabia e o mendigo continuou com seus comentários.
Finalmente acabamos nossa refeição e fomos sair. Meu marido foi pagar a conta e pediu que eu saísse logo da lanchonete. O mendigo estava perto da porta. Eu orei "Ó senhor, me deixe sair daqui antes que ele fale de novo com Joãozinho."
Quando passei perto do homem eu virei de costas para ele. Quando fiz isso, Joãozinho se inclinou de repente e se jogou para o mendigo. Antes que podia parar ele, Joãozinho já estava nos braços do homem. De repente um velhinho, sujo e de mau cheiro e um menino pequenino consumaram sua amizade.
Num ato de confiança total, Joãozinho deitou sua cabecinha no ombro do mendigo e sorriu. O mendigo fechou os olhos e ninou e balançou Joãozinho em seus braços. O tempo parecia parar. Finalmente o velhinho abriu seus olhos e olhou diretamente nos meus.
"Tome cuidado deste menino." Ele conseguiu dizer.
"Eu vou, sim." Eu disse, mal conseguindo falar.
Ele levantou Joãozinho do seu ombro, e, com ternura e muita dificuldade, como se tivesse doendo muito, colocou meu menino de volta nos meus braços. O homem disse "Deus te abençoa, doutora. Você me deu meu presente de Natal."
Eu mal consegui falar. Estava tão envergonhada. Com Joãozinho nos meus braços, corri para o carro. Meu marido me perguntou porque eu estava chorando. Eu só conseguia dizer "Meu Deus, meu Deus, me perdoe."
Eu havia acabado de testemunhar o amor de Cristo por meio de uma criancinha. Meu filho não viu nenhum pecado, e não fez nenhum julgamento. Ele, uma criança, viu uma alma, quando eu, uma Cristã só vi roupa suja. Eu fui uma Cristã que era cega, segurando uma criança que não foi. Eu senti como se Deus estivesse me perguntando:
"Você está disposto a compartilhar seu filho por um momento, quando eu compartilhei o meu para eternidade"?
Aquele mendigo me lembrou também, que para entrar no Reino, precisamos todos nos tornarmos como crianças.
- Autor desconhecido. Tradução: Dennis Downing, do site www.hermeneutica.com.br.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
O NASCIMENTO DE JESUS
O Primeiro Natal - A História do Natal Contada pelas Crianças - Voa Flor.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
A PROMESSA DE BELÉM
Não pensamos muito no apóstolo Paulo em nossas reflexões Natalinas. Mas devíamos. As palavras dele em Filipenses 2:5-11 são o resumo mais eloquente da promessa Bíblica de Belém: “Cristo Jesus, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!
Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
SEU REINO JAMAIS TERÁ FIM
"Seu Reino jamais terá fim."
Lucas 1:33
Em Belém, o ser humano que melhor entendia quem Deus era e o que ele estava fazendo, é a moça adolescente num estábulo fedorento.
Enquanto Maria olha no rosto do bebê. Seu filho. Seu Senhor. Sua Majestade - ela não consegue tirar seus olhos dele agora. De alguma forma, Maria sabe que está segurando Deus.
Então ele é assim. Ela lembra as palavras do anjo. "Seu Reino jamais terá fim." (Lucas 1:33)
Ele parece qualquer coisa menos um rei. Seu choro, embora forte e saudável, ainda é o choro tocante e indefeso de um bebê.
Majestade no meio do comum. Santidade na sujeira e suor. Divindade entrando no mundo, no chão de um estábulo, pelo ventre de uma adolescente na presença de um carpinteiro.
Deus chegou perto!
E Lucas 1:33 afirma, "Seu Reino jamais terá fim."
Max Lucado
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
CHINELOS DOURADOS
– Por que vim hoje? Perguntei a mim mesmo. Meus pés estavam tão inchados quanto minha cabeça. Minha lista continha nomes de diversas pessoas que diziam não querer nada mas eu sabia que ficariam magoados se eu não os comprasse qualquer coisa. Comprar para alguém que tem tudo e com os preços das coisas como estão, fica muito difícil.
