domingo, 30 de dezembro de 2018

A JUSTIÇA

Quando criança eu tinha a mania de me sentir sempre injustiçado. Por um ou outro motivo, não me tinham feito justiça, sem perceber que, para mim, a “injustiça” era sempre qualquer restrição feita aos meus desejos, fantasias e vontades.

E invariavelmente arrebentava em lágrimas de protesto.

Um dia papai me chamou e disse:

- Meu filho, vamos combinar uma coisa. Você sabe que papai não gosta de ver você triste, não é? Então nós vamos fazer o seguinte: cada vez que você chorar, escreva num papel a causa. Coloque o papel no vaso azul, ali, sobre a escrivaninha. Deixe passar alguns dias e leia-o. Se achar que o assunto ainda o está aborrecendo, venha a mim, conte-me o caso e eu lhe prometo que corrigirei a injustiça que tiverem feito contra você. Combinado?

Estava combinado. Nos primeiros dias eu enchi o vaso azul de anotações. Passadas no preto e branco, minhas queixas me pareciam perfeitamente justificadas.

Passaram-se os dias e meu pai voltou a falar comigo.

- Você já pode começar a reexaminar os seus papéis. Depois venha falar comigo.

Comecei. Mas, estranhamente, constatei que minhas queixas eram banais e que, na realidade, não havia naquilo nada que pudesse motivar aborrecimento.

Abreviei o espaço dos dias e, depois, passei a examinar os papéis horas depois dos acontecimentos.

Verifiquei que não tinha nenhuma injustiça a exigir a reclamação de papai. E parei de chorar várias vezes ao dia, como estava acostumado a fazer.

Hoje compreendo que tudo foi uma brincadeira de papai. Todavia, com grande habilidade ele me levou a refletir antes de agir. E desenvolveu em mim a compreensão a respeito do que é justiça e injustiça em face do nosso egocentrismo, exigência de privilégios e pretensões descabidas.

Com isso meu espírito de tolerância ganhou uma amplitude que me tem beneficiado ao longo de toda a vida.
 
Wallace Leal V. Rodrigues

A CHAVE DO SABER


sábado, 29 de dezembro de 2018

O PRÍNCIPE INFELIZ

Era uma vez um rei que tinha um filho a quem amava com muita ternura. O rei deu ao menino tudo o que de melhor lhe podia dar. Havia criados à sua disposição, professores que o ensinavam, procurando torná-lo grande e sábio. Apesar de tudo, o jovem príncipe não se sentia feliz. Trazia sempre uma ruga na testa e vivia a desejar alguma coisa que não possuía. 

Um belo dia, aparece um mágico na corte. Viu o menino e disse ao rei: "Posso tornar feliz o vosso filhos, mas tereis de pagar-me uma grande quantia para que eu vos desvende o segredo". "O que quer que pedirdes ser-vos-á concedido", respondeu o rei. O preço foi pago. 

O mágico levou o menino a um quarto fechado. Escreveu, com uma substância branca, algumas palavras sobre um papel. Em seguida deu uma vela ao menino dizendo-lhe que a acendesse e a colocasse debaixo do papel para poder ler o que nele estava escrito. O mágico se retirou. O menino fez conforme lhe fora recomendado, e as letras brancas tomaram uma bela totalidade azul. No papel estava escrito simplesmente isto: "Pratique um ato de bondade todos os dias!" O príncipe pôs em prática o que o segredo lhe revelara, tornando-se, daí em diante, o mais feliz de todos os meninos do reino. 

Visão Missionária.

SABER E SABEDORIA


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

O QUE FAZER COM O SOFRIMENTO?

1. Aceite-o. Sofrer faz parte da vida. Todo mundo sofre, de um jeito ou de outro, com menor ou maior intensidade. Mas, sofrer é um mal comum.

2. Suporte-o. A segunda coisas mais importante a fazer é ser resistente. Suporte o peso da dor.

3. Ore. Fale com Soberano sobre o desconforto que está sentindo.

4. Peça ajuda. Ninguém precisa sofrer sozinho. Procure alguém que ame você e compartilhe sua dor.

5. Não se renda. A vida é dura para quem é mole. Se não for possível ser um campeão, pelo menos venda sua derrota caro.

6. Fique quieto. Passarinho na muda não canta. Quem sofre em silêncio sofre com dignidade.

7. Adore. Não murmure. Cale-se quando sentir vontade de praguejar. Estufe o peito só para glorificar ao Senhor. Em tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

8. Suplante-o. Tente lembrar quantas vezes o Senhor te levantou, tente! Dessa vez, não será diferente. Grite, bem alto: a vitória é minha, em nome de Jesus!

Escrito pelo Pr Geraldo Magela

É O CORAÇÃO


quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

A ÁGUIA VENCIDA

Se te elevares como águia, e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derrubarei, diz o Senhor.

Obadias 1:4

Um ministro estava certa vez observando uma águia, nos planaltos da Escócia. Ela se ergueu orgulhosamente para o alto, suas grandes asas rebrilhando ao Sol. De súbito, quando o ministro acompanhava com o olhar a grande ave, viu a águia deter-se, bater as asas, e logo cair ao chão como uma pedra, não longe do lugar onde estava.

Curioso, o ministro apressou-se para junto da águia. Ficou estupefato ao ver uma doninha, sangrando às garras da ave, mas com os dentes firmemente enterrados no coração da águia. Tinha conseguido livrar-se das garras o suficiente para infligir ferida mortal a seu inimigo.

O orgulho e os maus intentos, como aquela doninha, operam sua própria vingança contra o orgulho. 

Fonte: 

MUDAR

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

PLANTANDO VIDA E NÃO MORTE

"Não matarás" (Êxodo 20:5)

Uma professora da Escola Bíblica estava ensinando às crianças de sua classe de 5 e 6 anos de idade sobre os Dez Mandamentos. Depois de explicar o andamento "Honrarás pai e mãe", ela perguntou: "Existe algum mandamento que nos ensine a tratar com nossos irmãos e irmãs?" Com muita convicção, um pequeno menino respondeu: "Não matarás."

Parece apenas uma história de crianças, mas, muitas vezes, tornamos aquela resposta verdadeira. Quando tratamos um irmão com indiferença, sem o carinho que ele merece, podemos matar seu entusiasmo e sua determinação. Quando o vemos angustiado e desanimado e não lhe confortamos com as maravilhosas promessas do nosso Deus, podemos matar suas esperanças. Quando não o abraçamos e não seguimos o caminho de mãos dadas com ele, podemos contribuir com sua fraqueza e, de certa forma, matar o crescimento espiritual da igreja.

Quando não testemunhamos do amor do Senhor, que morreu na cruz para nos redimir e para pagar o preço de nossos pecados, podemos estar impedindo que uma vida incrédula conheça o Salvador e, dessa forma, estamos matando a sua oportunidade de encontrar o caminho para a vida eterna. Quando não colaboramos com os nossos irmãos em seus programas evangelísticos e missionários, podemos estar ajudando a fazer morrer um canal que é o mais importante na obra de Deus: a busca das almas perdidas.

Precisamos compreender que o Senhor nos chamou para levar a vida e não a morte. Ele nos chamou para encher o mundo de sorrisos e não de tristezas. Ele nos convocou para semear fé e não dúvidas. Ele nos comissionou para iluminar os ambientes e não para torná-los ainda mais tenebrosos.

Eu quero caminhar nesse mundo arrancando as sementes da morte e plantando, em seu lugar, sementes de vida. E você?

Paulo Roberto Barbosa

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

QUE PRESENTE DAREMOS?

"E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor" 

Lucas 2:10, 11

As meninas brincavam alegres no quintal da casa de uma delas. A primeira falou: "Eu gosto muito do Natal. Eu sempre ganho muitos presentes". A outra também falou: "Você sabe o que é Natal? A mamãe me disse que é o aniversário de Jesus. A festa é para Ele! O que você vai lhe dar de presente?"

O Natal é um dia muito especial. Não porque Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, mas porque lembramos que Ele nasceu para nos salvar. Ele nos amou, perdoou nossos pecados, nos deu vida abundante e, ainda mais, vida eterna. Sim, é isso que significa Natal para nós. Nasceu o Salvador! Nasceu o Rei dos reis! Nasceu Aquele que transformou completamente a história e as nossas vidas.

Podemos comemorar o Natal? Claro que sim. Para nós o Natal é Cristo e Cristo é tudo para nós! Podemos reunir a família para comemorar? Claro que sim. É maravilhoso ter a família unida para testificar, "eu e minha casa serviremos ao Senhor". Podemos trocar presentes? Claro que sim. Mas não podemos nos esquecer que o principal presente deve ser dado ao Senhor. Ele é o aniversariante.

E os que se reúnem apenas para comer e beber? Bem, nós fazemos diferente e não devemos julgar os demais.