Apressadamente, eu enchi meu carrinho de compras com os últimos artigos e fui para a longa fila do caixa. Na minha frente, duas pequenas crianças – um menino de aproximadamente 10 anos e uma menina mais nova, provavelmente de 5 anos. O menino vestia roupas muito desgastadas. Os tênis me pareceram grandes demais e as calças de brim muito curtas. A roupa da menina assemelhava-se a de seu irmão. Carregava um bonito e brilhante par de chinelos com fivelas douradas.
Enquanto a música de Natal soava pela loja, a menina sussurrava desligada mas feliz. Quando nos aproximamos finalmente do caixa, a menina colocou, com cuidado, os chinelos no balcão. Tratava-os como se fossem um tesouro. O caixa anunciou a conta:
– São $6,09. Disse.
O menino colocou suas moedas enquanto procurava mais em seus bolsos. Veio finalmente com $3,12.
– Acho que vamos ter que devolver, disse. Nós voltaremos outra hora, talvez amanhã.
Com esse aviso, um suave choro brotou da pequena menina.
– Mas Deus teria amado esses chinelos, ela resmungou…
Bem, nós vamos para casa e trabalharemos um pouco mais. Não chore. Nós voltaremos, disse o menino.
Rapidamente, eu entreguei $3,00 ao caixa. Estas crianças tinham esperado na fila por muito tempo. E, além de tudo, era Natal. De repente um par de braços veio em torno de mim e uma pequena voz disse:
– Agradeço, senhor.
– O que você quis dizer quando falou que Deus teria gostado dos chinelos? eu perguntei.
O pequeno menino me respondeu:
– Nossa mãe está muito doente e vai pro céu. Papai disse que ela pode antes mesmo do Natal, estar com Deus.
E a menina completou: – Meu professor disse que as ruas no céu são de ouro, brilhantes como estes chinelos. Mamãe não ficará bonita andando naquelas ruas com esses chinelos?
Meus olhos inundaram-se de lágrimas e eu respondi:
– Sim, tenho certeza que ficará.
Silenciosamente agradeci a Deus por usar estas crianças para lembrar-me do verdadeiro espírito de Natal. O importante no Natal não é a quantidade de dinheiro que se gasta, nem a quantidade de presentes que se compra, nem a tentativa de impressionar amigos e parentes. O Natal é o amor em seu coração.
sábado, 19 de dezembro de 2020
CÂNTICOS DE NATAL NA CHINA
Em um programa de Natal organizado na Universidade de Nanquim foi apresentado "Noite Feliz" ou "Noite de Paz" e ilustrado com slides coloridos feitos por um artista chinês. Quando chegamos, a Capela estava tão cheia de crianças, senhoras com bebês e mendigos que quase não havia lugar para os estudantes. Comecei a murmurar desapontada, pois todos tinham ouvido falar dos quadros e lá estavam, para vê-los.
Por que não podemos aqui na Universidade, na capital, fazer um programa de acordo com nossos planos, lindo e digno?" perguntei.
As luzes se apagaram. Os quadros mostraram como a cântico foi escrito. Então foi projetada na tela a letra do hino "Tudo é Paz". As estrofes uma por uma em grandes caracteres chineses - e ao lado da estrofe escrita uma figura colorida ilustrando-a. Como uma grande onda, o auditório se levantou e cantou. Os estudantes, com suas boas vozes, uniram-se às nossas em um grande coro. As crianças aclamavam. O cântico estava barulhento demais para "Noite de Paz". Mas não podíamos evitá-lo. Não podíamos parar. Cantamos outra vez o hino todo. Era como um dique quando se rompe, e as águas se precipitam com impetuosidade sempre crescente para a liberdade. Deste modo foram os cânticos de Natal naquele ano. No fim do trabalho eu estava queimada de vergonha por ter desejado que os mendigos e crianças não tivessem vindo, e disse a mim mesma: "Que seria se eles não tivessem vindo?"
Fonte: http://jesusvoltara.com.br
sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
A ESPERANÇA NASCEU
No entanto, no meio da confusão, a esperança nasceu. E ainda está. Eu não gosto de confusões. Mas, eu amo Natal porque nos lembra das promessas Natalinas que moldam corações. Bem depois que os hóspedes foram embora, os cantores foram para casa e as luzes desarmadas, estas promessas permanecem: Deus faz com que tudo coopere para o bem daqueles que O amam (Romanos 8:28). Talvez você pode usar um pouco de Natal este Natal?



