Natal é vida! É alegria e gozo no coração! E se a data foi criada com outros propósitos, o mesmo não acontece conosco. Para nós Jesus nasceu na manjedoura de nossos corações e isso é o que importa. Nós o amamos e comemoramos o Seu nascimento.

Parabéns, Senhor Jesus. Que sejam muitos os anos de nossas vidas contigo. Aguardamos o momento em que iremos morar nos Céus, para comemorarmos eternamente o Seu Natal.

Você já deu seu presente a Jesus? Se ainda não deu, aproveite esse Natal e dê a Ele a sua vida.

Feliz Natal para todos.

Paulo Barbosa

ENTENDER O NATAL


segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

A CHEGADA

O barulho e o movimento começaram mais cedo do que de costume na cidade. Quando a noite deu lugar à madrugada, já havia gente nas ruas. Os vendedores se colocavam nas esquinas das avenidas mais trafegadas. Os lojistas abriam as portas de suas lojas. As crianças acordavam com o latido alvoroçado dos cães vadios e das queixas dos jumentos que puxavam as carroças.

O dono da hospedaria levantara mais cedo do que a maioria dos habitantes da cidade. Afinal de contas, a hospedaria estava cheia, com todas as camas ocupadas. Todo tapete ou esteira disponível tinha sido usado. Logo todos os fregueses começariam a levantar e haveria muito trabalho a fazer.

Nossa imaginação se inflama pensando na conversa do estalajadeiro com sua família à mesa do café. Alguém mencionou a chegada do casal jovem na noite anterior? Alguém cuidou deles? Alguém comentou a gravidez da moça no jumento? Talvez. Talvez alguém falou no assunto. Mas, na melhor das hipóteses, ele foi levantado e não discutido. Não havia tanta novidade assim sobre eles. Tratava-se possivelmente de uma das várias famílias que não pudera ser recebida naquela noite. 


Além disso, quem tinha tempo para falar sobre eles quando havia tanta excitação no ar? César Augusto fez um favor à economia de Belém quando decretou que houvesse um recenseamento. Quem podia lembrar-se de uma época em que se fizesse tanto comércio na cidade?

Não, é duvidoso que alguém tivesse mencionado a chegada do casal ou atentasse na condição da moça. Todos estavam ocupados demais. O dia já raiara. O pão diário precisava ser feito. As tarefas da manhã tinham de ser feitas. Havia tanto para fazer que ninguém tinha tempo para ficar imaginando que o impossível acontecera.

Deus entrara no mundo como um bebê.

Mas se alguém entrasse no curral de ovelhas na periferia de Belém naquela manhã, que cena peculiar contemplaria.

O estábulo cheira como todos fazem. O mau cheiro provocado pela urina, excremento e ovelhas paira forte no ar. O chão é duro, o feno escasso. Teias de aranha pendem do teto e um ratinho atravessa correndo o chão sujo.

Não podia haver um lugar menos adequado a um nascimento.

De um lado se encontra um grupo de pastores. Eles estão sentados silenciosamente no solo, talvez perplexos, talvez reverentes, mas sem dúvida extasiados. Sua vigília noturna fora interrompida por uma explosão de luz dos céus e uma sinfonia de anjos. Deus vai até aqueles que têm tempo para ouvi-lo — e assim, naquela noite sem nuvens, ele fora até os simples pastores. 


Junto à jovem mãe se assenta o pai cansado. Se alguém está cochilando, esse é ele. Não consegue lembrar-se da última vez em que pôde sentar-se. E agora que a excitação diminuiu um pouco, agora que Maria e o bebê estão confortáveis, ele se apóia na parede do estábulo e sente seus olhos se fecharem. Ele ainda não entendeu tudo. O mistério do evento o intriga. Mas não tem no momento energia para lutar com as perguntas. O importante é que a criança está bem e Maria a salvo. A medida que o sono vem, ele lembra do nome que o anjo lhe dissera para usar... Jesus. "Nós o chamaremos Jesus."

Maria está bem desperta. Como parece jovem! Sua cabeça repousa sobre o couro macio da sela de José. A dorfoi embora como por encanto. Ela olha para o rostinho da criança. Seu filho. Seu Senhor. Sua Majestade. Neste ponto da história, o ser humano que melhor compreende quem é Deus e o que ele está fazendo é uma adolescente num estábulo mal cheiroso. Ela não pode tirar os olhos dele. De alguma forma Maria sabe que está carregando Deus nos braços. Esse é então ele. Ela lembra as palavras do anjo. "O seu reinado não terá fim."

Ele parece qualquer coisa menos um rei. Seu rosto é avermelhado, lembrando uma ameixa seca. Seu choro, embora forte e saudável, continua sendo ainda o de um bebê indefeso, lancinante e agudo. Ele depende absolutamente de Maria para seu bem-estar. 


Majestade em meio ao mundanismo. Santidade misturada à imundície do excremento e suor das ovelhas. A divindade entrando no mundo no chão de um estábulo, através do útero de uma adolescente e na presença de um carpinteiro.

Ela toca a face do Deus-menino. Como foi longa a sua jornada!

Esta criança superara o universo. Os trapos que o aquecem eram os mantos da eternidade. A sala dourada de seu trono fora esquecida em favor de um curral de ovelhas imundo. E os anjos adoradores foram substituídos por pastores bondosos mas perplexos.

Enquanto isso a cidade fervilha. Os mercadores não sabem que Deus visitou o seu planeta. O estalajadeiro jamais creria que enviara Deus para o frio lá fora. E o povo zombaria de quem quer que dissesse que o Messias jaz nos braços de uma jovenzinha na periferia de sua cidade. Eles estavam todos ocupados demais para sequer considerar essa possibilidade. 

Os que não assistiram à chegada de Sua Majestade naquela noite, não perderam a oportunidade por causa de atos perversos ou malícia; de modo algum, eles a perderam simplesmente porque não estavam olhando.

Pouco mudou nesses últimos dois mil anos, não é? 

de Max Lucado

domingo, 23 de dezembro de 2018

CÂNTICOS DE NATAL NA CHINA

Em um programa de Natal organizado na Universidade de Nanquim foi apresentado "Noite Feliz" ou "Noite de Paz" e ilustrado com slides coloridos feitos por um artista chinês. Quando chegamos, a Capela estava tão cheia de crianças, senhoras com bebês e mendigos que quase não havia lugar para os estudantes. Comecei a murmurar desapontada, pois todos tinham ouvido falar dos quadros e lá estavam, para vê-los. 

"Por que não podemos aqui na Universidade, na capital, fazer um programa de acordo com nossos planos, lindo e digno?" perguntei.

As luzes se apagaram. Os quadros mostraram como a cântico foi escrito. Então foi projetada na tela a letra do hino "Tudo é Paz". As estrofes uma por uma em grandes caracteres chineses - e ao lado da estrofe escrita uma figura colorida ilustrando-a. Como uma grande onda, o auditório se levantou e cantou. Os estudantes, com suas boas vozes, uniram-se às nossas em um grande coro. As crianças aclamavam. O cântico estava barulhento demais para "Noite de Paz". Mas não podíamos evitá-lo. Não podíamos parar. Cantamos outra vez o hino todo. Era como um dique quando se rompe, e as águas se precipitam com impetuosidade sempre crescente para a liberdade. Deste modo foram os cânticos de Natal naquele ano.

No fim do trabalho eu estava queimada de vergonha por ter desejado que os mendigos e crianças não tivessem vindo, e disse a mim mesma: "Que seria se eles não tivessem vindo?"

Fonte: http://jesusvoltara.com.br

FELICIDADE

O PRESENTE QUE NÃO PODIA ESPERAR

Terry Schaefer queria comprar um presente de Natal muito especial para seu marido Davi. Mas, ela enfrentava dois problemas:

Problema 1 - o custo. 

Problema 2: encontrar o que ela queria.

Sua pequena cidade de Moline tinha poucas lojas e ela procurou em todo canto. 
Quando ela finalmente encontrou o que queria para seu marido, ela quase desistiu por causa do preço.

Mas, porque ela não desistiu, a vida do seu marido foi salva.

Ela teria desistida, se não fosse pela ajuda do dono da loja. Ela não tinha o dinheiro suficiente. Era um presente muito caro. O salário de seu marido como policial, apesar de adequado, deixava pouco dinheiro sobrando no final do mês.

Ela perguntou se o dono da loja não poderia guardar o presente dela e deixar ela fazer os pagamentos até Natal. Ele disse que não.

Mas, aí ele disse “Por outro lado, não posso deixar você sair daqui sem seu presente.” Ele deu o presente a ela e apenas pediu que ela o pagasse quando pudesse.
Ela estava tão animada, que não conseguiu guardar o presente. Ela deu logo a seu marido Davi, apesar de que ainda era Outubro.

Aquela foi a segunda decisão que ela nunca se arrependeu de tomar. Apenas uma semana depois, às 7:00 da manhã, ela escutou alguém batendo à porta da sua casa. O parceiro de seu marido, o outro policial que andava sempre com ele estava em frente à porta dela - sozinho.

O rosto dele estava cansado e abatido. Ele entrou e sentou no sofá. Daí ele começou a explicar para ela como, na noite antes, o marido de Terry, Davi foi baleado com um tiro de um revolver calibre .45 - a queima roupa.

Terry suspirou, não de medo, mas de alívio. Alívio por ter comprado aquele presente que ela tanto queria para seu marido. Alívio por o dono da loja ter insistido que ela levasse. Alívio por seu marido estar vestido com o presente de Natal naquela noite.

Como resultado, seu marido Davi estava no hospital e não no necrotério. O corpo dele estava ferido, não com uma bala cravado no peito, mas apenas com uma contusão. Porque ele estava vestindo o colete a prova de balas, o presente de Natal, que sua querida esposa não podia esperar para dar a ele.

Todos nós recebemos algo semelhante.
De certa forma, todos nós recebemos um presente de Natal semelhante àquele que Davi Schaefer recebeu.

· É algo que pode lhe proteger
· É algo que, com certeza, salvará sua vida, se você abrir o presente e usar.
· É um presente destinado especialmente a você.
· É um presente adquirido por um grande esforço e a um custo muito alto.

Mas, afinal de contas, cabe a você receber o presente. 

Cabe a você aceitá-lo. 
Cabe a você abri-lo. 
Cabe a você usá-lo.
Tudo isto, só você pode fazer.
Todo o resto, Deus já fez.

- Adaptada de uma pregação de Max Lucado em 26 de dezembro, 1993 na igreja Oak Hills Church of Christ em San Antonio, Texas. [em www.hermeneutica.com.br

SABE MENOS QUE EU...

sábado, 22 de dezembro de 2018

CARTÕES DE NATAL

Todos os anos (na época de Natal) leio este lembrete que chegou pelo correio há muitos anos: 

Caso nossa maior necessidade fosse informação, Deus nos teria enviado um educador. Se nossa maior necessidade fosse a tecnologia, Deus teria nos enviado um cientista. Se nossa necessidade fosse dinheiro, Deus teria nos enviado um economista. Mas, uma vez que nossa maior necessidade era o perdão, Deus nos enviou o Salvador.

- Max Lucado em “Quando Deus Sussurra o Seu Nome”, Rio de Janeiro: CPAD, 1997, p. 49. [em www.hermeneutica.com.br]

A FELICIDADE



sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

UMA CONVERSÃO NO NATAL

R. C. Sproul conta no seu livro "A Alma Em Busca de Deus", que quando era um garoto, seus pais o fizeram ir à igreja; e ele detestava; achava o momento de domingo passado na igreja de o mais longo e o mais tedioso da semana. Para ele a única hora que apreciava ir à igreja era na véspera de Natal, porque gostava das músicas de Natal e dos hinos do coral. Ele tinha alguma predileção por aquele espírito natalino; mas não era um cristão. 

Mais tarde, já sendo cristão, Sproul conta que a primeira cerimônia da véspera de Natal após a sua conversão, havia se tornado inesquecível. Sua alma ficava extasiada, e toda a alegria de antes fora superada pelo deleite glorioso que agora ele conhecia. Cada cântico tinha um novo significado. As letras dos hinos eram doce para ele, de modo que aquela primeira véspera de Natal após sua conversão, fora um verdadeiro banquete espiritual, pois, celebrava pela primeira vez, o advento do Salvador.

Duas afirmações chamam a atenção nesta experiência de Sproul: A primeira, foi a atração que a música natalina exercia sobre ele, mesmo sendo ele ainda um não cristão. Ele se agradava do Natal como arte, como espetáculo, como algo que falava ao seu sentimento estético e, quem sabe, ao seu emocional. Entretanto, o Natal para ele era vazio de conteúdo espiritual. A segunda afirmação é a que, quando já convertido e comemora pela primeira vez o Natal de Jesus Cristo, aí a sua alma estava extasiada e que fora um verdadeiro banquete espiritual para ele. 

É isso aí: o Natal só é uma festa espiritual para os que conhecem a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal.

O Jornal Batista, pg 2 - 17 a 23/12/2001

CORAÇÃO CHEIO OU VAZIO